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    Gene expression in placentation of farm animals: An overview of gene function during development

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    AbstractEutherian mammals share a common ancestor that evolved into two main placental types, i.e., hemotrophic (e.g., human and mouse) and histiotrophic (e.g., farm animals), which differ in invasiveness. Pregnancies initiated with assisted reproductive techniques (ART) in farm animals are at increased risk of failure; these losses were associated with placental defects, perhaps due to altered gene expression. Developmentally regulated genes in the placenta seem highly phylogenetically conserved, whereas those expressed later in pregnancy are more species-specific. To elucidate differences between hemotrophic and epitheliochorial placentae, gene expression data were compiled from microarray studies of bovine placental tissues at various stages of pregnancy. Moreover, an in silico subtractive library was constructed based on homology of bovine genes to the database of zebrafish — a nonplacental vertebrate. In addition, the list of placental preferentially expressed genes for the human and mouse were collected using bioinformatics tools (Tissue-specific Gene Expression and Regulation [TiGER] — for humans, and tissue-specific genes database (TiSGeD) — for mice and humans). Humans, mice, and cattle shared 93 genes expressed in their placentae. Most of these were related to immune function (based on analysis of gene ontology). Cattle and women shared expression of 23 genes, mostly related to hormonal activity, whereas mice and women shared 16 genes (primarily sexual differentiation and glycoprotein biology). Because the number of genes expressed by the placentae of both cattle and mice were similar (based on cluster analysis), we concluded that both cattle and mice were suitable models to study the biology of the human placenta

    Proteção do dano oxidativo hepático induzido por ferro pelo extrato aquoso da planta Plectranthus barbatus

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    Plectranthus barbatus Andrews (Lamiaceae) é uma planta muita utilizada na medicina popular para o tratamento de doenças gastrointestinais e hepáticas. O objetivo do presente trabalho foi estudar o efeito protetor do extrato aquoso de P. barbatus (EAPB) sobre os danos hepáticos causados pela sobrecarga de ferro provocada pelo ferro-dextran em ratos. O tratamento com ferro-dextran induziu uma redução significativa na concentração de glutationa reduzida nos animais tratados em relação ao grupo controle e o tratamento prévio dos animais com o EAPB protegeu o fígado do efeito provocado pelo ferro neste parâmetro. Com relação à lipoperoxidação, houve aumento significativo na concentração de malondialdeído (MDA) nos animais tratados em relação ao controle, entretanto, quando os animais receberam o tratamento prévio com o EAPB, houve redução significativa na concentração do MDA. A análise histopatológica mostrou que o grupo tratado com ferro-dextran apresentou grânulos de ferro no citoplasma das células de Kupffer com alargamento das mesmas e algumas com os núcleos hipertróficos. O tratamento prévio com EAPB resultou no desaparecimento dos sinais de danos às células de Kupffer sem nenhum núcleo hipertrófico, mas com a presença de grânulos de ferro totalmente fagocitados, o que demonstra uma aparência morfológica normal. Portanto, o EAPB pode ser útil na prevenção de danos hepáticos induzidos por sobrecarga de ferro

    Fator de crescimento fibroblástico básico e seus receptores em relação à atividade proliferativa na placenta bubalina em diferentes fases da gestação

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    Estudou-se a distribuição espaço-temporal do fator de crescimento fibroblástico básico (bFGF), do receptor 1 do fator de crescimento fibroblástico (FGFR1) e do receptor 2 do fator de crescimento fibroblástico (FGFR2) na placenta bubalina, correlacionando-a à proliferação celular. Para a detecção do bFGF, FGFR1, FGFR2 e antígeno Ki-67, colheram-se 12 placentas de búfalas nos terços inicial, médio e final da gestação, em abatedouros, e realizaram-se testes de imunoistoquímica. Detectou-se e avaliou-se a expressão do bFGF, do FGFR1, do FGFR2 e do antígeno Ki-67 ao longo da gestação. No compartimento fetal da placenta, observaram-se correlações positivas entre a expressão do bFGF e Ki-67, entre FGFR1 e Ki-67 e entre FGFR2 com Ki-67 (r=0,313, 0,358 e 0,384, respectivamente). No epitélio e estroma maternos observaram-se altas correlações entre FGFR1 e Ki-67 (r=0,739 e r=0,511, respectivamente). Os resultados sugerem envolvimento do bFGF, FGFR1 e FGFR2 na proliferação do trofoblasto enquanto no compartimento materno da placenta bubalina apenas o FGFR1 atuaria como modulador dessa atividade.The space-temporal expression of basic fibroblast growth factor (bFGF), fibroblast growth factor receptor 1 (FGFR1) and fibroblast growth factor receptor 2 (FGFR2) in buffalo placenta and correlation to proliferative activity was studied. For the localization of bFGF, FGFR1, FGFR2 and Ki-67, 12 buffalo placentas from initial, middle and final gestational thirds were collected and immunohistochemistry tests were performed. Expression of bFGF and its receptors was detected and analyzed from the initial third until the end of gestation. In the fetal compartment, positive correlations were observed between the expression of bFGF and Ki-67, FGFR1 and Ki-67, besides FGFR2 and Ki-67 (r=0.313, 0.358 and 0.384, respectively). High correlations were found between FGFR1 and Ki-67 in maternal epithelium and stroma (r=0.789 and r=0.511, respectively). The results suggest that bFGF, FGFR1 and FGFR2 may be involved in the modulation of trophoblast proliferation, whereas maternal compartment proliferation in the buffalo placenta would only be modulated by FGFR1
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