Autism Spectrum Disorder (ASD) is a neurodevelopmental condition frequently associated with sleep disorders, which negatively impact cognitive and behavioral functioning, as well as the quality of life of patients and their families. In this context, melatonin has been widely investigated as a therapeutic alternative for the management of these alterations. This study aimed to analyze scientific evidence regarding the use of melatonin in the treatment of sleep disorders in individuals with ASD. This is an integrative literature review with a qualitative approach, conducted in the PubMed, SciELO, and ScienceDirect databases, between January and March 2026. Articles published between 2016 and 2025, in Portuguese and English, were included, totaling 14 studies in the final sample. The results indicate that melatonin is associated with reduced sleep latency, increased total sleep time, and decreased nighttime awakenings. Additionally, it presents a favorable safety profile, with predominantly mild adverse effects. However, limitations in the literature include the lack of standardization of doses and formulations, as well as insufficient data on long-term effects. It is concluded that melatonin represents an effective and safe therapeutic option for the treatment of sleep disorders in patients with ASD, especially when combined with behavioral interventions, although further studies are needed to improve its clinical application.O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento frequentemente associada a distúrbios do sono, os quais impactam negativamente o funcionamento cognitivo, comportamental e a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares. Nesse contexto, a melatonina tem sido amplamente investigada como alternativa terapêutica para o manejo dessas alterações. O presente estudo teve como objetivo analisar as evidências científicas acerca do uso da melatonina no tratamento de distúrbios do sono em indivíduos com TEA. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, de abordagem qualitativa, realizada nas bases de dados PubMed, SciELO e ScienceDirect, no período de janeiro a março de 2026. Foram incluídos artigos publicados entre 2016 e 2025, nos idiomas português e inglês, totalizando 14 estudos na amostra final. Os resultados indicam que a melatonina está associada à redução da latência do sono, aumento do tempo total de sono e diminuição dos despertares noturnos. Além disso, apresenta perfil de boa tolerabilidade, com efeitos adversos predominantemente leves. No entanto, observam-se limitações na literatura quanto à padronização de doses, formulações e avaliação dos efeitos a longo prazo. Conclui-se que a melatonina constitui uma opção terapêutica eficaz e segura no tratamento dos distúrbios do sono em pacientes com TEA, especialmente quando associada a intervenções comportamentais, sendo necessárias novas pesquisas para aprimorar sua aplicação clínica
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