O estabelecimento dos direitos humanos é resultado de uma construção histórica, social e política. Da mesma forma, a conquista e a garantia desses fundamentos permanecem em constante processo de aperfeiçoamento e crítica, a fim de que novos indivíduos possam partilhar de proteção e dignidade. Nesse sentido, este trabalho tem como objetivo analisar a (não) garantia dos direitos humanos dos povos curdos, por meio de uma abordagem baseada na análise de discurso. Busca-se, nessa investigação, compreender o genocídio cultural como resultado das sucessivas políticas de assimilação. Para isso, Michel Foucault é adotado como referência metodológica, fundamentando-se em uma abordagem qualitativa. A partir dessa experiência, compreende-se que as estruturas de linguagem constituem um elemento central na realidade de opressão e violação dos direitos humanos
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