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    Deep sea Caridea (Crustacea, Decapoda) from Campos Basin, RJ, Brazil

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    Durante o Projeto de Caracterização Ambiental de Águas Profundas da Bacia de Campos coordenado pelo CENPES/PETROBRAS duas campanhas de coleta foram realizadas. Ambas utilizaram o N/RB Astrogaroupa e redes de pesca de arrasto com porta para coletar amostras do talude continental da Bacia de Campos, RJ (21º48' S a 22º48'S). A campanha Oceanprof I ocorreu em fevereiro de 2003, coletou 18 amostras em profundidades que variaram entre 1074 e 1649 m e a Oceanprof II em agosto de 2003 coletou 22 amostras em profundidades variando entre 1059 e 1640 m. No total, 14 espécies de Caridea foram coletadas: Parapontophilus sp. (Crangonidae); Glyphocrangon longirostris (Smith, 1882) (Glyphocrangonidae); Lebbeus sp. (Hippolytidae); Nematocarcinus ensifer (Smith, 1882) (Nematocarcinidae); Acanthephyra eximia Smith, 1884; A. quadrispinosa Kemp, 1939; A. stylorostratis (Bate, 1888); Janicella spinicauda (A. Milne Edwards, 1883); Meningodora vesca (Smith, 1887); Notostomus elegans A. Milne Edwards, 1881; Oplophorus spinosus (Brullé, 1839); e Systellaspis debilis (A. Milne Edwards, 1881) (Oplophoridae); Heterocarpus inopinatus Tavares, 1999 e Plesionika sp. (Pandalidae). Dentre estas 14 espécies, Parapontophilus sp., Lebbeus sp. e Plesionika sp. estão sendo trabalhadas e não foram incluídas no presente trabalho. Das 11 espécies identificadas, Nematocarcinus ensifer representa uma nova ocorrência para o talude continental brasileiro.During the Campos Basin Deep Sea Environmental Project coordinated by CENPES/PETROBRAS two collecting campaigns were performed. Both used the N/RB Astrogaroupa and fishery nets to collect samples from the continental slope in Campos Basin, RJ (21º48'S to 22º48'S). Campaign Oceanprof I occurred in February, 2003 and collected 18 samples at depths between 1074 and 1649 m. Oceanprof II occurred in August, 2003 and collected 22 samples at depths between 1059 and 1640 m. A total of 14 caridean species were collected: Parapontophilus sp. (Crangonidae); Glyphocrangon longirostris (Smith, 1882) (Glyphocrangonidae); Lebbeus sp. (Hippolytidae); Nematocarcinus ensifer (Smith, 1882) (Nematocarcinidae); Acanthephyra eximia Smith, 1884; A. quadrispinosa Kemp, 1939; A. stylorostratis (Bate, 1888); Janicella spinicauda (A. Milne Edwards, 1883); Meningodora vesca (Smith, 1887); Notostomus elegans A. Milne Edwards, 1881; Oplophorus spinosus (Brullé, 1839); and Systellaspis debilis (A. Milne Edwards, 1881) (Oplophoridae); Heterocarpus inopinatus Tavares, 1999 and Plesionika sp. (Pandalidae). Three out of these 14 species, Parapontophilus sp., Lebbeus sp. and Plesionika sp. are still under investigation and were not included in the present study. From the 11 species identified Nematocarcinus ensifer is a new record for the Brazilian continental slope

    Efeito da desidratação na viabilidade de pólen de bananeira.

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    Foram testados dois métodos para desidratação de grãos de pólen de bananeira visando o determinar o teor de umidade que permitisse a manutenção da viabilidade, antes de submetê-los à criopreservação. Amostras de grãos de pólen foram desidratadas em câmara de fluxo laminar e em sílica gel por 20, 40 e 60 minutos. A viabilidade do pólen foi verificada mediante germinação in vitro e com coloração com solução Alexander e com 2,3,5 cloreto de trifeniltetrazólio (TTC). O teor de umidade dos grãos de pólen diminuiu mais rapidamente quando se utilizou a sílica gel. A percentagem de germinação in vitro do pólen reduziu à medida que o teor de umidade diminuiu. O teor de umidade do pólen de bananeira deve ser superior a 20% para garantir a sua capacidade de germinação in vitro

    Efeito de diferentes fontes de carbono na conservação in vitro de germoplasma de bananeira.

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    A conservação em condição de campo de germoplasma de bananeira tem um custo elevado e expõe os acessos a condições adversas no clima e ao ataque de patógenos, o que pode levar à perda de acessos. Uma alternativa para a manutenção de uma cópia de segurança dos acessos é a conservação in vitro que, além de permitir a conservação de um grande número de acessos livres de patógenos em um menor espaço, garante a reposição de acessos que porventura sejam perdidos no campo

    Efeito do teor de umidade na germinação in vitro de sementes de banana oriundas de autotetraploide induzido por duplicação dos cromossomos.

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    O processo de desidratação é um dos pontos cruciais para o sucesso da criopreservação de tecidos vegetais. Pois teores muito baixos levam à desidratação excessiva e morte das células, e aqueles elevados levam a formação de cristais de gelo no interior das células (1)

    Avaliação do comportamento de genótipos de Musa spp. a Meloidogyne incógnita.

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    A cultura da bananeira possui elevada importância econômica e social em todo o mundo e, dentre os problemas fitossanitários da cultura, destacam-se os fitonematoides, que causam perdas diretas, quantitativas e qualitativas, além de perdas indiretas. Dentre as táticas de manejo de fitonematoides, o uso de nematicidas é o mais empregado, entretanto, a utilização de cultivares resistentes é a medida mais econômica para o produtor

    Uso de cera à base de carnaúba em minifrutos de um híbrido de bananeira ornamental.

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    Os minifrutos de banana apresentam potencial para utilização em arranjos florais por sua beleza e originalidade, constituindo-se numa inovação no setor de ornamentais (Souza et al., 2012)

    Influência do extrato floral de 'Grande naine' na germinação in vitro do pólen de bananeira (Musa acuminata).

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    As cultivares de bananeira do subgrupo Cavendish são originadas do sul da Ásia, especificamente Vietnam, e se tornaram amplamente cultivadas sendo atualmente as preferidas no mercado internacional. Embora sejam resistentes ao mal do Panamá, as cultivares deste subgrupo são suscetíveis a Sigatoka negra e a Fusarium oxysporum f.sp. cubense raça Tropical 4 (Foc TR4). Além disso, apresentam alto grau de esterilidade, impedindo o melhoramento genético por hibridação. Estudos preliminares, visando investigar a esterilidade em cultivares deste subgrupo, mostraram que na antese as flores femininas apresentam um escurecimento (oxidação) na região distal do ovário, o qual poderia ocorrer devido à produção de substâncias que contribuiriam para dificultar a penetração e o crescimento do tubo polínico (Soares et al., 2006). Portanto, o objetivo desse trabalho foi avaliar o efeito dos extratos florais (estigma e porção distal do ovário) de bananeira Grande Naine (subgrupo Cavendish, grupo genômico AAA),na percentagem de germinação in vitro e comprimento do tubo polínico dos grãos de pólen de bananeira.pdf 264

    Análise da diversidade genética de acessos de bananeira, mediante caracterização morfo-agronômica.

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    A banana é a principal fruta no comércio internacional e a mais popular no mundo. Em termos de volume é a primeira fruta exportada, perdendo apenas para as frutas cítricas em termos de valor; além de representar segurança alimentar para muitos países em desenvolvimento. A estimativa da distância genética entre genótipos informa a respeito da organização do germoplasma, aumenta a eficiência da amostragem de genótipos, auxilia na definição de cruzamentos artificiais, na incorporação de genes exóticos (fase de pré-melhoramento) e até na recomendação de cultivares para determinadas regiões, quando o objetivo é aumentar a base genética dos cultivares sob cultivo. Assim, se constitui numa ferramenta auxiliar de grande importância em programas de melhoramento e um importante elo entre a conservação e a utilização dos recursos genéticos disponíveis (Mohammadi e Prasanna, 2003).pdf 161

    Fertilidade de grãos de pólen de híbridos diplóides de Musa acuminata.

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    Estudos sobre a fertilidade de grãos de pólen de genótipos diplóides de bananeira são fundamentais para trabalhos de biologia reprodutiva e melhoramento genético, pois permitem maior direcionamento e segurança nos cruzamentos realizados, auxiliando na identificação de gametas masculinos com potencial para serem usados em programas de hibridação. A viabilidade do pólen pode ser obtida através de um grande número de técnicas. A germinação de pólen in vitro e in vivo permite a análise da capacidade de emissão do tubo polínico. Entretanto, a germinação in vitro é um método seguro e adequado para testar a viabilidade de grãos de pólen, sendo, portanto, o mais utilizado. A germinação in vitro de pólen apresenta alta correlação com a fertilização no campo (ALMEIDA et al., 2002). Porém, a fertilização tende a ser menor que a germinação in vitro, devido à influência de vários fatores, como receptividade do estigma, barreiras genéticas e influências ambientais como temperatura e umidade relativa.pdf 256

    Conservação in vitro de germoplasma de banana em condições de crescimento mínimo.

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    A determinação das condições de cultivo in vitro que reduzam a taxa de crescimento da planta e permitam aumentar o intervalo entre subcultivos é essencial para a conservação in vitro de germoplasma. O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da temperatura e da concentração de sais no meio de cultura no crescimento in vitro de plantas de bananeira. Plantas da variedade Tropical (AAAB) cultivadas in vitro foram transferidas para os seguintes meios: MS, ½ MS (com metade da concentração de sais) e ¼ MS (com 1/4 da concentração de sais), e mantidas em três tipos de ambiente: sala de crescimento a 26 ºC, sala de conservação a 21 ºC e incubadora BOD a 16 ºC. Os parâmetros avaliados foram: altura da planta, número de folhas verdes e senescentes, enraizamento (notas de 1 a 4). Aos 60 dias após o estabelecimento do experimento as plantas mantidas a 16 ºC apresentaram crescimento mais lento, com os menores valores para comprimento de planta, enquanto que as plantas mantidas a 26 °C atingiram o topo do tubo de ensaio, indicando maior atividade metabólica e a necessidade de subcultivo. Com relação ao meio de cultura, as plantas mantidas em meio MS apresentaram maior número de folhas verdes, independente da temperatura do ambiente de cultivo, enquanto a mais baixa ocorrência de folhas senescentes foi registrada em meio MS na temperatura de 21ºC
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