11 research outputs found

    3-D Perturbations in Conformal Turbulence

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    The effects of three-dimensional perturbations in two-dimensional turbulence are investigated, through a conformal field theory approach. We compute scaling exponents for the energy spectra of enstrophy and energy cascades, in a strong coupling limit, and compare them to the values found in recent experiments. The extension of unperturbed conformal turbulence to the present situation is performed by means of a simple physical picture in which the existence of small scale random forces is closely related to deviations of the exact two-dimensional fluid motion.Comment: Discussion of intermittency improved. Figure include

    KREDITUDVIDELSE OG VALUTARESERVE

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    Idiopathic generalized epilepsy (IGE) is often not recognized with serious consequences on the sufferers. We examined factors contributing to the missed diagnosis of IGE in 41 adults attending our epilepsy clinic with diagnosis of partial epilepsy who had semiology or EEG findings suggesting a possible differential diagnosis. After careful re-evaluation, the diagnosis of IGE was established in 25 patients: 22 (88%) with JME, one with juvenile absence, one with perioral myoclonia with absences, one with eyelid myoclonia with typical absences. Myoclonic jerks, the hallmark of the JME and other IGE, were not usually reported by patients or misdiagnosed as focal motor seizures. Brief and infrequent absence seizures and focal EEG abnormalities were other factors contributing to not recognizing JME. All 25 patients did not achieve seizure control before re-evaluation of diagnosis. After appropriate diagnosis of IGE and change of AED to valproate or valproic acid, 19 (76%) became seizure free and six (24%) had a significant improvement on seizure control. Association with lamotrigine provided further improvement in three of these patients. An appropriate questioning to identify myoclonic and absence seizures and a proper interpretation in the context of whole clinical constellation are essential for a correct seizure classification and diagnosis of IGE in adults.A epilepsia generalizada idiopática (EGI) frequentemente não é diagnosticada corretamente em adultos, com sérias consequências para os pacientes. O objetivo deste estudo foi avaliar os fatores mais frequentemente associados a dificuldades no diagnóstico diferencial entre epilepsias parciais e generalizadas em adultos. Avaliamos 41 pacientes com diagnostico de crises parciais complexas com elementos de anamnese e EEG indicando um possível diagnóstico diferencial. Foi possível a mudança do diagnóstico de epilepsia parcial para EGI em 25 pacientes: 22 (88%) com EMJ; um com ausência juvenil, um com síndrome de ausências com mioclonias periorais e um com ausência com mioclonias palpebrais. Mioclonias, uma das características da EMJ e outras formas de EGI, geralmente não eram espontaneamente relatadas pelos pacientes. Abalos mioclônicos unilaterais eram confundidos com crises parciais motoras. Ausências breves e pouco frequentes e anormalidades focais no EEG contribuíram para o não reconhecimento de EGI. Todos os 25 pacientes apresentavam crises sem controle adequado antes da revisão diagnóstica. Após o diagnóstico correto e mudança para monoterapia com acido valpróico ou valproato de sódio, 19 (76%) ficaram livre de crises e seis (24%) dos 25 pacientes apresentaram melhora significativa. A associação de lamotrigina em três destes pacientes propiciou redução significativa da frequência de crises. Em conclusão, anamnese detalhada e questionamento direcionado para determinar a presença de mioclonias e crises tipo ausência e a sua interpretação no contexto clínico são fundamentais para o diagnóstico correto das EGI em adultos

    Efeito de diferentes tamanhos de clareiras, sobre o crescimento e a mortalidade de espécies arbóreas, em Moju-PA Effect of diferente gap sizes on the growth and mortality of arboreal species, in Moju-PA

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    Crescimento e mortalidade de Sterculia pruriens, Vouacapoua americana, Jacaranda copaia, Protium paraensis, Newtonia suaveolens e Tabebuia serratifolia, considerando diferentes tamanhos de clareiras, foram avaliados em Moju PA(2º07'30" e 2º12'06" de latitude Sul e 48º46'57" e 48º48'30" de longitude a Oeste de Greenwitch). Selecionou-se nove clareiras da exploração florestal, que foram agrupadas em pequenas (200m²<Área<400m2­), médias(400m²<Área<600m²) e grandes (>600m²). Em seu torno instalou-se parcelas quadradas de cinco metros de lado, nas direções Norte, Sul, Leste e Oeste, onde foram plantados indivíduos da regeneração natural de espécies arbóreas. No centro de cada clareira foi instalada uma parcela de 5m X 5m como comparador. A média da mortalidade total foi de 46,9%, não havendo diferenças entre as clareiras pequenas(41,05%) e médias(43,86%), mas estas diferiram das grandes(54,96%). As clareiras pequenas são mais propícias para a maioria das espécies, exceto para J. copaia e N. suaveolens, cujas mortalidades foram menores nas clareiras médias. A mortalidade variou de 14,5%(S. pruriens) nas clareiras pequenas a 70,1%(V. americana) em clareiras grandes, sendo que S. pruriens mostrou menor mortalidade em todos os tamanhos de clareiras. As espécies morreram mais em clareiras grandes. A mortalidade está entre os valores encontrados na literatura, permitindo concluir que não se pode classificar com precisão as espécies em grupos ecológicos somente com base na mortalidade ou sobrevivência. Em termos de crescimento, os resultados indicam que os melhores sítios para desenvolvimento das espécies são as clareiras médias, seguidos pelas clareiras grandes e pequenas. Em termos gerais, a média de crescimento em altura foi de 11,34cm e de 0,11cm em diâmetro de base, com valores maiores para J. copaia. Somente V. americana e P. paraenses não apresentaram diferenças significativas no crescimento em altura em relação aos diferentes tamanhos de clareiras. Os valores de crescimento e mortalidade das espécies apresentaram variações em relação aos diferentes tamanhos de clareiras. J. copaia e N. suaveolens apresentaram melhor desempenho, tanto em termos de mortalidade como de crescimento em altura e diâmetro de base nas clareiras médias, todavia essa mortalidade foi elevada em comparação com S. pruriens.<br>Growth and mortality of Sterculia pruriens, Vouacapoua americana, Jacaranda copaia, Protium paraensis, Newtonia suaveolens and Tabebuia serratifolia regarding different gap sizes, had been evaluated in Moju Pará Brazil(2º07'30"S and 2º12'06"S and longitude 48º46'57"W and 48º48'30"W). Nine gaps from forest harvesting had been selected and grouped in small gaps(200m²<Área<400m²), medium-sized gaps(400m²<Área<600m²) and large gaps(Área>600m²). Around the gaps square plots 5m side had been installed, starting in the gap border to forest inside, according to North, South, East and West directions. In these plots seedlings from natural regeneration of tree species were planted. In the each gap center was installed a square plot of 5m side as testimony, where the plantation was repeated. The total mortality average was 46.9%, not showing significant differences between the small gaps (41,05%) and medium-sized gaps (43,86%) but these had differed from the large gaps (54,96%). The small gaps environment was most favorable for the establishment of most species, except for J.copaia and N. suaveolens whose mortalities had been lesser in the medium-sized gaps, even so has not had significant differences in mortality between the different gap sizes. Mortality varied from 14,5%(S. pruriens) in the small gaps to 70,1%(V. americana) in large gaps, but S. pruriens showed lesser mortality in all sizes of gap. All species had shown greater mortality in large gaps, with remark for V. americana (70,1%), J. copaia (69,1%) and N. suaveolens (58,7%). The mortality are between those finding in literature and for its variability they allow to conclude that if it cannot classify accurately the species in ecological groups only on mortality or survival basis. In terms of growth, however, the results are more conclusive, with evident indication of the medium-sized gaps as the best sites for development of the species, with average height growth of 15cm and base diameter growth 0,16cm, followed for the large gaps and for small ones. In general terms, the height growth average was 11,34cm and the base diameter ones was 0,11cm, with maximum values of 32,5cm (height) and 0,24cm (diameter of base) for J. copaia. P. paraensis and V. americana only had not presented significant differences in height growth regarding to different gap sizes, but the values had been a little bigger in the medium-sized gaps. The species growth and mortality, in two years of monitoring, had presented variations in relation to the different gap sizes. J. copaia and N. suaveolens had presented performance better, as much in terms of mortality as of growth in height and diameter of base in the medium-sized gaps, however this mortality was high in comparison with S. pruriens. It must, therefore, be care when taking silvicultural decisions like as thinning, because it was verified differences even though between species considered of the same ecological group

    Association between the Polymorphism of the Angiotensin-Converting Enzyme Gene and Tumor Size of Breast Cancer in Premenopausal Patients

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