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    El monumento romano de la Ermita de la Virgen del Cid (La Iglesuela del Cid, Teruel)

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    La existencia de restos arquitectónicos de tipo monumental en la. ermita de la Virgen del Cid ya fue señalada por J. Salvador en 1890. Posteriormente A. Ventura, en 1975, apuntó su posible pertenencia a un mausoleo funerario de época romana. Por último, el autor de estas líneas realizó un primer estudio de estos restos en 1983, en el contexto de un trabajo general sobre el yacimiento arqueológico de El Morró del Cid

    Um notável ídolo de calcário do dólmen de Casainhos (Loures)

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    O ídolo calcolítico agora estudado, cuja descoberta resultou de um feliz acaso, pela suas características iconográficas e pelos interessantes comentários que proporcionou é, sem dúvida, uma das mais belas, expressivas e relevantes peças do mundo mágico-simbólico da Pré-História portuguesa, denunciando, ao mesmo tempo, a riqueza e a complexidade dos conceitos já então vigentes e praticados.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Revisión de los elementos de ajuar conservados del sepulcro megalítico de Unón (Clavijo, La Rioja)

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    En este artículo se procede a la revisión de los materiales conservados del megalito desaparecido de Uñón (Clavijo, La Rioja), entre los que destacan varios recipientes campaniformes

    A anta do Malhão (Alcoutim) e o "Horizonte de Ferradeira"

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    Actas do 7º Encontro de Arqueologia do Algarve, realizado em Silves de 22 a 24 de Outubro de 2009A anta do Malhão é um pequeno monumento megalítico integralmente constituído por esteios de grauvaque cuja construção se reporta aos finais do IV milénio a.C., situado no topo de um cerro xistoso, culminante dos relevos da região, próximo da povoação de Afonso Vicente. Possui câmara poligonal e corredor, do qual apenas a entrada foi definida, por dois esteios fixados verticalmente. O restante espaço do corredor não foi afeiçoado, mantendo-se o afloramento xistoso primitivo no lugar onde deveriam ter sido fixados os restantes esteios laterais. Deste modo, verifica-se que a construção do sepulcro não foi concluída, apesar de o espaço correspondente ao interior da câmara se encontrar inteiramente ocupado por uma laje de grandes dimensões, o que obrigou a um elevado investimento. A colocação desta grande laje antecedeu a delimitação da câmara pelos respectivos esteios, os quais se encontram fixados por cunhas, encaixadas entre aquela e o lado interno destes. A primeira e única tumulação, efectuada na câmara e em parte do corredor, corresponde a época integrada em fase tardia do Horizonte de Ferradeira, dos finais do III milénio a.C. Sobre uma camada estéril, com cerca de10 cm de potência, entretanto acumulada no interior da câmara, identificou-se um vaso liso, de carena alta, acompanhado de uma pequena taça em calote, também lisa, sob a qual jazia uma ponta Palmela de tipologia evoluída. No corredor, junto à câmara, recolheu-se um longo e estreito punhal, correspondendo a modelo de transição entre as produções calcolíticas e as argáricas. Trata-se, pois, de um conjunto funerário, selado e homogéneo, um dos poucos que, nestas circunstâncias têm sido claramente identificados no âmbito do Horizonte de Ferradeira, definido por H. Schubat em 1971, abrangendo o Baixo-Alentejo e o Algarve, com prolongamentos pela Andaluzia Ocidental. A única tumulação efectuada no monumento, correspondente a uma reutilização deste, foi acompanhada da erecção, no exterior do recinto, e do lado direito da entrada do mesmo, de uma estela, ostentando duas pequenas “fossettes” numa das faces, cuja fundação se fez ao nível definido por um empedrado com planta em ferradura, constituído por lajes alongadas de grauvaque, que circundam exteriormente a câmara do monumento. A disposição cuidada dos elementos deste empedrado indica que o monumento não possuía tumulus, à semelhança do verificado em outros monumentos funerários da região, de tipo cistóide, pertencentes a diversas épocas, do Neolítico Final/ Calcolítico à Idade do Ferro, explorados anteriormente pelos autores desta comunicação no concelho de Alcoutim.The dolmen of Malhão is a small megalithic monument totally constituted by orthostats of graywacke whose construction dates from the late IV Millenium BC, located on the top of a schist-graywacke hill, dominating the regional reliefs close to the village of Afonso Vicente. It has a polygonal chamber and corridor, of which only the entrance was defined, by two orthostats fixed vertically. The remining space of the corridor was not shaped maintaining the schistgreywacke rocky levelling in the place where the other lateral orthostats should have been. In this way, we can see that the construction of the sepulchre was not concluded though the corresponding space of the interior of the chamber is entirely occupied by a slate greywacke stone of large dimensions, which has obliged to a huge investment. The placing of this element has preceeded the delimitation of the chamber by the respective orthostats, that if fixed by wedges, between it and the inner side of each orthostat. The first and unique tumulation performed in the chamber and part of the corridor, corresponds to an epoch integrated in the late phase of the Horizon of Ferradeira, in the final of the III millennium BC. Over a sterile layer with about 10/15 cm of thickness, meanwhile accumulated in the inner part of the chamber, we have identified a smooth carinated vase, accompanied by a small spherical callote cup, under which laid a Palmela point of evolved typology. In the corridor, next to the chamber, we have collected a long and narrow dagger corresponding to a model of transition between the chalcolithic and argaric metallurgic productions. It is a group of funerary pieces sealed and homogeneous, one of the few that in these circunstances have been clearly identified as belonging to the Horizon of Ferradeira defined by H Schubart in 1971, including the Baixo Alentejo and Algarve regions, with extensions to the Western Andaluzia. The sole deposition identified in the monument corresponds to a reutilization of it, and it was accompanied by the erection in the outside part of the precinct, and to the right side of it, of a stele showing one or two small fossettes in one of its faces. Its foundation was done at the level defined by a stone surface with a plant in horseshoe, constituted by elongated elements of graywacke, which surround in the exterior the chamber of the monument. The attentive disposition of that elements indicates that the monument did not posses tumulus, similarly to what was verified in other funerary monuments in the region, of the cist type, belonging to several epochs, from the Late Neolithic/Calcolithic to the Iron age, exploited previously by the authors in the municipality of Alcoutim

    The Tower of Sant Josep in Villajoyosa, the Restitution of the Roman Monument and its Funerary Context

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    El objetivo de este artículo es presentar la restitución definitiva del monumento a partir de los resultados de las últimas intervenciones que se han llevado a cabo en 2014/2015 en el yacimiento de la Torre de Sant Josep en Villajoyosa (Alicante). Se han localizado tres nuevos sillares, claves en la reconstrucción del monumento, ya que han modificado la anterior propuesta de reconstrucción de la tumba, añadiendo una hilada más a su altura. La reconstrucción y restauración real del monumento también se ha llevado a cabo en el marco de estas intervenciones. Además, se ha localizado prácticamente todo el perímetro del recinto funerario que rodea el mausoleo, uno de los más grandes localizados en Hispania. Realizado en opus caementicium, con puerta de acceso y refuerzo de esquinas de sillería en la fachada que da al mar, encaja dentro del marco de recintos funerarios romanos en entornos rurales durante el siglo II d.C.The aim of this paper is to present the final reconstruction of the monument based on the results from the latest excavations carried out in 2014/2015 in the site of La Torre de Sant Josep in Villajoyosa (Alicante). Three new ashlars have been found, which are key to the reconstruction of the monument because they modify the previous reconstruction proposal by adding an extra course to its height. The reconstruction and real restoration of the monument has taken place during these excavations. Furthermore, almost the whole furnerary enclosure that surrounds the mausoleum has been discovered, one of the biggest ones in Hispania. It was built in opus caementicium, with an access door and ashlar corners in the façade overlooking the sea, and can be easily placed in the context of the Roman funerary enclosures of the 2nd century AD in rural environments

    The Roman funerary monument Tower of Sant Josep de Villajoyosa (Alicante). New data and proposal of restitution

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    Este artículo tiene como objeto la presentación de los resultados de las intervenciones arqueológicas realizadas en el monumento romano de la Torre de Sant Josep en la última década. Éstas han permitido conocer en profundidad las técnicas constructivas empleadas en la edificación del monumento, las fases de ocupación de la torre y su entorno inmediato, así como el significado del monumento en el contexto de la arqueología romana de Villajoyosa. El levantamiento fotogramétrico tanto de la torre como de los elementos arquitectónicos existentes en los alrededores ha permitido elaborar una propuesta de reconstrucción virtual del monumento con los sillares originales. La propuesta contenida en este trabajo ha servido de base para la realización del Proyecto de Restauración de la Torre cuyo fin será la puesta en valor de una de las torres funerarias mejor conservadas de Hispania.The aim of this article is to present the results of the archaeological excavation carried out within the last decade in the Roman monument in the Tower of Sant Josep. These have revealed important information about the Roman construction techniques used to build the monument, the occupation phases of the tower and its surroundings, and the meaning of the monument in the context of the Roman archaeology in Villajoyosa. A 3D photogrammetric survey of the tower and the architectural elements in the surroundings has been used to propose a virtual reconstruction of the funerary monument with the original ashlars. The proposal in this study has been the basis for the Restoration Project of the Tower, which will enhance one of the best preserved funerary towers in Hispania

    Sobre os ídolos de calcário - "Pinhas" - do calcolítico da estremadura: algumas considerações sobre dois exemplares da Lapa do Bugio (Sesimbra)

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    Neste trabalho estudaram-se duas peças (ou ídolos) calcolíticos recolhidos na Lapa do Bugio, gruta sepulcral natural da encosta meridional da Arrábida.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Las esculturas romanas de Valentia. Notas sobre materiales y técnicas

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    El escaso número de esculturas romanas recuperadas en la ciudad de Valencia ha sido señalado por diversos autores en las últimas décadas (Llobregat, 1980: 93-94; Ribera, 1983, 107). Hasta los años ochenta eran una decena las piezas conocidas: el torso de la Basílica de la Virgen de los Desamparados; el togado conservado en el Colegio del Patriarca; la cabeza de Hércules de la calle del Gobernador Viejo; el torso de atleta de la calle de la Paz; la cabeza atribuida a Trajano de la calle de la Bolsería; el sarcófago llamado de San Vicente; los relieves de Attis de la calle del Almudín; el relieve de las tres Parcas; los fragmentos escultóricos perdidos de la calle Navellos y un Attis funerario recuperado en el puerto

    Sistema constructivo del aljibe almohade de la casa de las veletas de Cáceres

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    Se analiza el sistema constructivo, estructura y acabados, del aljibe de época almohade de la Casa de las Veletas de Cáceres, cuya datación está en torno a los siglos X a XII. Cconstruido en base a once columnas y un pilar, son de ladrillo los dieciséis arcos de herradura levantados en dirección NE-SO, y las cinco bóvedas de cañón, que descansan sobre los mismos. Los muros son de tapia tipo tabiya, los enlucidos de cal, y el hallazgo de una moldura plantea la hipótesis de la existencia de decoraciones, por lo que originariamente pudo haber tenido otro uso. Los estudios se apoyan en la documentación histórica, lectura muraria y caracterización de morteros por FTIR

    Soria

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    Copia digital. Valladolid : Junta de Castilla y León. Consejería de Cultura y Turismo, 2009-201
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