Um organismo vivente

Abstract

Este artículo se propone explorar diversas dimensiones de las obras hidráulicas desde la perspectiva de uno de los protagonistas más importantes en su creación: los ingenieros. Puntualmente, mediante un ejercicio de antropología histórica, hemos recabado algunas discusiones, problemas e ideas sobre las obras hidráulicas producidas por estos actores entre 1890 y 1930. Este artículo se desprende de una investigación más amplia, que estudió controversias vinculadas al agua en los siglos XIX y XX en el valle de Catamarca (Catamarca, Argentina). Los ingenieros, en ese contexto, emergieron como actores clave que, creemos, permiten describir densamente las relaciones que se articulan en torno las obras hidráulicas. Queremos, especialmente, recorrer la distancia entre las prácticas y discusiones cotidianas de estos actores y las narrativas y argumentos que les otorgan a los primeros un sentido más amplio. Para los ingenieros del cambio de siglo, las obras hidráulicas son, o existen mediante, las discusiones por salario, el régimen de los ríos, las diversas opciones y problemas técnicos; pero también se entienden como organismos vivientes que encarnan el progreso nacional y permiten la elevación moral y material de los miembros de una “nueva sociedad” civilizada.This article aims to explore various dimensions of hydraulic works from the perspective of one of the most important protagonists in their creation: engineers. Specifically, through a historical anthropology exercise, we have collected the discussions, problems and ideas about hydraulic works produced by these actors between 1890 and 1930. This article emerges from a broader investigation, which studied controversies linked to water in the 19th and 20th centuries in Catamarca valley (Catamarca, Argentina). Engineers, in this context, emerged as key actors who, we believe, allow us to densely describe the relationships articulated around waterworks. We especially want to cover the distance between the daily practices and discussions of these actors and the narratives and arguments that give the first a broader meaning. For engineers at the turn of the century, waterworks are, or exist through, discussions about salaries, the regime of rivers, the various options and technical problems; but they are also understood as living organisms that embody national progress and allow moral and material elevation to the members of a new civilized society.Este artigo tem como objetivo explorar diversas dimensões das obras hidráulicas a partir da perspectiva de um dos protagonistas mais importantes em sua criação: os engenheiros. Especificamente, por meio de um exercício de antropologia histórica, coletamos discussões, problemas e ideias sobre as obras hidráulicas produzidas por esses atores entre 1890 e 1930. Este artigo decorre de uma pesquisa mais ampla que estudou as controvérsias relacionadas à água nos séculos XIX e XX no vale de Catamarca (Catamarca, Argentina). Os engenheiros, nesse contexto, emergiram como atores-chave que, acreditamos, permitem descrever densamente as relações que se articulam em torno das obras hidráulicas. Queremos, especialmente, percorrer a distância entre as práticas e discussões cotidianas desses atores e as narrativas e argumentos que lhes conferem um sentido mais amplo. Para os engenheiros da virada do século, as obras hidráulicas são, ou existem através de, as discussões salariais, o regime dos rios, as diversas opções e problemas técnicos; mas também são entendidas como organismos viventes que encarnam o progresso nacional e permitem a elevação moral e material dos membros de uma “nova sociedade” civilizada

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Revistas Científicas de Filo (Facultad de Filosofía y Letras, UBA - Universidad de Buenos Aires)

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Last time updated on 07/04/2025

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