“A primeira preocupação no estudo de uma produção literária de emigração deverá ser definir os seus limites. À pergunta «O que é literatura de emigração?» poderia responder-se que em termos gerais seria factível considerar três níveis separados, independentemente da língua em que esta literatura é produzida. Em primeiro lugar estaria aquilo a que se poderia chamar literatura emigrante, aquela que traduz a marca directa ou indirecta de uma mutação vivencial Por literatura emigrada entender-se-ia a criada por autores transplantados mas não afectada – ou minimamente afectada – pela nova ambiência. E finalmente por literatura étnica é habitual compreender-se a escrita por descendentes de emigrantes, cônscios da sua especificidade cultural dentro do país de acolhimento. […]
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