This article examines the Catholic Church’s involvement in armed conflicts in Honduras between 1821 and 1872, using Jerzy Topolski’s pragmatic methodology of history. The study identifies a recurring pattern: during periods of sede vacante, local church provisors promoted civil wars to influence the secular government, while during episcopal governance, the Church tended to cooperate with the State against external threats and internal rebellions. The analysis draws on primary sources such as 19th-century official newspapers, ecclesiastical proclamations, and documents from the Honduran National Archives, along with specialized historical literature. It concludes that the Church’s gradual loss of political influence resulted from both military defeats and institutional reforms, culminating in the formal separation of Church and State in 1880. The article contributes to the study of political religion, clerical authority, and state formation in Central America.Este artículo analiza la participación de la Iglesia Católica en los conflictos armados en Honduras entre 1821 y 1872, a partir de una metodología pragmática de la historia basada en Jerzy Topolski. El estudio identifica un patrón en el que, durante los períodos de sede vacante, los provisores promovieron guerras civiles para incidir en la política estatal, mientras que en tiempos con obispo en funciones, la Iglesia tendió a colaborar con el Estado para enfrentar amenazas externas o pacificar rebeliones. La investigación se sustenta en fuentes primarias como periódicos oficiales del siglo XIX, proclamas eclesiásticas y documentos del Archivo Nacional de Honduras, así como literatura histórica especializada. Se concluye que la progresiva pérdida de poder de la Iglesia en la esfera política hondureña fue resultado tanto de derrotas militares como de reformas institucionales, hasta culminar con la separación formal entre Iglesia y Estado en 1880. El artículo aporta a los estudios sobre religiosidad política, poder clerical y construcción estatal en América Central.Este artigo analisa a participação da Igreja Católica nos conflitos armados nas Honduras entre 1821 e 1872, com base numa metodologia pragmática da história inspirada em Jerzy Topolski. O estudo identifica um padrão em que, durante os períodos de sede vacante, os provisores promoveram guerras civis para influenciar a política estatal, enquanto nos períodos em que havia um bispo em exercício, a Igreja tendia a colaborar com o Estado para enfrentar ameaças externas ou pacificar rebeliões. A investigação baseia-se em fontes primárias, tais como jornais oficiais do século XIX, proclamações eclesiásticas e documentos do Arquivo Nacional de Honduras, bem como em literatura histórica especializada. Conclui-se que a perda progressiva de poder da Igreja na esfera política hondurenha resultou tanto de derrotas militares como de reformas institucionais, culminando na separação formal entre Igreja e Estado em 1880. O artigo contribui para os estudos sobre religiosidade política, poder clerical e construção estatal na América Central
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