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    (Re)viver a vida : etnobiografias e produção de novos sentidos

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    Comunica√ß√£o apresentada no II CIPA ‚Äď Congresso Internacional sobre Pesquisa (Auto)Biogr√°fica, Tempos Narrativas e Fic√ß√Ķes: a inven√ß√£o de si, Salvador, Bahia, Brasil, 2006.Nesta comunica√ß√£o procuramos mostrar como os professores, esses agentes sociais que constituem nosso objecto de estudo, se redescobrem, racionalizam experi√™ncias passadas, op√ß√Ķes tomadas, etc., pela possibilidade de terem algu√©m que os ouve e os questiona a partir das suas pr√≥prias l√≥gicas e contextos

    Os saberes da antropologia da educação e a emergência de novos papéis sociais em escolas portuguesas

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    A escola sempre foi um lugar de encontros e desencontros de pessoas, de diferentes culturas, de diferentes pontos de vista, de v√°rios saberes, de continuidades e descontinuidades entre a escola e o lar. Contudo, a ‚Äúescola para todos‚ÄĚ trouxe mais gente para dentro do mesmo espa√ßo, das mesmas regras, da mesma cultura hegem√≥nica do Estado-Na√ß√£o. Por isso a educa√ß√£o, mesmo a educa√ß√£o escolar, para ser performativa, n√£o pode ser sen√£o um processo de media√ß√£o entre sujeitos, mundos e saberes. E n√£o ser√° o professor, qualquer que seja, por defini√ß√£o, um mediador? Mas √©-o na pr√°tica? Todos o s√£o? O professor √© um mediador de aprendizagens ou, tamb√©m, de tens√Ķes sociais, de conflitos, de culturas, um mediador intercultural, portanto e um mediador sociopedag√≥gico? O Professor pode ser isto tudo? Nesta comunica√ß√£o apresentar-se-√° parte de uma pesquisa em curso sobre o trabalho social realizado num programa TEIP ‚Äď Territ√≥rios Educativos de Interven√ß√£o Priorit√°ria, e num GAAF ‚Äď Gabinete de Apoio ao Aluno e √† Fam√≠lia, onde professores, psic√≥logos, antrop√≥logos, soci√≥logos, assistentes sociais, animadores e educadores sociais t√™m trabalhado, em conjunto, usando teoria e metodologia da antropologia da educa√ß√£o para construir estrat√©gias de resolu√ß√£o de tens√Ķes sociais que, tantas vezes, se transformam em indisciplina escolar e na exclus√£o de muitos alunos no acesso √† cultura hegem√≥nica

    Professores e outros atores no processo educativo escolar

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    Comunica√ß√£o apresentada no XXIV Col√≥quio AFIRSE Portugal, A escola: din√Ęmicas e atores, que decorreu em Lisboa, de 2 a 4 de fevereiro de 2017, no Instituto de Educa√ß√£o da Universidade de Lisboa.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    The Master Programe on Intercultural Mediation and Social Intervention

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    Portugal, in particular, and Europe in general are paradigms of diversity in unity and of the need for intercultural mediation and social intervention policies enabling the reception, hospitality, respect for others and their training in a more inclusive society. From a research and sociological and anthropological level of knowledge, the ESECS-IPLeiria invested, in 2013, on a Master program in Intercultural Mediation and Social Intervention that is a unique example in Portugal. In this paper, in addition to present the Master’s curriculum, we invest in the distinction between preventive mediation, transformative and social empowerment, rather than focusing on solving, typical of conflict resolution, based on the questionable pillar of neutrality and impartiality

    Trabalho social na escola : um estudo comparativo entre TEIPS e GAAFS

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    Comunica√ß√£o apresentada no XVIII Col√≥quio da Associa√ß√£o Francofone Internacional de Pesquisa Cient√≠fica em Educa√ß√£o (Afirse): Deontologia, √©tica e valores na educa√ß√£o ‚Äď Utopia e realidade, Universidade de Lisboa, Lisboa, 2010.Nesta comunica√ß√£o apresentar-se-√° parte de uma pesquisa em curso sobre o trabalho social realizado num programa TEIP ‚Äď Territ√≥rios Educativos de Interven√ß√£o Priorit√°ria e num GAAF ‚Äď Gabinete de Apoio ao Aluno e √† Fam√≠lia, onde professores, psic√≥logos, educadores sociais e assistentes sociais t√™m trabalhado em conjunto para construir estrat√©gias de resolu√ß√£o de problemas sociais que tantas vezes se transformam em indisciplina escolar e na exclus√£o de muitos alunos do acesso √† cultura hegem√≥nica

    A entrevista em grupo: formas de desocultar representa√ß√Ķes e pr√°ticas de trabalho social nas escolas

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    Nesta comunica√ß√£o apresentar-se-√° parte de uma pesquisa em curso sobre o trabalho social feito nas escolas, quer por parte de educadores sociais e assistentes sociais, quer por parte de professores que est√£o sensibilizados e preparados para fazer media√ß√£o escolar e a articula√ß√£o entre a cultura hegem√≥nica da escola e as dos alunos que a ela chegam. Para o efeito, socorrer-nos-emos dum trabalho etnogr√°fico e, em particular, de narrativas de professores de duas escolas do concelho de Leiria que t√™m sido paradigm√°ticas na constru√ß√£o de pr√°ticas pedag√≥gicas e sociais de como lidar com a diferen√ßa, a desigualdade e os problemas da sociedade contempor√Ęnea que se espelham na ‚Äúescola para todos‚ÄĚ. Dedica-se uma especial aten√ß√£o √† an√°lise de uma entrevista em grupo (focus group) para confrontar pontos de vista. A partir de extractos das vozes dos sujeitos implicados nessa entrevista em grupo, avaliar-se-√° da efic√°cia desta metodologia etnogr√°fica e do valor heur√≠stico da mesma para confrontar representa√ß√Ķes e pr√°ticas de trabalho social em escolas. Este tipo de entrevista, gravada em √°udio e em v√≠deo, permite apurar melhor os olhares consonantes e dissonantes sobre a emerg√™ncia e legitima√ß√£o de novos profissionais dentro das escolas hoje, cada vez mais, um microcosmos da sociedade global

    Territórios educativos e mecanismos de lidar com a diferença na escola

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    Pretendemos, nesta comunica√ß√£o, dar conta duma investiga√ß√£o a decorrer no CIID-IPL (www.ciid.ipleiria.pt) que compara as pr√°ticas de Professores e de T√©cnicos Superiores de Servi√ßo Social (TSTS) em dois Territ√≥rios Educativos do concelho de Leiria1: um Territ√≥rio Educativo de Interven√ß√£o Priorit√°ria (TEIP) e um Agrupamento Escolar que tem sustentado uma ‚ÄúOficina de Comportamento‚ÄĚ a par do curr√≠culo formal e experimentado um Gabinete de Apoio ao Aluno e √† Fam√≠lia (GAAF) do Instituto de Apoio √† Crian√ßa (IAC) como meio de media√ß√£o sociopedag√≥gica. Em ambos os territ√≥rios, as fun√ß√Ķes de media√ß√£o t√™m sido desempenhadas por professores e TSTS, um com mais autonomia para sustentar mediadores, outro que tem privilegiado o projecto educativo como gerador de cr√©ditos hor√°rios para afectar professores ao trabalho de media√ß√£o. Apesar das diferen√ßas estruturais e de variedade de agentes educativos implicados, em ambos os territ√≥rios h√° uma cren√ßa de se trabalhar com a diferen√ßa cultural na escola, com a media√ß√£o de tens√Ķes sociais mas as pr√°ticas e discursos de professores e TSTS parecem inscrever-se numa postura ideol√≥gica pr√≥xima do que designamos de ‚Äúpatologiza√ß√£o da diferen√ßa‚ÄĚ que v√™ a escola contempor√Ęnea com muitos problemas que t√™m de ser resolvidos n√£o s√≥ por professores mas, tamb√©m, por psic√≥logos e TSTS como sejam os assistentes sociais, educadores sociais, soci√≥logos, animadores, etc. A t√≥nica da pr√°tica parece ser posta na media√ß√£o para a resolu√ß√£o de conflitos (a escola como o hospital dos problemas sociais) e n√£o tanto da media√ß√£o s√≥cio-cultural, a montante dos problemas, resultante da (in)comunica√ß√£o entre os agentes educativos e os alunos e suas fam√≠lias, bem como entre os diferentes alunos

    A formação no ensino superior para a mediação

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    Apresentamos os resultados de uma an√°lise documental sobre o que os v√°rios cursos da √°rea das ci√™ncias sociais e humanas, para al√©m da forma√ß√£o de professores, que p√Ķe a t√≥nica na sa√≠da profissional de ser educador/ser professor, indicam nas sa√≠das profissionais ligadas √† media√ß√£o e quais aqueles que, particularmente, cont√™m unidades curriculares ligadas √† media√ß√£o. Procuramos perceber at√© que ponto a forma√ß√£o de √≠ndole superior, nas universidades e institutos polit√©cnicos do pa√≠s, antev√™ e prepara os alunos para esta dimens√£o da media√ß√£o, seja ela da media√ß√£o de conflitos ou da media√ß√£o sociocultural ou intercultural aplicada ao contexto pedag√≥gico e escolar
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