A alfabetização de crianças neurodivergentes, como aquelas com
TEA, TDAH e dislexia, requer práticas pedagógicas adaptadas às suas
singularidades. É essencial utilizar métodos diferenciados e estratégias
inclusivas que promovam um aprendizado significativo. Recursos visuais, táteis,
tecnológicos e uma rotina estruturada favorecem o engajamento e a motivação.
O ensino baseado em interesses específicos da criança potencializa os
resultados. Estratégias como o ensino multissensorial, mediação individualizada
e uso de jogos fortalecem a aprendizagem. O ambiente deve ser acolhedor e
promover a colaboração entre escola, família e profissionais de apoio. Respeitar
o ritmo de cada criança é fundamental para garantir avanços consistentes. A
personalização do ensino possibilita o desenvolvimento eficaz da linguagem e
da leitura. Assim, assegura-se uma alfabetização inclusiva, acessível e centrada
nas necessidades da criança. Essas práticas promovem autonomia, expressão
e pleno desenvolvimento
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