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    Perceção das educadoras de educação infantil sobre a sua formação inicial e continuada em ciências

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    Este documento tem o intuito de apresentar os resultados de um trabalho de investigação levado a cabo com um grupo de quinze professores da educação infantil da região de Pelotas (Rio Grande do Sul/Brasil). Para este contexto tivemos em consideração os seguintes objectivos: (i) Conhecer o grau de satisfação das professoras de educação infantil sobre a formação que obtiveram em ciência; e (ii) Caracterizar a formação, inicial e contínua, oferecida às professoras da educação infantil, no âmbito das ciências. Relativamente à metodologia trata-se de um estudo qualitativo de carácter descritivo, para recolha de dados recorremos ao inquérito por questionário e a análise de documentos, inclusivamente a trabalhos realizados pelas professoras. Pelos resultados obtidos verificamos que a maior parte das professoras questionadas consideraram que a sua formação inicial em ciências é pouco satisfatória, o que pode justificar algumas dificuldades na exploração científica e didática das ciências nos seus contextos educativos. No que respeita à formação continuada oferecida na área das ciências verificámos que sete professoras tinham realizado uma ação na área das ciências, enquanto cinco referiram não ter frequentado qualquer formação neste domínio. Muitas justificam este facto referindo que são promovidas com pouca frequência ações de formação em ciências e que tem pouca facilidade em frequentar essas ações de formação. Neste sentido, tentamos perceber o grau de satisfação das professoras relativamente à formação continuada em ciências, que na sua globalidade quantificam como “pouco”. Ainda a este respeito de salientar que muitas professoras classificam como “muito” a importância da formação continuada em educação em ciências para a sua prática didático-pedagógica, e referem ter “muita” disponibilidade para participar em ações de formação continuada sobre a abordagem experimental das ciências no jardim-de-infância. nomeadamente na realização de atividades experimentais. Pelos resultados obtidos ficou clara a necessidade que as professoras sentem em atualizar a sua formação, neste caso particular no domínio das ciências, de forma a conseguirem implementar práticas educativas mais inovadoras. Por outro lado, todas consideram a formação continuada como essencial para o seu desenvolvimento pessoal e profissional

    notas sobre cotidianos escolares

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    Trata-se de diálogos entre ativistas-investigador.a.s4 das questões de gênero e sexualidades com professoras lésbicas e bissexuais da educação pública de Vitória, Espírito Santo, Brasil sobre temas relacionados à diversidade sexual na escola. Apresenta relatos de professoras cisgênero sobre dificuldades em lidar com a diversidade sexual na escola. Relata as impressões das professoras sobre o tema, com foco nas implicações do pertencimento a determinadas categorias sexuais e de gênero no desempenho pedagógico. Informa que o ambiente escolar está permeado por preconceitos, em que a lesbo-homo-trans e bifobia fazem parte dos discursos heteronormativos e que obriga as professoras lésbicas e bissexuais a uma ocultação da sua orientação sexual como espécie de blindagem para garantir o respeito profissional

    Atividades experimentais investigativas de química no ensino médio: uma análise das interações verbais e cognitivas

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    Neste trabalho, investigou-se o nível das habilidades cognitivas e da interatividade desenvolvida nos diálogos entre professor e alunos durante aulas de duas professoras de química do ensino médio que utilizam atividades experimentais na construção de conhecimentos. Os discursos orais foram analisados a partir de categorias desenvolvidas para discriminar o nível cognitivo das questões propostas e das respostas elaboradas; a interatividade foi avaliada considerando-se a relação entre as falas dos alunos e o total de questões e respostas produzidas. As aulas das duas professoras mostraram alto nível de interatividade, o que pode estar relacionado ao caráter investigativo das atividades. Nas duas situações investigadas, os níveis cognitivos manifestados nas falas dos alunos se relacionaram com os níveis cognitivos das questões propostas pelas professoras

    Genero, rotina escolar e professoras

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    Anais do II Seminário Seminário Estadual PIBID do Paraná: tecendo saberes / organizado por Dulcyene Maria Ribeiro e Catarina Costa Fernandes — Foz do Iguaçu: Unioeste; Unila, 2014Este trabalho tem como objetivo compreender questões relacionadas a gênero, a partir do posicionamento de professoras, que atuam na rede de educação básica do município de Cascavel-PR, e participam do PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência) permitindo que acadêmicos do curso de pedagogia desenvolvam determinadas atividades dentro da sala de aula. Durante nosso estudo, nos referenciaremos nos estudos de Guacira Lopes Louro (1997; 2000; 2008), discutindo temáticas relacionadas a gênero, tais como: a relação entre o feminino e o masculino dentro da sala de aula e da escola; a inferiorização do feminino em relação ao masculino; a docência como sendo um papel inerente às mulheres; e as rotinas que criam e ou reforçam a segregação entre meninos e menina

    O brincar na escola infantil: sentidos e significados para crianças e professoras

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    O estudo buscou apreender as concepções de crianças e professoras sobre o brincar em uma instituição de Educação Infantil, no sentido de verificar aproximações e distanciamentos que possibilitassem que o brincar emergisse como espaço de criação, de produção de conhecimento e de crítica no processo educacional. Realizamos uma pesquisa descritiva em um Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) no município de Salvador- Ba- Brasil tendo como pressuposto teórico a perspectiva sóciohistórica e a Sociologia da Infância, entre as contribuições de estudiosos que têm se dedicado aos estudos sobre o brincar e formação de professores (as) de Educação Infantil. Os colaboradores da pesquisa foram doze crianças de três a cinco anos, seis professoras e uma coordenadora. Para a produção dos dados recorremos à observação direta, aos registros das atividades do brincar na rotina da instituição, bem como utilizamos duas diferentes estratégias metodológicas, considerando as especificidades dos sujeitos da investigação. Para cada criança solicitamos dois desenhos e durante a consecução dos mesmos realizamos seis perguntas, que podiam ser desdobradas em perguntas subsequentes. Com as professoras fizemos entrevistas narrativas desenvolvidas a partir de sete eixos. As análises revelaram que as crianças do CMEI construíram uma ideia de que o brincar só é permitido fora do espaço da sala (na área livre), por ser um espaço em que os adultos não interferem na condução das atividades e nem se preocupam com a organização de brinquedos ou outros objetos. Para as professoras os sentidos e os significados sobre o brincar apresentavam três perspectivas diferentes: como uma atividade que deveria ser utilizada como pretexto para ensinar algum conteúdo; como uma atividade importante para o desenvolvimento das crianças e como uma atividade que deveria ser planejada pelas professoras. Dentre outros aspectos, o estudo apontou que há uma necessidade de investimento na formação inicial e continuada das professoras de Educação Infantil a fim de que essas profissionais possam analisar o brincar como uma forma de expressão das crianças concebendo-as como protagonistas do espaço escolar e que suas brincadeiras sejam vistas como formas de expressão e análise do seu cotidiano. Indica também que o brincar deve estar presente nos diferentes espaços da Educação Infantil, dando uma atenção especial ao papel da brinquedoteca como espaço para e das crianças.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Saberes de professores de matemática da educação básica na perspectiva da cyberformação

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    Neste artigo apresentamos resultados parciais de uma pesquisa que investiga o processo de Cyberformação Semipresencial (formação continuada em matemática com tecnologia) vivido pelo grupo constituído pelo pesquisador (primeiro autor do artigo) e por quatro professoras de matemática da Educação Básica. Os resultados tratam da relação das quatro professoras de matemática com seus saberes profissionais. Em específico, no decorrer da pesquisa investigamos a formação continuada dessas professoras em termos matemáticos, pedagógicos e tecnológicos. Neste artigo, em particular, pinçamos dados coletados por meio de um instrumento desta pesquisa, as entrevistas semiestruturadas. Salientamos que as entrevistas realizadas precedem o início dos encontros presenciais e a distância, que compõem a Cyberformação Semipresencial. Os resultados deste artigo suscita um olhar mais atento, crítico e desencadeador dos atos de ser-com, pensar-com e saber-fazer-com os meios tecnológicos disponíveis nas salas de aula de matemática

    Atividades experimentais investigativas de química no ensino médio: uma análise das interações verbais e cognitivas

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    Neste trabalho, investigou-se o nível das habilidades cognitivas e da interatividade desenvolvida nos diálogos entre professor e alunos durante aulas de duas professoras de química do ensino médio que utilizam atividades experimentais na construção de conhecimentos. Os discursos orais foram analisados a partir de categorias desenvolvidas para discriminar o nível cognitivo das questões propostas e das respostas elaboradas; a interatividade foi avaliada considerando-se a relação entre as falas dos alunos e o total de questões e respostas produzidas. As aulas das duas professoras mostraram alto nível de interatividade, o que pode estar relacionado ao caráter investigativo das atividades. Nas duas situações investigadas, os níveis cognitivos manifestados nas falas dos alunos se relacionaram com os níveis cognitivos das questões propostas pelas professoras

    Ambiente virtual de aprendizagem: uma possibilidade de ressignificar o ensino de matemática

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    O Mathemolhes é um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), que propõe a construção de conhecimentos e conceitos matemáticos e ambientais; o desenvolvimento do pensamento lógico-matemático e a ampliação da consciência ambiental, a partir da exploração e problematização de situações problemas contextualizadas em uma realidade local envolvendo a preservação e o cuidado com o ambiente costeiro. No ambiente virtual encontram-se jogos, desafios, curiosidades e atividades em torno de questões ambientais e matemáticas inseridas em um cenário real que é a orla da Praia do Cassino (Brasil, Rio Grande/RS). Esse artigo traz a análise de interações, ocorridas nos diferentes espaços do Mathemolhes mostrando as percepções das professoras acerca das potencialidades pedagógicas desse ambiente para trabalhar conceitos da Matemática. A discussão é realizada pela articulação das falas das professoras com a teoria que balizam esse estudo, na intenção de compreender as potencialidades a partir das práticas pedagógicas vivenciadas por esse coletivo de professoras

    O estudo acompanhado em articulação com a matemática : práticas de duas professoras

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    Com a implementação do Plano da Matemática (PM), a área curricular não disciplinar de Estudo Acompanhado (EA) passou a constituir um espaço significativo para trabalhar Matemática. Neste texto, pretendemos identificar e analisar a articulação entre a disciplina de Matemática e a área de EA quando nesta são desenvolvidas tarefas matemáticas e lecionadas pelo mesmo professor. Com este intuito, analisámos as práticas de duas professoras no que diz respeito aos tipos de tarefas selecionadas para as aulas de Matemática e de EA, às razões e fontes para essa seleção e às formas como são, em geral, exploradas as tarefas em cada um destes espaços de trabalho com os alunos. Os resultados evidenciam que ambas as professoras procuram articular o trabalho desenvolvido nas aulas de Matemática e nas de EA de forma complementar, aproveitando este espaço para reforçar conteúdos e preparar os alunos para as provas nacionais, embora de formas diferentes. Os resultados sugerem também que o Plano da Matemática tem uma maior influência nas práticas das professoras nas aulas de EA do que nas de Matemática.Programa Operacional Fatores de Competitividade – COMPETEFCT – Fundação para a Ciência e Tecnologi

    Actividades experimentais no Jardim-de-Infância: projecto aprender e gostar de aprender ciências

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    A comunicação apresentada diz respeito a um trabalho realizado com crianças e educadoras. Esse trabalho faz parte de um Projecto mais amplo, “Aprender e Gostar de Aprender Ciências”, que envolveu também crianças e professoras do 1º Ciclo do Ensino Básico. O Projecto, que decorreu no ano lectivo 2006/2007 e foi financiado pelo Programa Ciência Viva VI “Ensino Experimental das Ciências na Escola”, teve como grandes finalidades a implementação de um programa de actividades experimentais para crianças e a aquisição de materiais para as escolas e os jardins-de-infância. A comunicação descreve o impacto do Projecto nas crianças, essencialmente em termos de desenvolvimento de capacidades sócio-afectivas, como a autonomia e a responsabilidade, e de construção e/ou aprofundamento de conhecimento. Descreve também a avaliação que as educadoras fizeram do Projecto, bem como o impacto deste no seu desenvolvimento profissional e nas crianças. O Projecto desenvolveu-se num concelho desfavorecido do meio rural, o Concelho de Vinhais, distrito de Bragança e ocorreu em três fases: na primeira ajudaram-se as educadoras/professoras a implementar actividades de ciências concebidas e organizadas pelos formadores. Na segunda fase ajudaram-se as educadoras/professoras a conceber e a explorar outras actividades experimentais, contribuindo para o seu desenvolvimento profissional. Na terceira fase avaliou-se o impacto do Projecto junto das crianças e das educadoras/professoras. Pela análise dos dados colhidos no decorrer do Projecto, com base na opinião das crianças e num conjunto de registos efectuados pelas crianças e pelas educadoras, pode-se afirmar que foi notória a motivação e o empenho com que participaram nas actividades; por outro lado, pensamos que o Projecto contribuiu para o desenvolvimento de competências por parte das crianças
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