75 research outputs found

    Effects of leucaena and yeast on rumen fermentation and methane emissions in cattle

    Get PDF
    Este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar os efeitos do uso de leucena e levedura em dietas para bovinos sobre o metabolismo ruminal, incluindo o pH e as produções de ácido graxos voláteis (AGV), amônia e gás metano. Quatro bovinos machos com 800 kg e fistulados no rúmen foram mantidos em quadrado latino 4 × 4, em arranjo fatorial 2 × 2, composto de dois níveis de leucena (20 e 50% MS) e feno de capim coast-cross na presença ou ausência de levedura. Não houve influência das dietas nos valores médios de pH (média 6,82) e nas concentrações de amônia no rúmen, que variaram de 18 a 21 mg/100 mL. Houve interação entre níveis de leucena e levedura na concentração total de AGV. As dietas não diferiram quanto à concentração de ácido acético, mas os animais alimentados com a dieta com 50% de leucena e contendo levedura apresentaram maiores concentrações médias de ácido propiônico (média 19,14 mM). A emissão de metano reduziu em12,3% em relação à mesma dieta sem levedura e em 17,2% quando os animais foram alimentados com 20% de leucena com levedura. Verificou-se efeito associativo de leucena, quando fornecida em alto nível na dieta (50% MS), e levedura na redução da emissão de metano e na melhoria no padrão de fermentação no rúmen, o que pode reduzir as perdas de energia e melhorar eficiência energética do animal.This research was to evaluate the effect of Leucaena (Leucaena leucocephala) and yeast (Saccharomyces cerevisiae) in diets for bovines on ruminal metabolism, including pH, volatile fatty acids, and ammonia and methane production. Four crossbred male cattle (800 kg LW) rumen cannulated were distributed to a 4 × 4 Latin Square design, in 2 × 2 factorial arrangement, composed by two levels of Leucaena (20% and 50% DM) and coast-cross grass hay, with or without yeast. No differences were observed in rumen pH (mean 6.82) and ammonia concentrations that varied from 18.71 to 21.28 mg/100 mL of ruminal fluid. There was interaction between Leucaena levels and yeast in the total concentrations of VFA. No differences were observed in the concentrations of acetic acid, but the animals fed 50% of Leucaena with yeast showed higher propionic acid concentration (19.14 mM). Methane emissions were reduced by 12.3% in relation to the same diet without yeast and in 17.2% when the animals were fed 20% of Leucaena with yeast. There was a noticeable associative effect of Leucaena when fed in high level (50% DM) and yeast in the reduction of methane emission and better rumen fermentation with possible reduction of energy loss and better energy efficiency for the animals

    Relação Custo Benefício na Produção de Silagem com Milho Bt

    Get PDF
    Eficiência e escala de produção são imprescindíveis para obtenção de retornos financeiros compensatórios na atividade pecuária. O aumento da produtividade demanda maior produção de energia digestível por área, a fim de suprir plenamente as exigências nutricionais dos animais ao longo do ano de forma menos dispendiosa. O custo com alimentação dos animais se eleva no período seco do ano devido à redução no crescimento das plantas forrageiras. Segundo Magalhães et al. (2004) as despesas com alimentação atingem 64,9% da receita obtida com a venda do leite e no período seco a silagem e os grãos de milho (Zea mays), compõem a maior parte da ração animal. O milho representa a principal cultura armazenada em forma de silagem para utilização ao longo do período de estiagem, devido à possibilidade de boas produções com alto valor nutritivo. O armazenamento de forragem na forma de silagem para alimentação dos animais no período da seca é um processo de custo elevado, cujo benefício relaciona-se diretamente com o volume e qualidade da massa produzida. As silagens de milho no Brasil possuem média qualidade e rendimento abaixo do potencial da planta no que diz respeito à produção de energia digestível por área. O alto custo da produção de silagem, muitas vezes decorre da baixa produtividade das culturas. Fatores como adubação e correção da acidez do solo, controle de invasoras e pragas, escolha da época certa para o corte, tamanho adequado de partículas, tempo de fechamento do silo, densidade alcançada com a compactação e vedação, tipo de silo e lona utilizada na vedação, controle de contaminação e manejo após abertura quando não executados corretamente, podem acarretar sérias perdas econômicas na produção de bovinos. A utilização de cultivares modernos, mais produtivos, adaptados às condições locais e resistentes a pragas pode representar ganhos efetivos em produtividade desde que não ocorram fatores limitantes a manifestação do potencial produtivo dessas culturas. A lagarta-do-cartucho, uma das principais pragas do milho no Brasil, distribui-se em todas as regiões de cultivo e pode reduzir a produção em até 38,7% (Williams & Davis 1990). O controle é convencionalmente realizado por produtos químicos e biológicos e sua necessidade condiciona-se ao nível de infestação. No ano de 2007 a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança liberou a comercialização de híbridos geneticamente modificados resistentes a pragas. A tecnologia desenvolvida em híbridos de milho contendo o gene da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt), que expressa a proteína Cry1Ab, tornou os híbridos resistentes ao ataque da lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), lagarta-da-espiga (Helicoverpa zea) e broca do colmo (Diatraea saccharalis) (Avisar et al., 2009), reduzindo o controle químico e os custos com a aplicação de defensivos. Vários trabalhos comparando híbridos de milho transgênicos com suas contrapartes convencionais, demonstraram equivalência da composição química da silagem e produção e composição do leite (Faust & Miller, 1997; Folmer et al., 2002; Donkin et al., 2003; Calsamiglia et al., 2007; Faust et al., 2007). De acordo com Wiedemann et al. (2006) é improvável que uma proteína Cry1Ab inteira e funcional seja encontrada no rúmen após 8 horas de incubação. Segundo Singhal et al. (2006) não foi possível detectar a proteína codificada pelos genes cry1Ac e cry2Ab no sangue ou no leite dos animais alimentados. Dessa forma, os alimentos derivados de animais recebendo forrageiras modificadas geneticamente são considerados tão seguros quanto àqueles derivados de animais alimentados com forragem convencional, (Flachowsky et al., 2005; Phipps et al., 2006). O foco deste trabalho foi avaliar os benefícios econômicos do cultivo de híbridos de milho transgênicos destinados à confecção de silagem para alimentação animal utilizando como parâmetros a produção e qualidade da forragem. Para tanto foram observadas a produção agronômica, características morfológicas, perdas fermentativas, perdas aeróbias, composição química, digestibilidade in vivo, desempenho animal e os custos, das sementes e com aplicação de inseticidas. A decisão de qual hibrido ensilar é de grande importância no planejamento da atividade pecuária bovina e demanda avaliação técnica e econômica. O texto que segue tem como base os resultados de uma série de ensaios comparando a utilização dos híbridos de milho DKB 390 da Dekalb e AG 8088 da Agroceres contendo o gene cry1Ab com suas respectivas contrapartes convencionais sem o gene Bt (isogênicos próximos). As pesquisas foram conduzidas no Pólo Centro Leste da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo - APTA/SAA e tiveram auxílio financeiro da FAPESP e CNPq

    Seleção de 39 variedades de cana-de-açúcar para a alimentação animal

    Get PDF
    It was developed at the Institute of Zootecnia, in Nova Odessa, SP, an experiment to evaluate 39 sugarcanes, for animal feeding. The sugarcanes were evaluated through analysis of main components and grouping. The analysis of grouping was made by the method UPGA (unweighted pair group method with arithimetic average), being taken into account, 4 characters: production of dry matter, percentage of total carbohydrates available, percentage neutral detergent fiber and percentage of effective degradability of dry matter. Being taken into account just the quality and degradability the groups 6, 7, 8, 9 and 10 were selected. Including in the evaluation, the production of dry matter, the selected groups were the one of number 6, 8 and 9.Foi desenvolvido no Instituto de Zootecnia, em Nova Odessa, SP, um experimento para avaliar 39 variedades de canas-de-açúcar, com vistas à alimentação animal. As canas foram avaliadas através de análise sob componentes principais e agrupamento. A análise de agrupamento foi efetuada pelo método UPGA (unweighted pair group method with arithimetic average), levando-se em conta, 4 caracteres, produção de matéria seca, teor de carboidratos totais não estruturais, teor de fibra insolúvel em detergente neutro e degradabilidade efetiva da matéria seca. Levando-se em conta apenas a qualidade e degradabilidade foram selecionados os grupos 6, 7, 8, 9 e 10. Incluindo na avaliação, a produção de matéria seca, os grupos selecionados foram os de número 6, 8 e 9

    Decomposição de palha de cana-de-açúcar recolhida em diferentes níveis após a colheita mecânica

    Get PDF
    The objective of this work was to determine the effect of collecting different levels of sugarcane straw on its decomposition on soil surface, after consecutive ratoons. The trial was conducted for two consecutive ratoons, using the sugarcane variety RB845210, testing four amounts of remaining straw after harvest: 11.3, 8.5, 5.7, and 2.8 Mg ha-1. Decomposition rates of biomass, carbon, nitrogen, cellulose, hemicellulose, and lignin were evaluated, as well as the C/N ratio and the mineralized quantities of C and N from the straw. Thedistinct levels of sugarcane straw aboveground do not alter decomposition rates, neither do they alter the mineralization of carbon, hemicellulose, cellulose, and lignin within the same ratoon. The straw decomposition process persists along the two ratoon cycles, regardless of the initial amount of straw on soil surface. The C/N ratio and lignin decay are adequate indicators for detecting differences of straw decomposition rates between the evaluated levels of straw, while hemicellulose and cellulose decay detects only differences in rates over time. In absolute terms, the lower the initial aboveground straw level, the higher the amounts of carbon and nitrogen mineralized, even if there are no differences in decomposition rates.O objetivo deste trabalho foi determinar o efeito do recolhimento de quantidades variáveis da palha de cana-de-açúcar sobre sua decomposição na superfície do solo, após subsequentes socas. O experimento foi realizado por duas socas subsequentes, com a variedade de cana-de-açúcar RB-845210, tendo-se testado quatro quantidades remanescentes de palha após a colheita: 11,3, 8,5, 5,7 e 2,8 Mg ha-1. Foram avaliadas as taxas de decomposição de biomassa, carbono, nitrogênio, celulose, hemicelulose e lignina, bem como a relação C/N e a quantidade de C e N mineralizada a partir da palha. O recolhimento variável da palha da canade-açúcar não alterou as taxas de decomposição da biomassa nem a mineralização de carbono, hemicelulose, celulose e lignina, em uma mesma soca. O processo de decomposição da palha não se esgota, mesmo após duas socas, independentemente da quantidade inicial de resíduo sobre o solo. A relação C/N e a decomposição da lignina servem como indicadores para verificar diferenças nas taxas de decomposição entre os níveis de palha avaliados, enquanto a decomposição da hemicelulose e da celulose somente detecta alterações nessas taxas ao longo do tempo. Em termos absolutos, quanto menor a retirada da palha do campo, maior a quantidade decarbono e nitrogênio mineralizada, mesmo que não haja diferenças na taxa de decomposição

    Effects of Leucaena leucocephala diets with or without Sacharomyces cerevisiae on the ruminal digestion, fermentation, protozoa and methane production in cattle

    No full text
    O presente trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos do uso de leucena (Leucaena leucocephala (Lam.) de wit), em dietas para bovinos com ou sem adição de levedura (Saccharomyces cerevisiae) sobre a digestão (degradabilidade e digestiilidade), fermentação (produção de ácido graxos voláteis, amônia e metano) e população de protozoários no rúmen. Foram utilizados quatro bovinos machos mestiços, com peso vivo médio de 797 kg, canulados no rúmen em experimento com delineamento Quadrado Latino 4x4 em arranjo fatorial 2x2 com dois níveis leucena (20% e 50%) com feno de Cynodon dactylon cultivar coast-cross na presença ou ausência da levedura. Os tratamentos foram denominados: 20S = 20% de feno de leucena + 80% de de coast-cross ; 50S = 50% de feno de leucena + 50% de de coast-cross; 20L = 20% de feno de leucena + 80% de de coast-cross + 10 g de levedura; 50L = 50% de feno de leucena + 50% de de coast-cross + 10g de levedura. Os parâmetros ruminais avaliados foram: produções de ácidos graxos voláteis (AGVs); concentração de amônia; pH; produção de gás metano; taxa de passagem do líquido; degradabilidade in situ da MS, FDN e PB dos fenos de leucena e coast-cross; digestibilidade in vitro da MS dos fenos de leucena e coast-cross; contagem diferencial dos gêneros de protozoários ciliados. Houve efeitos da interação entre níveis de leucena e levedura nas dietas sobre as concentrações médias dos AGVs totais (P0,05) mas foram observados efeitos significativos da interação, evidenciando maiores concentrações do ácido butiríco no tratamento 20L. Não foram observadas diferenças (P>0,05), nas concentrações de amônia no rúmen, variando de 18,71 a 21,28 mg/100 mL no líquido ruminal. Houve diferença (P0,05). A população de protozoários ciliados no rúmen sofreu alterações conforme o tratamento aplicado, tanto na concentração como na composição final da fauna, indicando um efeito associativo que ocorreu com o aumento de leucena na dieta juntamente com a levedura ou mecanismo de ação semelhante de ambos, dependendo do nível de leucena na dieta.The present work had as objective to evaluate the effect of the use of leucaena (Leucaena leucocephala (Lam.) of Wit) in diets for bovines with or without yeast addition (Saccharomyces cerevisiae) on the digestion (degradability and digestibility), fermentation (production of volatile fatty acids, ammonia and methane) and ciliate protozoa population in rumen. Four crossbred male cattle, with average body weight of 797 kg, with rumen cannula were utilized in a Latin Square assay design 4x4, in factorial arrangement (2 x 2) with two levels of leucaena (20% and 50% DM) with hay of Cynodon dactylon cv coast-cross with or without addition of yeast. The treatments had been called: 20S = 20% of leucena hay + 80% of hay of coast-cross; 50S = 50% of leucena hay + 50% of hay of coast-cross; 20L = 20% of leucena hay + 80% of hay of coast-cross + 10 g of yeast and 50L = 50% of leucena hay + 50% of hay of coast-cross + 10g yeast. The ruminal parameters evaluated were: volatile fatty acids production; ammonia concentration; pH; gas production of methane; fluid outflow; in situ degradability in situ of the DM, NDF and CP of leucena and coast-cross hays; DM in vitro digestibility of leucena and coast-cross hays and concentration and generic counting of the ciliate protozoa. It was observed effect of the interaction between leucena levels and yeast in the diets on average total concentrations of VFA. No differences were observed in the concentrations of acetic acid among the treatments. But the propionic acid concentrations had shown significant effect for levels of leucena in the diet and interaction, with higher values obtained in the high leucaena level with yeast addition (19.14 mM). The increase of the leucaena level favored a higher production of propionic acid and this effect was powed by the yeast addition. There were no differences in the butyric acid production among the treatments, but significant effect of the interaction had been observed, evidencing higher concentrations of butyric acid in the treatment 20L. No difference had been observed in the rumen ammonia concentrations, varying from 18.71 to 21,28 mg/100 mL of ruminal liquid. A reduction in the methane production was observed in the animals receiving higher level of leucena with yeast addition. The values found for the kinetic ruminal had not been affected by the treatments. There was observed alteration in the rumen protozoa population according to treatment, as much in the concentration as mainly in the final composition of the fauna, indicating to have an associative effect that occurs with the increase of leucena in the diet together with the yeast addition or occurs a mechanism of similar action of both depending on the level of leucena in the diet

    Bagaço de cana tratado por explosão à vapor em rações de bovinos em confinamento

    No full text
    Bagaço de cana cozido por explosão a vapor nas condições de 18-19 kgf/cm , temperaturas entre 190 a 210°C exposto entre 3 a 5 min, foi avaliado por determinações de laboratório, por ensaios de digestibilidade €œin vivo€œ com carneiros e pela engorda de bovinos em confinamento. As digestibilidades "in vitro" e "in situ" da MS foram respectivamente de 40 e 57%. A digestibilidade "vivo" estimada foi de 74,5%. Foram formuladas rações nas quais o bagaço tratado participou com 50,40 e 30% do total da matéria seca. Essas rações foram fornecidas em 2 anos sucessivos a 5 lotes de 10 animais em cada ano, formados por bezerros e novilhos nelore e mestiços nelore x HPB. As rações com 50% de bagaço tratado forneceram os seguintes ganhos de peso diário, em kg: bezerros, 0,393; novilhos de sobreano,0,250; 0,064; 0,307; 0,464 e 0,307; mestiços, 0,493. Nas rações com 40% de bagaço os ganhos foram respectivamente de 0,429 para novilhos nelore e 0,707 para os mestiços. Na ração em que o bagaço entrou com 30%, o ganho foi de 0,910 kg com novilhos nelore

    Bagaço de cana tratado por explosão à vapor em rações de bovinos em confinamento

    No full text
    Bagaço de cana cozido por explosão a vapor nas condições de 18-19 kgf/cm , temperaturas entre 190 a 210°C exposto entre 3 a 5 min, foi avaliado por determinações de laboratório, por ensaios de digestibilidade “in vivo“ com carneiros e pela engorda de bovinos em confinamento. As digestibilidades "in vitro" e "in situ" da MS foram respectivamente de 40 e 57%. A digestibilidade "vivo" estimada foi de 74,5%. Foram formuladas rações nas quais o bagaço tratado participou com 50,40 e 30% do total da matéria seca. Essas rações foram fornecidas em 2 anos sucessivos a 5 lotes de 10 animais em cada ano, formados por bezerros e novilhos nelore e mestiços nelore x HPB. As rações com 50% de bagaço tratado forneceram os seguintes ganhos de peso diário, em kg: bezerros, 0,393; novilhos de sobreano,0,250; 0,064; 0,307; 0,464 e 0,307; mestiços, 0,493. Nas rações com 40% de bagaço os ganhos foram respectivamente de 0,429 para novilhos nelore e 0,707 para os mestiços. Na ração em que o bagaço entrou com 30%, o ganho foi de 0,910 kg com novilhos nelore

    Determinações minerais em tecidos de bovinos suplementados ou não com minerais

    No full text
    Dois grupos de animais foram submetidos a coleta de sangue, biópsia de fígado e osso. Um grupo de 12 animais permaneceram em uma área de 12ha sem receber qualquer suplementação mineral durante 24 meses. Estes animais foram comparados com outros oito animais que receberam suplementação mineral regularmente. No grupo 1 (sem suplementação) e no grupo 2 (com suplementação) foram observados os seguintes teores de minerais no osso: Grupo 1: Ca 35,94%; P 14,98%; Mg 0,48% e cinzas ósseas 60,37%; Grupo 2: Ca 36,44%; P 16,03%; Mg 0,49% e cinzas 61,20%; no fígado: Grupo 1: Fe 189,25ppm; Cu 163,58ppm; Zn 122,58ppm e Mn 8,33ppm; Grupo 2: Fe 207,63ppm; Cu 199,25ppm; Zn 124,25ppm e Mn 9,50ppm. No soro sanguíneo (em mg/100ml): Grupo 1: Ca 9,10; P 7,84; Mg 2,08; Fe 0,33; Cu 0,10 e Zn 0,11; no Grupo 2: Ca 9,16; P 9,23; Mg 2,51; Fe 0,26; Cu 0,14 e Zn 0,11

    Determinações minerais em tecidos de bovinos suplementados ou não com minerais

    No full text
    Dois grupos de animais foram submetidos a coleta de sangue, biópsia de fígado e osso. Um grupo de 12 animais permaneceram em uma área de 12ha sem receber qualquer suplementação mineral durante 24 meses. Estes animais foram comparados com outros oito animais que receberam suplementação mineral regularmente. No grupo 1 (sem suplementação) e no grupo 2 (com suplementação) foram observados os seguintes teores de minerais no osso: Grupo 1: Ca 35,94%; P 14,98%; Mg 0,48% e cinzas ósseas 60,37%; Grupo 2: Ca 36,44%; P 16,03%; Mg 0,49% e cinzas 61,20%; no fígado: Grupo 1: Fe 189,25ppm; Cu 163,58ppm; Zn 122,58ppm e Mn 8,33ppm; Grupo 2: Fe 207,63ppm; Cu 199,25ppm; Zn 124,25ppm e Mn 9,50ppm. No soro sanguíneo (em mg/100ml): Grupo 1: Ca 9,10; P 7,84; Mg 2,08; Fe 0,33; Cu 0,10 e Zn 0,11; no Grupo 2: Ca 9,16; P 9,23; Mg 2,51; Fe 0,26; Cu 0,14 e Zn 0,11
    corecore