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Clustering of Gaussian Random Vector Fields in Multiple Trajectory Modelling
This paper concerns the estimation of multiple dynamical models from a set of observed trajectories. It proposes vector valued gaussian random fields, representing dynamical models and their vector fields, combined with a modified k- means clustering algorithm to assign observed trajectories to models. The assignment is done according to a likelihood function obtained from applying the random field associated to a cluster, to the data. The algorithm is shown to have several advantages when compared with others: 1) it does not depend on a grid, region of interest, grid resolution or interpolation method; 2) the estimated vector fields has an associated uncertainty which is given by the algorithm and taken into account. The paper presents results obtained on synthetic trajectories that illustrate the performance of the proposed algorithm
Controlo Interno
Lição Sumário apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do título de agregado em Ciências Empresariais, especialidade em Gestã
Controlo de Sistemas Pneumáticos
Neste artigo apresenta-se várias abordagens aos problemas de controlo de sistemas industriais tendo como base de atuação a pneumática. São apresentadas as metodologias de controlo de sistemas pneumáticos mais correntes como sejam o método de Cascata, de Memórias e dos Mapas de Karnaugh quer ao nível do controlo pneumático quer elétrico. Apresentam-se diversas abordagens de controlo destes mesmos sistemas recorrendo a autómatos programáveis (PLC)
Controlo mecânico de infestantes
As infestantes são plantas indesejáveis que crescem juntamente com as plantas cultivadas e que interferem no seu desenvolvimento normal.
As infestantes podem ser uma das principais causas da diminuição do rendimento das culturas, porque competem com elas para o espaço, para a água, luz solar, nutrientes e dióxido de carbono, podem segregar substâncias alelopáticas, ser o meio no qual temporariamente se instalam alguns organismos responsáveis por inúmeras pragas e doenças que atacam as culturas dificultando assim o combate às mesmas, dificultam a colheita quer esta seja manual ou mecanizada, podem contaminar o produto final, depreciando-o e, asseguram a reinfestação para as culturas seguintes.
O controlo de infestantes ter-se-á iniciado quando o homem deixou a de ser nómada e de assegurar as suas necessidades através da colheita de frutos e da caça e passou após a “domesticação“ das espécies animais e vegetais a fazer agricultura, tornando-se sedentário. Portanto, desde o início da agricultura, que o homem tem feito grandes esforços para controlar as plantas infestantes, primeiro à mão, depois com o uso de alguns artefactos, ferramentas e equipamentos para melhorar a eficiência no seu controlo. Hoje existem equipamentos mecânicos sofisticados tal como, substâncias químicas ou biológicas que permitem o seu controlo prevenindo ou retardando a sua germinação ou crescimento.
Interferência das plantas infestantes com a cultura pode gerar perdas significativas, na qualidade e quantidade de alimentos produzidos, desperdiçando enormes quantidades de energia, especialmente não renováveis. Os custos no controlo e os efeitos sobre os rendimentos são muito variáveis, dependendo do agricultor, das espécies de plantas infestantes e da estratégia ou estratégias adoptadas para garantir a eficácia no controlo.
Nas últimas cinco décadas têm vindo a fazer-se significativos avanços científicos e tecnológicos na criação de estratégias para o aumento da eficácia no controlo de infestantes seja mecanicamente, seja através da utilização de substâncias químicas ou biológicas menos tóxicas para o homem, menos agressivas ao meio ambiente, com menores custos de produção e ao mesmo tempo, mais selectivas para as culturas onde são aplicadas.
A alternativa ao controlo químico de infestantes através da aplicação de herbicidas é o controlo mecânico pela utilização de diversas alfaias agrícolas, tais como a charrua de aivecas, a charrua de discos, o escarificador de braços rígidos, o escarificador de braços flexíveis (vibrocultor) e a fresa. O controlo mecânico de infestantes poderá ser levado a cabo também por máquinas de corte, como por exemplo, as gadanheiras. Cortar as infestantes numa fase de desenvolvimento antes da produção de semente evita a sua propagação.
Se o agricultor optar pela sementeira directa como técnica de instalação das culturas, a única alternativa que tem para o controlo de infestantes é a química, mas se optar pelo sistema de mobilização tradicional ou pela mobilização reduzida poderá controlar as infestantes, química e/ou mecanicamente.
A eficácia das diferentes alfaias no controlo de infestantes depende da própria alfaia, da época do ano em que se realiza esse controlo, do estado do solo, das espécies de infestantes presentes e seu estádio de desenvolvimento.
Iremos no presente trabalho, referir os aspectos mais importantes do controlo mecânico de infestantes
Expectativas generalizadas de controlo
No presente trabalho é apresentada a tradução e a adaptação para português da Escala de Expectativas Generalizadas de Controlo (BEEG–20) de Palenzuela (1997). Esta bateria de escalas é constituída por 20 itens cotados de 1 a 9. É baseada na teoria de controlo pessoal do mesmo autor e avalia 3 dimensões das expectativas de controlo: Locus de controlo (com 3 componentes: contingência, não contingência e sorte), Auto eficácia e Expectativa de sucesso ou êxito.
Foi efectuada tradução e posterior aplicação numa amostra de 100 elementos. O Coeficiente de Spearman-Brown foi de 0.856 e a correlação teste x reteste na mesma amostra foi de 0.765, apresentando todas as subescalas correlações que estatisticamente se mostraram altamente significativas (p=0.000), o que revela boa consistência interna e estabilidade temporal.
Numa análise factorial com os 20 itens da versão portuguesa extraímos 4 factores que no seu conjunto explicam 60.498 da variância total. As qualidades psicométricas são apresentadas no texto.Centro de Estudos em Educação, Tecnologias e Saúd
Accountability e controlo social
Comunicação apresentada no 8º Congresso Nacional de Administração Pública – Desafios e Soluções, em Carcavelos de 21 a 22 de Novembro de 2011.Este artigo é uma reflexão sobre a nova fase da administração pública brasileira após as reformas
da década de 1990, a criação das agências reguladoras e a tentativa de consolidação da relação
das agências reguladoras com os cidadãos. O foco do artigo é tentar demonstrar que a
participação social nas decisões das agências reguladoras constitui-se em importante investimento
destinado a aperfeiçoar o processo de formulação e implementação de políticas públicas
regulatórias. O artigo visa também esclarecer que a participação social é um elo fundamental para
a boa governança, permitindo as agências reguladoras obter novas fontes de ideias relevantes,
informações e recursos para a tomada de decisões. De igual importância é ressaltado que o aumento da participação social amplia o espectro da contribuição do cidadão e fortalece a construção da confiança pública nas agências reguladoras. A TIC – Tecnologia de Informação e Comunicação provavelmente pode ser a solução para a ampliação da participação cidadã. Países da OCDE têm alcançado um alto nível de participação social através da utilização destas tecnologias. O fator primordial posto em pauta neste artigo é que o sucesso da implementação de um Estado regulador dependerá principalmente de um maior envolvimento da população em geral nos assuntos regulatórios e na formulação e implementação de políticas públicas regulatórias
Sistemas de controlo de acesso
A segurança, o conforto, a funcionalidade e a fiabilidade dos
sistemas que integram as instalações são aspectos
fundamentais na qualidade de vida das pessoas. Os sistemas de controlo de acessos são, cada vez mais, um
elemento facilitador da gestão dos espaços essenciais à
dinâmica funcional das instalações e um meio imprescindível
de controlo da actividade nas organizações.
O presente artigo aborda a temática do controlo de acessos,
no que se refere, essencialmente, aos aspectos técnicos e tecnológicos dos mesmos
Controlo de tráfego em redes ATM: da qualidade de serviço à qualidade global
Adopção de uma rede universal de comunicação, utilizando o Modo de Transferência
Assíncrono (ATM, Asynchronous Transfer Mode), onde a capacidade de transmissão, o tipo de tráfego e a qualidade de serviço são negociados no estabelecimento ou durante a fase activa das conexões, permite a utilização de funções de qualidade global, onde os objectivos de controlo e os requisitos da qualidade de serviço, são quantificados e usados nas acções de controlo de tráfego e de gestão de recursos. Nesta perspectiva,
analisa-se o conceito de qualidade nos diversos componentes dos sistemas de comunicação, discute-se a quantificação das variáveis de qualidade de serviço e apresentam-se mecanismos de controlo de tráfego e de administração de redes de comunicação. Mostra-se, igualmente, como uma função de parâmetros de qualidade pode ser utilizada no controlo de admissão de conexões ATM e no encaminhamento de chamadas
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