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    ARTE, MEMÓRIA E EDUCAÇÃO POLÍTICA: IMBRICAÇÕES ÉTICAS E ESTÉTICAS

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    ARTE, MEMÓRIA E EDUCAÇÃO POLÍTICA: IMBRICAÇÕES ÉTICAS E ESTÉTICA

    ARTE, MEMÓRIA E EDUCAÇÃO POLÍTICA: IMBRICAÇÕES ÉTICAS E ESTÉTICAS

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    ARTE, MEMÓRIA E EDUCAÇÃO POLÍTICA: IMBRICAÇÕES ÉTICAS E ESTÉTICA

    Educação para o dissenso: arte e política nas obras de Lais Myrrha e Eduardo Berliner

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    Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Educação.A presente pesquisa propõe-se a investigar a possibilidade de uma experiência formativa emancipatória, por meio do contato com as obras dos artistas visuais Lais Myrrha e Eduardo Berliner. Para tanto, o estudo problematiza a forma como a arte se relaciona com outros dispositivos imagéticos na cultura contemporânea, assim como o ideal de formação humana e sua possível efetividade ainda hoje. Nesse percurso, emerge o impasse que enfrentam a arte e a educação: quando a dimensão instrumental da razão alia-se a uma lógica econômica espoliadora que visa transformar tudo em meio para produzir riquezas, aquelas atividades que existem por si mesmas, ou que não servem imediatamente a esse propósito, tendem a ser desprezadas ou controladas de tal forma que restem completamente neutralizadas enquanto experiências desviantes. Todavia, ao vislumbrarmos os excessos dessa racionalidade restritiva, percebemos que a mesma cultura que despreza a arte é aquela que sustenta a sua importância: ao relacionar-se de maneira crítica e negativa com a realidade ela é capaz de reconfigurar a forma como percebemos e agimos e, com isso, criar outras possibilidades de existência no mundo. Essa dimensão dissensual é imprescindível para pensarmos uma educação política que se comprometa com a tarefa emancipatória, razão pela qual a experiência estética com a arte inaugura a possibilidade de um processo verdadeiramente formativo. O exercício de análise das obras de Lais Myrrha e Eduardo Berliner visa demonstrar como os artistas articulam as imagens e restauram seu potencial crítico, e, sobretudo, como a apropriação criativa da memória e da história pode propor questões relevantes para pensarmos criticamente o presente

    ECONOMIA COMPORTAMENTAL APLICADA A COVID-19: UM EXERCÍCIO ANALÍTICO DO USO DE “NUDGES” EM POLÍTICAS PÚBLICAS

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    Any global health crisis requires large-scale behavioral changes on individuals, however, a study on their behavior is necessary. The main objective of this work is to address, through a theoretical-reflective analysis, how Behavioral Economics and the use of nudges contributed to the implementation of public policies during the Covid-19 pandemic. The analysis pointed out that Behavioral Economics emerged around the 1970s as a new branch of psychology and was termed behavioral decision research. In it, people seek help to improve judgment and decision-making capacity, and public policies become the most appropriate way for this purpose. In this way, the use of Behavioral Economics by public agents who manage public policies can generate a more efficient State. Given the context of a pandemic, it is known that several measures have been adopted by public entities to contain the spread of the virus, most of them imposing and unilateral. However, there was also the insertion of regulatory and “non-authority” instruments, among them, the nudges. Its use is nothing more than an interventional measure, based on persuasion, induction, and social persuasion. Nudges do not constrain or force anyone into action, nor do they reduce freedom of choice or make rational or emotional appeals. They only contribute by facilitating the control of the desired behavior.  Cualquier crisis de salud global requiere cambios de comportamiento a gran escala en los individuos, sin embargo, es necesario, un estudio sobre su comportamiento. El objetivo principal de este trabajo es abordar a través de un análisis teórico-reflexivo cómo la Economía del Comportamiento y el uso de empujones contribuyeron a la implementación de políticas públicas durante la pandemia de Covid-19. El análisis señaló que la Economía del Comportamiento surgió alrededor de la década de 1970 como una nueva rama de la psicología y se llamó investigación de decisiones conductuales. En ella, las personas buscan ayuda para mejorar la capacidad de juicio y toma de decisiones, y las políticas públicas se convierten en la vía más adecuada para este fin. Así, el uso de la Economía del Comportamiento por parte de los agentes públicos que gestionan las políticas públicas puede generar un Estado más eficiente. Ante el contexto de pandemia, se sabe que se adoptaron varias medidas por parte de entidades públicas para contener la propagación del virus, la mayoría de las cuales son imponentes y unilaterales. Sin embargo, también hubo la inserción de instrumentos regulatorios y "no autoridad", entre ellos, los empujones. Su uso no es más que una medida intervencionista, desde la persuasión, la inducción y la convicción social. Los empujones no avergüenzan ni obligan a nadie a actuar, tampoco, no reducen la libertad de elección ni hacen apelaciones racionales o emocionales. Solo contribuyen, facilitando, el control del comportamiento deseado.Qualquer crise de saúde global requer mudanças de comportamento em grande escala sobre os indivíduos, contudo, se faz necessário, um estudo sobre o comportamento desses. O principal objetivo deste trabalho, é abordar por meio de uma análise teórico-reflexiva como a Economia Comportamental e o uso de nudges contribuíram na implementação de políticas públicas durante a pandemia da Covid-19. A análise apontou que a Economia Comportamental emergiu por volta da década de 1970 como um novo ramo da psicologia e foi denominada por pesquisa da decisão comportamental. Nela, as pessoas buscam auxílio para melhorar a capacidade de julgamento e tomada de decisões, sendo que as políticas públicas se tornam a maneira mais adequada para tal finalidade. Dessa forma, o uso da Economia Comportamental pelos agentes públicos que realizam a gestão de políticas públicas, podem gerar um Estado mais eficiente. Diante do contexto de pandemia, é sabido que diversas medidas foram adotadas pelos entes públicos para conter a propagação do vírus, a maioria de caráter impositivo e unilateral. No entanto, houve ainda, a inserção de instrumentos de regulação e de “não autoridade”, dentre eles, os nudges. Seu uso nada mais é, do que uma medida interventiva, a partir da persuasão, indução e convencimento social. Os nudges não constrangem ou força ninguém a uma ação, também, não reduz liberdade de escolha ou faz apelos racionais ou emocionais. Eles apenas contribuem, facilitando, o controle do comportamento desejado. &nbsp

    ECONOMIA COMPORTAMENTAL APLICADA A COVID-19: UM EXERCÍCIO ANALÍTICO DO USO DE “NUDGES” EM POLÍTICAS PÚBLICAS

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    Any global health crisis requires large-scale behavioral changes on individuals, however, a study on their behavior is necessary. The main objective of this work is to address, through a theoretical-reflective analysis, how Behavioral Economics and the use of nudges contributed to the implementation of public policies during the Covid-19 pandemic. The analysis pointed out that Behavioral Economics emerged around the 1970s as a new branch of psychology and was termed behavioral decision research. In it, people seek help to improve judgment and decision-making capacity, and public policies become the most appropriate way for this purpose. In this way, the use of Behavioral Economics by public agents who manage public policies can generate a more efficient State. Given the context of a pandemic, it is known that several measures have been adopted by public entities to contain the spread of the virus, most of them imposing and unilateral. However, there was also the insertion of regulatory and “non-authority” instruments, among them, the nudges. Its use is nothing more than an interventional measure, based on persuasion, induction, and social persuasion. Nudges do not constrain or force anyone into action, nor do they reduce freedom of choice or make rational or emotional appeals. They only contribute by facilitating the control of the desired behavior.  Cualquier crisis de salud global requiere cambios de comportamiento a gran escala en los individuos, sin embargo, es necesario, un estudio sobre su comportamiento. El objetivo principal de este trabajo es abordar a través de un análisis teórico-reflexivo cómo la Economía del Comportamiento y el uso de empujones contribuyeron a la implementación de políticas públicas durante la pandemia de Covid-19. El análisis señaló que la Economía del Comportamiento surgió alrededor de la década de 1970 como una nueva rama de la psicología y se llamó investigación de decisiones conductuales. En ella, las personas buscan ayuda para mejorar la capacidad de juicio y toma de decisiones, y las políticas públicas se convierten en la vía más adecuada para este fin. Así, el uso de la Economía del Comportamiento por parte de los agentes públicos que gestionan las políticas públicas puede generar un Estado más eficiente. Ante el contexto de pandemia, se sabe que se adoptaron varias medidas por parte de entidades públicas para contener la propagación del virus, la mayoría de las cuales son imponentes y unilaterales. Sin embargo, también hubo la inserción de instrumentos regulatorios y "no autoridad", entre ellos, los empujones. Su uso no es más que una medida intervencionista, desde la persuasión, la inducción y la convicción social. Los empujones no avergüenzan ni obligan a nadie a actuar, tampoco, no reducen la libertad de elección ni hacen apelaciones racionales o emocionales. Solo contribuyen, facilitando, el control del comportamiento deseado.Qualquer crise de saúde global requer mudanças de comportamento em grande escala sobre os indivíduos, contudo, se faz necessário, um estudo sobre o comportamento desses. O principal objetivo deste trabalho, é abordar por meio de uma análise teórico-reflexiva como a Economia Comportamental e o uso de nudges contribuíram na implementação de políticas públicas durante a pandemia da Covid-19. A análise apontou que a Economia Comportamental emergiu por volta da década de 1970 como um novo ramo da psicologia e foi denominada por pesquisa da decisão comportamental. Nela, as pessoas buscam auxílio para melhorar a capacidade de julgamento e tomada de decisões, sendo que as políticas públicas se tornam a maneira mais adequada para tal finalidade. Dessa forma, o uso da Economia Comportamental pelos agentes públicos que realizam a gestão de políticas públicas, podem gerar um Estado mais eficiente. Diante do contexto de pandemia, é sabido que diversas medidas foram adotadas pelos entes públicos para conter a propagação do vírus, a maioria de caráter impositivo e unilateral. No entanto, houve ainda, a inserção de instrumentos de regulação e de “não autoridade”, dentre eles, os nudges. Seu uso nada mais é, do que uma medida interventiva, a partir da persuasão, indução e convencimento social. Os nudges não constrangem ou força ninguém a uma ação, também, não reduz liberdade de escolha ou faz apelos racionais ou emocionais. Eles apenas contribuem, facilitando, o controle do comportamento desejado. &nbsp

    Conhecimento de médicos e enfermeiros sobre dor em pacientes submetidos à craniotomia

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    OBJETIVOS: caracterizar el perfil de los médicos y enfermeros que cuidan a pacientes en postoperatorio de craniotomia, verificar métodos de evaluación del dolor e identificar la existencia de protocolos de analgesia. MÉTODO: estudio transversal y analítico. La casuística se constituye por 30 médicos y 30 enfermeros. RESULTADOS: 83,3% de los enfermeros eran del sexo femenino, 63,3% conocían escalas de dolor, y 16,6% afirmaron existir protocolos de analgesia. En cuanto a los médicos 60% eran del sexo masculino, 70% conocían las escalas de dolor, 3,3% poseía especialización en tratamiento del dolor, 13,3% afirmaron existir protocolos de analgesia. CONCLUSIÓN: el desconocimiento de los médicos y enfermeros a respeto de las escalas de evaluación y métodos de evaluación del dolor revela la necesidad de la creación de políticas institucionales sobre el control del dolor, uso de instrumentos de mensuración del fenómeno doloroso y protocolos de analgesia en la institución.OBJETIVOS: caracterizar o perfil dos médicos e enfermeiros que cuidam de pacientes em pós-operatório de craniotomia, verificar métodos de avaliação da dor e identificar a existência de protocolos de analgesia. MÉTODO: este é um estudo transversal e analítico. A casuística constitui-se por 30 médicos e 30 enfermeiros. RESULTADOS: 83,3% dos enfermeiros era composto por mulheres, 63,3% conheciam escalas de dor e 16,6% afirmaram existir protocolos de analgesia. Quanto aos médicos, 60% pertenciam ao sexo masculino, 70% conheciam as escalas de dor, 3,3% possuíam especialização em tratamento da dor, 13,3% afirmaram existir protocolos de analgesia. CONCLUSÃO: o desconhecimento dos médicos e enfermeiros a respeito das escalas de avaliação e métodos de avaliação da dor revela a necessidade da criação de políticas institucionais sobre o controle da dor, uso de instrumentos de mensuração do fenômeno doloroso e protocolos de analgesia na instituição.The study objectives were to characterize the profile of the doctors and nurses caring for patients in the craniotomy postoperative period, checking pain assessment methods and to identify the existence of analgesia protocols. Cross-sectional and analytical study. The casuistry is constituted of 30 doctors and 30 nurses. The results revealed that 83.3 % of the nurses were female, 63.3% knew pain scales, and 16.6% said that analgesia protocols exist. Regarding doctors 60% were male, 70% knew the pain scales, 3.3% had specialization in pain treatment, 13.3% they stated that there are analgesia protocols. The ignorance on the part of doctors and nurses about the assessment scales and pain assessment methods reveals the need for the creation of institutional policies on controlling pain, the use of instruments for the measurement of the pain phenomenon and analgesia protocols in the institution

    LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO: UMA REVISÃO DE LITERATURA.

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    Introduction: Systemic lupus erythematosus (SLE) is a chronic non-contagious autoimmune disease, whose etiology is still not fully understood, although hormonal, genetic and environmental factors may be involved. This pathology predominantly affects blood cells, joints, skin, serous membranes, blood vessels, brain and kidneys, being classified as a multisystemic disease. SLE is a serious condition that can lead to death. Infections are the leading cause of death in patients with lupus, making early identification and appropriate treatment crucial. Objective: The purpose of this literature review is to provide an overview of the current state of knowledge about systemic lupus erythematosus, based on several published studies, covering aspects such as etiology, pathogenesis, diagnosis, treatment and prognosis of the disease. Methodology: This research is an exploratory literature review, which aims to analyze the available scientific literature on systemic lupus erythematosus. The following descriptors were used: systemic lupus erythematosus, autoimmune disease, autoimmunity, genetics and immunosuppression. The search was carried out in the databases Brasil Scientific Electronic Library Online (SCIELO), PUBMED and VIRTUAL HEALTH LIBRARY (BVS). Results: Patients with SLE frequently experience impaired health-related quality of life (HRQoL), which can be influenced by several factors, such as age, socioeconomic status, behavior and associated clinical conditions. Although disease activity and damage may play a role, its association with HRQoL is unclear, suggesting that patient-related factors may be more relevant. Furthermore, SLE predominantly affects women of childbearing age and, as widely prescribed, may be associated with adverse effects of pregnancy. In addition, fetal complications, in particular fetal death and neonatal lupus syndrome, can occur in patients with SLE. Conclusion: The results suggest that systemic lupus erythematosus is a complex and multifaceted condition, which presents inspiring challenges for diagnosis and treatment, as well as for the quality of life of the patients treated.Introdução: O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune crônica não contagiosa, cuja etiologia ainda não é totalmente compreendida, embora fatores hormonais, genéticos e ambientais possam estar envolvidos. Essa patologia afeta predominantemente as células sanguíneas, articulações, pele, membranas serosas, vasos sanguíneos, cérebro e rins, sendo classificada como uma doença multissistêmica. O LES é uma condição grave que pode levar à morte. Infecções são a principal causa de óbito em pacientes com lúpus, tornando crucial a identificação precoce e o tratamento adequado. Objetivo: O objetivo desta revisão de literatura é fornecer uma visão geral do estado atual do conhecimento sobre o lúpus eritematoso sistêmico, baseado em vários estudos publicados, abrangendo aspectos como etiologia, patogênese, diagnóstico, tratamento e prognóstico da doença. Metodologia: Essa pesquisa trata-se de uma revisão bibliográfica exploratória, que tem como objetivo analisar a literatura científica disponível sobre o lúpus eritematoso sistêmico. Foram utilizados os seguintes descritores: lúpus eritematoso sistêmico, doença autoimune, autoimunidade, genética e imunossupressão. A busca foi realizada nos bancos de dados Brasil Scientific Electronic Library Online (SCIELO), PUBMED e BIBLIOTECA VIRTUAL EM SAÚDE (BVS). Resultados: Pacientes com LES frequentemente experimentam comprometimento da qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS), que pode ser influenciada por diversos fatores, como idade, nível socioeconômico, comportamento e condições clínicas associadas. Embora a atividade e o dano da doença possam ter um papel, sua associação com QVRS não é clara, sugerindo que fatores relacionados ao paciente podem ser mais relevantes. Ademais, o LES afeta predominantemente mulheres em idade fértil e como amplamente comprovado, pode estar associado a desfechos adversos da gestação. Além disso, complicações fetais, em particular, a morte fetal e síndrome de lúpus neonatal, podem ocorrer em pacientes com LES. Conclusão: Os resultados sugerem que o lúpus eritematoso sistêmico seja uma condição complexa e multifacetada, que apresenta desafios significativos para o diagnóstico e tratamento como também para a qualidade de vida dos pacientes afetados
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