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Characterization of IM7/8552 Thin-Ply and Hybrid Thin-Ply Composites
Composite materials have increasingly been used for aerospace applications due to improved performance and reduced weight compared to their metallic counterparts. Inclusion of thin-ply material, plies with cured thickness half or less than standard composites, have potential to improve performance and reduce structural weight. Limited characterization of thin-ply IM7/8552 material in 30 and 70 grams per square meter fiber areal weights has been carried out using a series of selected American Society for Testing and Materials (ASTM) tests. Tests included unnotched tension, unnotched compression, v-notched rail shear, open-hole tension, and open-hole compression. Unidirectional, cross-ply, quasiisotropic and hybrid hard laminates were included in the study, and were compared to standard-ply laminates. Properties compared include fiber volume, laminate moduli, and failure strength, with failure modes also being examined. The thin-ply specimens exhibited similar or superior performance to standard ply laminates in many of the cases compared. Improvements in strength for laminates containing thin-ply material were seen for unidirectional laminates under unnotched tension, quasi-isotropic laminates under unnotched tension and compression, and hard laminates under open hole tension. Additional investigation is required to determine appropriate ply stacking rules for hybrids of thin and standard plies to avoid undesirable failure modes such as axial splitting. However, the observed performance improvements demonstrated by the conducted ASTM tests of hybrid thin-ply hard laminates could have benefits for improved structural weight in aircraft
Polymer Matrix Composites Fabrication and Testing
This project involves two separate processes for fabricating carbon fiber composite parts using Hexcels RTM6 resin system and Kanekas IR-6070 toughened resin system to impregnate carbon fiber tow and weave. These two resins were chosen to model microcracking in parts using RTM6 compared to parts using IR-6070. Plies of the composites were made by painting resin onto 8 harness satin weave or impregnating IM7 12k tow in a prepregging machine. Plies were consolidated using an out-of-autoclave oven or a heat press. Fabrication of the composite parts were conducted with the end goal of sending the composites to be tested and modeled for microcracking. The data will be used for computer modeling in the future
Processo de licenciamento ambiental de pequenas centrais hidrelétricas no Paraná : impactos e danos ambientais
Orientador : Prof. Dr. Paulo de Tarso de Lara PiresMonografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Curso de Especialização em Direito AmbientalInclui referênciasResumo : O licenciamento ambiental é um dos instrumentos de gestão ambiental instituídos pela Política Nacional de Meio Ambiente, Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. É um dos mecanismos para assegurar que os empreendimentos produtivos levem em consideração os riscos que sua instalação pode causar ao meio ambiente, buscando a sustentabilidade de suas atividades. No Brasil a história da energia elétrica se confunde com a história da urbanização e da industrialização. Com o avanço crescente das cidades nos últimos anos do século XIX, fomentado pela economia do café, cresce também a demanda por serviços urbanos, dentre eles, aqueles ligados à energia. Aos poucos a Pequenas Centrais Hidrelétricas começam a ganhar espaço no cenário energético do país. As características essenciais, atualmente vigorando, para o enquadramento de um empreendimento hidrelétrico como PCH são: potencial hidráulico entre 3 (três) e 30 (trinta) mil quilowatts; destinado a produção independente ou autoprodução. Diante desse panorama, o objetivo do presente estudo foi analisar os principais empecilhos no processo de licenciamento de Pequenas Centrais Hidrelétricas no estado do Paraná, bem como os impactos e danos causados ao meio ambiente. O trabalho desenvolvido caracteriza-se por ser de natureza aplicada, com enfoque qualitativo. Como principais resultados apresentados, pode-se citar que: o licenciamento ambiental de PCHs no Paraná deve seguir o disposto nas resoluções CONAMA nº 237/1997 e nº 279/2001, bem como as Resoluções da Secretaria Estadual de Meio Ambiente – SEMA/IAP nº 031/1998 e SEMA/IAP nº 009/2010 e também a Resolução do Conselho Estadual de Meio Ambiente – CEMA nº 065/2008 (IAP, 2010); os impactos ambientais mais comuns decorrentes da implantação de uma PCH são a diminuição da correnteza do rio, alteração da temperatura do rio, isolamento de espécies aquáticas, impedimento ou dificuldade da piracema das espécies de peixe
Governança florestal brasileira : tendências, obstáculos e uma proposta para sua efetivação
Orientador : Prof. Dr. Vitor Afonso HoeflichCoorientadores : Prof. Dr. Mara Freire Rodrigues de Souza, Prof. Dr. Edson Luiz PetersDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal. Defesa: Curitiba, 30/03/2012Bibliografia : fls. 87-98Área de concentração : Economia e política florestalResumo: O Brasil possui cerca de 60% do seu território coberto por florestas, que além da beleza, são importantes para a economia brasileira, gerando 8,6 milhões de empregos. Os governos reconhecem a importância das florestas no fornecimento de bens e serviços identificando-se igualmente a existência de conflitos entre interesses econômicos, de conservação e de proteção. O problema de pesquisa levantado é: levando-se em consideração as dificuldades em aplicar uma política nacional única ao setor de base florestal, dar maior autonomia e competência aos Estados- Membros pode melhorar a forma de governança dos recursos florestais? O objetivo geral foi propor uma forma de governança descentralizada aos recursos florestais, garantindo a preservação, conservação e o seu uso sustentável. O trabalho desenvolvido caracteriza-se por ser do tipo descritivo, classificado como bibliográfico e de estudo de caso. O conceito de Estado Federal é apresentado como sendo uma aliança ou união de Estados, Gestão Pública é o conjunto de decisões dirigidas a motivar e coordenar as pessoas para alcançar metas individuais e coletivas. A descentralização da competência florestal é vista como instrumento de boa governança, pois governos menos centralistas garantem mais flexibilidade e maior participação da sociedade. Como principais resultados destacam-se: 1) a descentralização da gestão florestal no Brasil inicia com a Lei de Gestão de Florestas Públicas - nº 11.284/06, que transfere a competência na área florestal do Governo Federal aos órgãos estaduais de meio ambiente; 2) especificamente o estudo discute a descentralização da gestão florestal de Santa Catarina, que se destacou ao editar seu próprio Código Ambiental, que traz inovações, como a proposta de remuneração ao produtor rural que se dispuser a manter florestas em pé, porém, ainda gera inúmeras controvérsias entre pequenos produtores, Ministério Público e ambientalistas; 3) o trabalho também apresenta uma proposta de gestão florestal descentralizada para o país, sugerindo a criação de um Ministério específico para florestas, e ainda, quatro secretarias: de Fiscalização e Licenciamento, de Planejamento Florestal, de Bens e Serviços, e de Indústria e Comércio. Concluiu-se que o processo de descentralização é de imperiosa necessidade, por atribuir aos Estados autonomia para conduzirem suas políticas florestais, e por refletir as relações dos agentes sociais e anseios da sociedade referentes às distintas e específicas realidades florestais do país. Para que a governança florestal brasileira atenda aos pilares e princípios propostos por agências internacionais, entende-se que é preciso: discutir o Código Florestal; readequar, intensificar ou criar programas de incentivos financeiros; criar mecanismos para aumentar a participação de todos os envolvidos com o setor; aumentar a transparência quanto às decisões relativas ao setor; aumentar a capacidade de ação das partes envolvidas; tornar eficiente a aplicação das leis florestais; ampliar as bases de apoio para a proteção, conservação e produção florestal e, entre outros, garantir a cooperação e coordenação entre os atores envolvidos no processo. Para isso, sugere-se adotar procedimentos já praticados em países com expressiva importância florestal, como a Finlândia, Estados Unidos e a Alemanha.Abstract: Brazil has about 60% of its territory covered by forests, which in addition beauty, are important for the Brazilian economy, accounting for 4% of GDP and generating 8.6 million jobs. Governments recognize the importance of forests in providing goods and services by identifying also the existence of conflicts between economic interests, conservation and protection. The research problem takes into account the difficulties in implementing a national single sector and asks if given greater autonomy and competence to the Member States can be improve the form of governance of forest resources? The main objective was to propose a form of decentralized governance of forest resources, ensuring the preservation, conservation and sustainable use of its resources. The work was characterized by the descriptive type, classified as bibliographic and case study. The concept of the federal state is presented as an alliance or union of states, Public Management is a series of decisions aimed at motivating and coordinating people to achieve individual and collective goals. The decentralization of forest authority is seen as instrument of good governance, as less centralist governments provide more flexibility and greater participation in society. The main results include: 1) the decentralization of forest management in Brazil begins with the Law on Public Forest Management - Nº 11.284/06, which transfers the competence in the forest area of the Federal Government to state environment agencies, and establish that IBAMA should design ways of acting together with local authorities, through TCA, 2) specifically the study characterizes the model of decentralization of forest management in the State of Santa Catarina, which is highlighted when editing your own code Environmental. It must be emphasized that the Environmental Catarina's Code brings innovations, as the proposed compensation to the farmer who is willing to maintain standing forests, however, still generates controversy among many small producers, environmentalists and prosecutors, and 3) the work also proposes a decentralized forest management for the country, suggesting the creation of a specific Ministry for forests, and, four departments: Audit and Licensing, Planning Forest Goods and Services, and Trade and Industry. It was concluded that the decentralization process is of urgent necessity, by assigning to States the autonomy to conduct their forest policies, and reflect the agents of social relationships and expectations of society concerning the distinct and specific realities of the country forest. For the brazilian forest governance meets the pillars and principles proposed by agencies international it takes: to discuss the Federal Forest Code; readjust, enhance or create programs of financial incentives to create mechanisms to increase the participation of all people involved in the forest sector; enhancing the transparency of decisions concerning the sector, increase the capacity for action of the parties involved, become more efficient the implementation of forest laws, broaden the base of support for the protection, conservation and forestry, and among others, ensure cooperation and coordination between the actors involved in this process For It is suggested that must be adopted procedures already practiced in countries with significant forest importance, such as Finland,United States and Germany
Manual de direito ambiental : doutrina, vocabulário ambiental e legislação básica
- Divulgação dos SUMÁRIOS das obras recentemente incorporadas ao acervo da Biblioteca Ministro Oscar Saraiva do STJ. Em respeito à lei de Direitos Autorais, não disponibilizamos a obra na íntegra.- Localização na estante: 34:504(81) P481
Interfacial Strength and Physical Properties of Functionalized Graphene - Epoxy Nanocomposites
The toughness and coefficient of thermal expansion of a series of functionalized graphene sheet - epoxy nanocomposites are investigated. Functionalized graphene sheets are produced by splitting graphite oxide into single graphene sheets through a rapid thermal expansion process. These graphene sheets contain approx. 10% oxygen due to the presence of hydroxide, epoxide, and carboxyl functional groups which assist in chemical bond formation with the epoxy matrix. Intrinsic surface functionality is used to graft alkyl amine chains on the graphene sheets, and the addition of excess hardener insures covalent bonding between the epoxide matrix and graphene sheets. Considerable improvement in the epoxy dimensional stability is obtained. An increase in nanocomposite toughness is observed in some cases
Conversion of polymers of methyl- and vinylsilane to Si-C ceramics
Poly(methylsilane) and poly(vinylsilane) were synthesized using a titanocene catalyst, and their pyrolytic conversion to ceramics was followed using a combination of thermal analysis and infrared spectroscopy. The two polymers have distinctly different backbone structures, as determined by Si NMR; methylsilane polymerizes to a polysilane, while vinylsilane polymers have predominately polycarbosilane backbone, with some polysilane structure as well. The pyrolysis path and char yield were dependent primarily on backbone structure, with little influence of polymer molecular weight. The majority of the weight loss on conversion occurs below 650 degrees C, although bond rearrangement continues to 1400 degrees C. Poly(vinylsilane) produced a C-rich Si-C ceramic in which the carbon was dispersed on a sufficiently fine level to show resistance to oxidation on heating in air to 1400 degrees C
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