Correria, estresse, pausa no tempo: Professoras usam k-dramas para fabular outros possíveis para a vida dentrofora das escolas

Abstract

This text discusses the appropriations and uses that nine teachers, six from Rio de Janeiro and three from Espírito Santo, made of what was portrayed in the K-dramas they watched. It situates the expansion of creation, circulation, and consumption of products from South Korea's cultural industry in the conducive context of cultural capitalism, South Korean government and private investments in culture, cyberculture, and the imagery it creates and enchants its users. It presents a segment of the data produced through research in/with educational networks' everyday life, employing the methodological procedure of conversation to address the teachers' creation of fables about time and the breaks they institute to slow down. It suggests, through thenarratives produced, that disrespect and devaluation in/with the school daily life are what drain them the most and points out practices and curricular processes they consider necessary for creating alternate realities for life insideoutschools.Este texto trata de apropriações e usos realizados por nove professoras, seis do Rio de Janeiro e três do Espírito Santo, quanto ao que foi mostrado nos K-dramas3que assistiram. Situa a expansão da criação, da circulação e do consumo de produtos da indústria cultural da Coreia do Sul no contexto propício ao capitalismo cultural, no que se refere aos investimentos do governo e das empresas privadas sul-coreanas em cultura, quanto ao que criam da cibercultura e do imaginário e que parece encantarseus usuários. Traz um recorte dos dados produzidos por conta deuma pesquisa nos/com os cotidianos das redes educativas, que se valeu do procedimento metodológico da conversa, para abordar as fabulações das professoras sobre o tempo e as pausas que instituem para desacelerar. Sugereainda,o presente texto,com as narrativas produzidas, que o desrespeito e a desvalorização nos/com os cotidianos escolares é o que mais as esgotam e apontapráticas e processos curriculares que elas consideram necessários para a criação de outros possíveis para a vida dentroforadas escolas.Este texto trata sobre las apropiaciones y usos que nueve maestras, seis de Rio de Janeiro y tres de Espírito Santo, hicieron con lo mostrado en los K-dramas a los que asistieron. Establece la expansión de la creación, la circulación y el consumo de productos de la industria cultural de Corea del Sur en el contexto favorable al capitalismo cultural, de las inversiones del gobierno y las empresas surcoreanas en cultura, de la cibercultura y del imaginario que crean y encanta a sus usuarios. Trae un recorte de los datos producidos con una investigación en los/con los cotidianos de las redes educativas, que se sirvió del procedimiento metodológico de la conversación, para abordar las fabulaciones de las profesoras sobre el tiempo y las pausas que instituyen para la desaceleración. Sugiere, con las narrativas producidas, que la falta de respeto y la desvalorización en los/con los cotidianos escolares es lo que más las agotan y apunta prácticas y procesos curriculares que ellas consideran necesarios para la creación de otras posibilidades para la vida a dentro a fuera de las escuelas

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Last time updated on 27/01/2026

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