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    Reconhecimento de estímulos ameaçadores: efeito do tempo de exposição

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    Mestrado em Psicologia da Saúde e Reabilitação NeuropsicológicaO ser humano tem vindo, ao longo da evolução, a desenvolver aptidões de forma a adaptar-se ao ambiente que o rodeia. As emoções predispõe-nos a agir perante os acontecimentos, tornando-nos assim aptos para responder instintivamente. O medo é uma emoção básica, está associado a mecanismos de sobrevivência e, tem como objetivo motivar o individuo a enfrentar situações/estímulos ameaçadores (e.g., cobras) que podem envolver a luta ou a fuga (aumentando assim as hipóteses de sobrevivência). Conforme a Teoria da Deteção de Cobras (SDT) proposta por Lynne Isbell (2006), as cobras foram os primeiros predadores a utilizar mamíferos primitivos como presas. As cobras são um animal associado a perigos mortais e temidas pelos nossos ancestrais, bem como pelos humanos nos dias de hoje. O presente estudo consistiu numa tarefa de reconhecimento onde estavam presentes diferentes estímulos (neutros, cobras e aranhas), sendo a tarefa do participante reconhecer se estava ou não presente um animal (cobras ou aranhas). Assim, o objetivo do estudo foi compreender se os participantes reconhecem com mais precisão e eficácia as cobras e se isso é moldado em função do tempo de exposição. Os resultados deste estudo mostraram que, contrariamente à nossa hipótese, as aranhas foram reconhecidas mais eficazmente do que as cobras. Obtiveram-se percentagens de respostas superiores e tempos de reação inferiores quando as aranhas eram apresentadas. Estes resultados podem dever-se ao facto de, na presente tarefa, os estímulos serem apresentados na fóvea e não na periferia.The human being has been, throughout evolution, developing skills in order to adapt to the surrounding environment. Emotions predispose us to act at the events, making us able to respond adaptively. Fear is a basic emotion that is associated with survival mechanisms and aims to motivate the individual to face situations / threatening stimuli (eg, snakes) that may involve the fight or flight (thus increasing the chances of survival). According to the Theory of Snake Detection (SDT), proposed by Lynne Isbell (2006), snakes were the first predators using mammals as preys. Snakes are an animal associated with mortal danger and feared by our ancestors as well as humans nowadays. This study involved a recognition task where participants were present with different stimuli (neutral, snakes and spiders). The participants' task was to recognize whether or not the stimuli was an animal (snake or spider). The goal of the study was to understand whether participants recognized snakes more accurately and with shorter response times than spiders, and whether this effect was modulated by the exposure duration of the stimuli. The results showed that, contrary to our hypothesis, spiders were recognized more accurately and quickly than snakes (and control stimuli. These results may be due to the fact that, in this task, the stimuli were presented in the fovea and not in the periphery

    Irmandades Negras, Reconhecimento e Cidadania

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    Nesta resenha sintetizam-se os aspectos centrais da obra de pesquisa de Renata Nogueira da solva (2016) sob o título Irmandades Negras, reconhecimento e cidadania

    Sistema de reconhecimento de matrículas

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    Introdução: os sistemas de visão para o reconhecimento de matrículas são, actualmente, utilizados em inúmeros casos, onde é necessário fazer a monitorização e controlo de tráfego automóvel [3, 4, 5], tais como controlo de parques de estacionamento, identificação de carros roubados, pagamentos automáticos e gestão de trânsito (entre outros). A difusão deste tipo de sistemas deve-se à facilidade de utilização, fiabilidade e aos diminutos recursos humanos necessários para o seu funcionamento. Este artigo descreve o funcionamento de um sistema que permite sem nenhuma intervenção humana accionar um semáforo (ou uma cancela) de um parque automóvel, utilizando para tal o reconhecimento por visão da matrícula do veículo à entrada do parque e a sua comparação com as matrículas já existentes numa base de dados. O trabalho foi realizado dentro do âmbito da disciplina de projecto da licenciatura bietápica em Engenharia Eléctrica e Electrónica. O sistema baseia-se na aquisição da imagem da parte frontal do carro, onde deve estar incluída a matrícula. Esta aquisição pode ser feita por uma vulgar WebCam, ou através de um conjunto de câmara e frame grabber (placa de aquisição e tratamento de imagem). Neste caso particular utilizou-se uma WebCam. Pela análise dessa imagem, o sistema, localiza a área da matrícula retirando-a da imagem global (segmenta- a). De seguida, analisa a referida área, detectando as zonas onde se encontram os caracteres, derivando assim uma série de novas imagens que são alvo de uma busca e reconhecimento de caracteres, tendo como resultado uma sequência de caracteres que dão origem à matrícula

    O papel da ansiedade traço no reconhecimento de expressões faciais emocionais e prosódia emocional

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    Estudos anteriores sugerem que níveis elevados de ansiedade traço estão associados com uma maior capacidade de reconhecer a expressão facial de medo. No entanto a maioria dos estudos têm recorrido a paradigmas visuais de reconhecimento de emoções e permanece em aberto se esta associação entre ansiedade traço e reconhecimento da emoção medo se generaliza a outras modalidades sensoriais. Neste trabalho fomos analisar num grupo de participantes saudáveis a relação entre a ansiedade traço e o reconhecimento de emoções, incluindo o medo, em diferentes modalidades para além da visual. O grupo de participantes foi dividido em dois grupos consoante o nível de ansiedade traço (alta e baixa) e o seu desempenho analisado na realização da Florida Affect Batery (FAB). De acordo com as investigações anteriores, previu-se que os níveis de eficácia no reconhecimento das diferentes emoções difeririam entre os grupos de baixo nível de ansiedade e alto nível de ansiedade

    Fixando fronteiras incertas: cidadania, identidade e activismo gay e lésbico

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    Esta comunicação toma como ponto de partida a temática do reconhecimento – social, político – num domínio particular: o das identidades sexuais. Foram propostas três questões para debate: partindo do ideal contemporâneo da igualdade, que mecanismos de reconhecimento accionar no que respeita ao caso das diferentes “orientações sexuais”? Saber se se justifica a existência de mecanismos de descriminação positiva? E como perspectivam os indivíduos as suas necessidades e expectativas de reconhecimento? Todas têm como pano de fundo a questão da justiça, situando-se, em última análise, no domínio de um “dever ser” que, como notou Weber (1983: 137), levanta “problemas que nenhuma ética pode solucionar de modo decisivo e unívoco”. No caso particular das sexualidades não normativas, as estratégias de reconhecimento – ligadas, em especial, à reclamação de uma forma particular de cidadania ligada à identidade – têm contribuído para reafirmar fronteiras e (re)produzir exclusões

    Educação, empoderamento e lutas pelo reconhecimento: a questão dos direitos de cidadania

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    A revisão em baixa de certos direitos de cidadania, como os sociais e os laborais, em contextos de ajustamento estrutural e de crise econômica, está a reacender as lutas pelo reconhecimento, já não propriamente em termos de reconhecimento cultural ou identitário, como de fato se verificou, com intensidade, nas duas últimas décadas, mas em termos de reconhecimento jurídico, ou seja, de respeito por expectativas que podem ser satisfeitas porque estão legalmente protegidas. A educação, sendo fiel à sua vocação de defesa da integridade da pessoa humana, pelo menos desde a afirmação iluminista desse valor, não se pode alhear dessas brigas pelo reconhecimento jurídico. Tem seguramente um papel a desempenhar nessas contendas, mas qual, e de que modo? Esta é a questão de investigação que leva a demandar três objetivos: o primeiro consiste em associar a educação às brigas pelo reconhecimento, convocando, para o efeito, a “gramática moral dos conflitos sociais” de Honneth; o segundo, vinculando educação e empoderamento, procura mostrar que este último, não obstante dissensos interpretativos, pode ser interessante para definir o envolvimento da educação nas lutas pelo reconhecimento jurídico; o terceiro, por fim, consiste em delimitar as principais articulações desse papel em termos de empoderamento. A investigação, conjugando o quadro analítico honnethiano com a revisão de literatura sobre diagnósticos da “recessão jurídica” que hoje se vive em diversos contextos, nomeadamente nos países europeus mais fortemente atingidos pelas políticas de austeridade como modelo ou paradigma de resposta à crise do euro, das dívidas públicas e do Estado de bem-estar social, leva a concluir que a “era dos direitos” está sob ameaça e que a educação, mediante práticas de empoderamento bem delineadas, pode ser estratégica na potenciação de reações individuais e sociais ao ressurgimento desse tipo de ameaça.(undefined

    Reconhecimento e controle de pragas da cebola.

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    bitstream/item/71681/1/ct-1101.pd

    Reconhecimento de expressões faciais em pacientes com esquizofrenia e indivíduos não clínicos

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    O funcionamento social adequado está relacionado com a capacidade de extrair informação sobre o ambiente, pelo que o reconhecimento de expressões faciais representa um papel importante nas relações interpessoais e no comportamento. Quando existem défices na identificação e processamento de expressões faciais podem ocorrer efeitos prejudiciais para o indivíduo e para as suas relações. As relações sociais nos indivíduos com esquizofrenia encontram-se perturbadas, talvez, em parte, devido ao reconhecimento e interpretação que realizam das expressões faciais. O presente estudo utilizou faces esquemáticas de expressões emocionais para investigar as interpretações de expressões faciais e características faciais específicas em indivíduos com esquizofrenia e indivíduos saudáveis. Os participantes (30 indivíduos com esquizofrenia e 30 indivíduos saudáveis) preencheram um questionário de dados sociodemográficos e clínicos e responderam a três escalas que avaliaram a paranoia, o medo da avaliação negativa e a depressão. Os resultados sugerem que indivíduos saudáveis e indivíduos com esquizofrenia mostram algumas diferenças no reconhecimento e interpretação de expressões faciais, embora essas diferenças não sejam elevadas. A valência afetiva e a ameaça atribuída a diferentes configurações de faces pelos indivíduos com esquizofrenia diferem da atribuída pelos sujeitos saudáveis apenas no reconhecimento da boca e da combinação boca-sobrancelha

    Seminário Permanente de Psicologia Organizacional e Recursos Humanos - 18ª edição

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    Questionário de Reconhecimento da Singularidade Contributiva: estudos psicométricos Será apresentado o processo de construção do Questionário de Reconhecimento da Singularidade Contributiva, os estudos psicométricos e os estudos diferenciais realizados com o instrumento. Serão apresentadas reflexões sobre as implicações do conceito e apresentadas sugestões de estudos futuros
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