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A olfactometria como método de selecção de coccinelídeos afidífagos
Um olfactómetro de difusão usado para testar duas espécies de Coccinelídeos afidífagos, Coccinella septempunctata e Adonia variegata, revelou-se eficaz. Foram oferecidas aos predadores três presas diferentes: Acyrtosiphon pisum, Megoura viciae e Aphis fabae. Os dados foram tratados estatisticamente. As conclusões
mostram que existe uma preferência nítida pelas plantas infestadas com afídeos, quando comparadas com plantas não-infestadas. O aparelho também ajuda a escolha do afídeo pelo predador, como se verificou com dois afídeos usados na dieta laboratorial, Megoura viciae e Aphis fabae
Talvez uma nova espécie para os Açores.
Algumas semanas atrás, um grande bando duma nova espécie de ave para os Açores, surgiu na ilha de São Miguel, nomeadamente na cidade de Ponta Delgada e arredores.
Trata-se do LUCRE Carduelis spinus, que muito se assemelha a um Pintassilgo Carduelis carduelis, mas sem apresentar o encarnado nas faces. Com o formato semelhante ao Canário-da-terra Serinus canaria e com uma coroa preta tal e qual a Toutinegra Sylvia atricapilla
As bases químicas da vida em Limite de Idade, de Vitorino Nemésio
“[…]. No entanto, propomo-nos analisar, ainda que sucintamente, alguns aspectos da obra de Vitorino Nemésio – Limite de Idade. Trata-se de uma colectânea de poemas, designados pelo autor, na sua dedicatória a Aurélio Quintanilha, como «delírios microfísicos e biopoéticos», elaborados em boa parte ao longo do ano de 1971, todos eles recheados de conceitos de Física, Química e Biologia, profundamente amadurecidos e enraizados na mente do poeta. […]
Durée de développement et fecondité d'Ephestia kuehniella Zeller (Lep., Pyralidae) après le ralentissement de quelques jours à l'état pré-nymphal et nymphal à basses temperatures
Ephestia (Anagasta) kuehniella ZELLER (Lepidoptera, Pyralidae), hôte de substitutíon pour la multiplication des Trichogrammes (Hymenoptera, Trichogrammatidae) est elevée à la Station de Zoologie et de Lutte Biologique d'Antibes depuis 1962. La technique d'élevage est décrite par DAUMAL, J. et al. (1975). Selon DAUMAL et al. (1981) le développement des chenilles à basses températures (10ºC) augmente le rendement de l'élevage
d'Ephestia, dans la mesure ou cette méthode augmente la croissance pondéral et la fécondité des femelles; diminue considérablement le canibalisme; supprime les effects d'un germe pathogene endémique et permet un stockage avec programmation
de la chaine de fabrication de l'hôte.
La désavantage du prolongement de la durée du cycle par le froid est contrabalancé par le stade sanitaire optimal des élevages et par la disponibilité d'un important stockage de production animale. D'autre part, ils ont aperçu que le stade plus sensible est
celui qui sépare la pré-nymphe de la nymphe. OZER, M. (1953) montre que selon la température d'élevage des stades pré-imaginaux d'Ephestia, les adultes ont un comportement et un préferendum thermique différent. Ainsi, nous avons vollu étudier
l'influence des basses températures (10ºC) sur la durée de développement des stades pré-nymphal et nymphal, et sur la fécondité des imagos d'Ephestia kuehniella ZELLER,
qui ont subi ce traitement
Roteiro provisório dos livros da Capitania Geral dos Açores pertencentes à secção de reservados da Biblioteca Pública e Arquivo de Angra do Heroísmo
“[…]. Por termos constatado que alguns investigadores, nomeadamente do Departamento de História da Universidade dos Açores, estão, actualmente, interessados no estudo dos documentos da Capitania Geral, decidimos iniciar este roteiro pelos livros deste núcleo, que se encontram na Secção de Reservados desta Biblioteca Pública e Arquivo. Este roteiro é ainda provisório, porque, mais tarde, teremos que lhe acrescentar outros livros, que nos surgirão, certamente, quando inventariarmos toda a documentação da Capitania Geral existente neste Arquivo. O núcleo é muito vasto, pelo que, de momento, só nos foi possível percorrer os livros da Secção de Reservados. […]
Portugal e a moderna Orientalística
“Os Portugueses até foram pioneiros da moderna Orientalística. Rumando directamente da «ocidental praia lusitana» às costas do Malabar, projectaram a Europa no coração da Ásia; assentaram firmemente os pés nesse Oriente misterioso e fascinante; penetraram real e seriamente nalguns recantos da alma oriental, investigando lendas e costumes, estudando línguas, culturas e religiões dos povos que aí viviam. As motivações podem ter sido muito diversas – dilatação da Fé e do Império, comércio, espírito de aventura, curiosidade intelectual. O resultado final foi um avanço apreciável na investigação do Oriente, o mesmo é dizer, na Orientalística. […]
A literatura emigrante portuguesa na Califórnia
“A primeira preocupação no estudo de uma produção literária de emigração deverá ser definir os seus limites. À pergunta «O que é literatura de emigração?» poderia responder-se que em termos gerais seria factível considerar três níveis separados, independentemente da língua em que esta literatura é produzida. Em primeiro lugar estaria aquilo a que se poderia chamar literatura emigrante, aquela que traduz a marca directa ou indirecta de uma mutação vivencial Por literatura emigrada entender-se-ia a criada por autores transplantados mas não afectada – ou minimamente afectada – pela nova ambiência. E finalmente por literatura étnica é habitual compreender-se a escrita por descendentes de emigrantes, cônscios da sua especificidade cultural dentro do país de acolhimento. […]
O Milhafre Buteo buteo - nossa única ave de rapina diurna.
"[...]. Estas aves continuaram a ser o símbolo dos Açores, mormente, aquando da visita régia do Rei Dom Carlos e da Rainha Dona Amélia em 1901. 0 jornal "AÇORIANO ORIENTAL", fundado há 130 anos, possui um cabeçalho ilustrado com uma dessas aves. Os autores das primeiras propostas de autonomia, passaram a dar-lhes uma conotação política. Outras conotações lhes foram atribuídas, como por exemplo, a da destruição dos recursos alimentares do homem. Pelo contrário, e apesar do seu porte ameaçador, são aves muito pacíficas que só caçam quando necessitam de alimento. 0 seu único inimigo é o homem. Trata-se duma espécie vulgarmente conhecida nos Açores por MILHAFRE ou QUEIMADO e cujo nome científico é Buteo buteo. Como o nome vulgar pode variar de região para região, a espécie em questão é denominada no Continente por Águia-de-asa-redonda. [...]
Um bracelete Ndembu : contribuição para o estudo da arte dos metais no Norte de Angola
“[…]. Bracelete com figura de ave. Latão cor de ouro claro. Compõe-se de três partes principais: um aro de fixação ao pulso, um pé de suporte e uma figura de ave. […]
A Matriz da Vila das Velas e o seu retábulo quinhentista no contexto da fixação da sociedade na Ilha de S. Jorge
“[…]. III – Concentrada a sua teia urbana no espaço fronteiro ao mar, aí se situava na praça do município, já então, a igreja Matriz, invocada ao patrono da Ilha. Quando terá sido construída esta igreja, é assunto que permanece obscuro, à míngua de documentação. Contudo, tem sido veiculado por estudiosos jorgenses dos fins do século passado e começos do presente, que já existia antes de 1640. É o caso do erudito Dr. João Teixeira de Sousa e, na sua peugada, de João Duarte de Sousa e José Cândido da Silveira Avellar. Para tanto, fundamentaram-se no testamento do Infante D. Henrique, de 13 de Outubro de 1460, aonde consta: «Item ordenei e estabeleci a igreja de São Luis, na Ilha de são Luis, e a igreja de são Diniz na ilha de são Diniz: e a igreja de são Jorge…». […]