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    Hidrogeologia

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    Versão revista e actualizada do capítulo "Hidrogeologia" da Notícia Explicativa da Folha 6-D, Vila Pouca de Aguiar, da Carta Geológica de Portugal, escala 1:50.00

    Hidrogeologia

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    Hidrogeologia

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    Sistema de informação geográfica aplicado à caracterização hidrogeológica do bloco de rega de Canhestros, Alentejo, Portugal

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    Com vista a assegurar a protecção, a melhoria e a prevenção da poluição das águas subterrâneas, está a ser desenvolvido pela Empresa de Desenvolvimento e Infra-Estruturas de Alqueva (EDIA) e pelo Instituto Geológico e Mineiro (IGM) um projecto de monitorização espaço-temporal da piezometria e da qualidade química das águas subterrâneas na área da Infra-estrutura nº12 (2ª fase do Perímetro de Rega de Odivelas). Esta monitorização sistemática permitirá definir, além de uma rede de monitorização a implementar no final do projecto, a situação de referência dos aspectos hidrodinâmicos e de qualidade da água, permitindo assim uma posterior avaliação dos potenciais impactes com origem nas alterações do uso do solo, nomeadamente relacionados com o incremento do regadio. O SIG implementado para este projecto permite a integração dos dados de monitorização numa base de dados em Microsoft Access 2000, preservando assim a qualidade, integridade, organização e segurança dos mesmos. A acoplagem com o ESRI ArcView 3.2 permite a manipulação e visualização dos dados de monitorização, o mapeamento dos resultados na forma de cartas temáticas e a análise do geosistema a partir do cruzamento de dados de natureza diversa, incluindo mapa de riscos e de vulnerabilidade aquífera, apoiando os técnicos de hidrogeologia nas operações de análise do sistema hidrogeológico e as suas relações com as modificações antropogénicas

    Proposta para o reordenamento da indústria extractiva no Anticlinal de Estremoz : Núcleo de Pardais = Re-planning of the marble extraction industry in the Estremoz Anticline : Pardais nucleus : a proposal

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    O presente estudo pretende contribuir para o Planeamento e Reordenamento do Território, numa das unidades de ordenamento do anticlinal de Estremoz-Borba-Vila Viçosa, o núcleo de Pardais - UNOR 5, envolvendo a indústria extractiva dos mármores. Caracterizaram-se o conjunto de parâmetros geológicos e ambientais que melhor caracterizam o espaço a estudar. Toda a informação obtida foi cruzada num SIG, de modo a definir áreas favoráveis ou desfavoráveis à exploração, tendo em atenção os condicionalismos encontrados

    Utilização de aplicações informáticas em cartografia ambiental e análise de sistemas hidrogeológicos : exemplos de aplicação

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    A utilização de tecnologias de informação geográfica, que permitem a aquisição e processamento de dados georeferenciados e a sua manipulação e análise para a elaboração de mapas temáticos e implementação de sistemas de apoio à decisão, são actualmente ferramentas indispensáveis em qualquer estudo no domínio do Ambiente e dos Recursos Hídricos. A aplicação de metodologias integradas permite uma melhor compreensão da multiplicidade de fenómenos que influenciam os sistemas naturais. No presente trabalho indicam-se vários exemplos de aplicação de SIG como ferramenta de representação e análise de informação na forma de cartas de qualidade ambiental no que se refere à contaminação agrícola dos recursos hídricos subterrâneos. Aplicaram-se um conjunto de metodologias: Vulnerabilidade DRASTIC/Indíce de Susceptibilidade e Geoestatística apoiadas por Sistemas de Informação Geográfica para cruzamento de dados e mapeamento de resultados

    Utilização de ferramentas informáticas no âmbito do estudo dos recursos hídricos subterrâneos do Alentejo, ERHSA

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    No âmbito do projecto Estudo dos Recursos Hídricos Subterrâneos do Alentejo (ERHSA) desenvolvido durante os últimos 4 anos sob a coordenação da Comissão de Coordenação da Região Alentejo (CCRA), foram estabelecidas redes de monitorização e aplicadas ferramentas matemáticas que actualmente apoiam a gestão dos recursos hídricos. Estas redes integradas na rede regional de monitorização da qualidade e quantidade da água subterrânea, gerida pela Direcção Regional do Ambiente e Ordenamento do Território - Alentejo (DRAOT), encontram-se equipadas com sistemas electrónicos de aquisição de dados e, nalguns casos, com teletransmissão (via rede móvel) para monitorização dos potenciais hidráulicos. No processamento e análise dos dados foram utilizados modelos analíticos, geoestatísticos, de simulação de fluxo e de rastreio de partículas. Os outputs gerados foram introduzidos num sistema de informação geográfica que permitiu a análise espacial de diversos parâmetros, o cruzamento entre variáveis e a produção de mapas temáticos

    Avaliação do impacte de fogos florestais em recursos hídricos subterrâneos

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    Comunicação apresentada no Seminário sobre Águas Subterrâneas, organizado pela Associação Portuguesa de Recursos Hídricos, que decorreu de 1 a 2 de Março de 2007 em Lisboa.Apresentam-se os objectivos, as tarefas e os primeiros resultados obtidos do Projecto actualmente em curso “Avaliação do impacte de fogos florestais nos recursos hídricos subterrâneos” (POCI/AGR/59180/2004). Os objectivos principais deste Projecto são estudar o impacte dos fogos nas quantidades de água envolvidas nos diversos processos do ciclo hidrológico e estudar o impacte das substâncias poluentes existentes nas cinzas florestais, no solo e no meio hídrico subterrâneo. Criou-se uma rede de monitorização da piezometria e da qualidade da água, e seleccionaram-se pontos de amostragem de solos e de cinzas em quatro áreas ardidas e não ardidas no concelho de Mação, para caracterizar e avaliar a influência que os fogos florestais têm na potencial degradação das Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos 2 águas de superfície e subterrâneas. As áreas seleccionadas foram: bacia do Caratão, bacia do Carvoeiro, Bacia da Quebrada e Penhascoso. Para estas áreas estuda-se o coberto vegetal, os solos, a hidrogeologia, o clima e as condições de escoamento. Tem sido feita a monitorização dos níveis de água em furos e poços, assim como a amostragem de água para análise físico-química dos iões maiores e dos hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAP). Para os solos, cinzas e lixiviados são analisados os seguintes elementos: Al, Ca, Fe, K, Na, Mg, Cd, Cu, Cr, Mn, Ni, Pb, Zn, Hg, S, C, H, N, e HAP. Para as bacias do Caratão e do Carvoeiro foi feito o inventário fitosociológico, comportando os aspectos fisiográficos, de geologia, de hidrologia e de vegetação (considerando 23 espécies), tendo-se desenvolvido a análise estatística dos dados, e foi feita a caracterização pedológica quanto aos parâmetros pH, matéria orgânica, P e K. Nas mesmas bacias foi feita a recolha de material vegetal para incineração em instalação de combustão, existindo já resultados analíticos para cinzas de arbustos e respectivos lixiviados
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