A craniossinostose é caracterizada pela fusão prematura das
suturas cranianas em pacientes pediátricos, o que compromete o desenvolvimento
funcional e estético da criança, à medida que ocorre o crescimento encefálico. Essa
anomalia pode levar à assimetrias faciais, dificuldades de aprendizagem e
hipertensão intracraniana, caso não seja realizada uma intervenção precoce. Entre
as formas de craniossinostose não sindrômicas, destacam-se: a sinostose metópica,
a sinostose sagital, a sinostose coronal e a sinostose lambdoide. O tratamento é
cirúrgico, sendo os métodos tradicionais a remodelação da abóbada craniana e, para
as sinostoses coronal e metópica, o avanço fronto-orbital. No entanto, técnicas
recentes, como a craniectomia endoscópica em faixa, a cranioplastia assistida por
molas e a distração osteogênica da abóbada posterior, têm ganhado destaque
devido aos seus resultados promissores. Diante disso, este estudo torna-se
relevante ao comparar as diferentes abordagens cirúrgicas, visando proporcionar o
melhor tratamento para cada paciente, otimizando a recuperação, reduzindo
complicações, e, consequentemente, promovendo a qualidade de vida
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