Lume 5.8

    A História e a avaliação do matriciamento em saúde mental no município de Canoas, o ponto de vista das equipes de apoio matricial e de referência

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    A Reforma Psiquiátrica brasileira propõe mudanças no cuidado das pessoas com sofrimento psíquico a partir da desinstitucionalização e a criação dos serviços substitutivos como retaguarda assistencial. No que se refere à formação profissional, a política de Educação Permanente em Saúde, surge como proposta político-pedagógica para colocar o cotidiano do trabalho – ou da formação – em constante análise, construindo espaços coletivos para a reflexão e avaliação. O presente trabalho apresenta o Apoio Matricial em Saúde Mental, um instrumento de Educação Permanente, ocorrido junto as Unidades Básicas de Saúde (UBS) no município de Canoas no ano de 2011. Os resultados deste processo estão apresentados através de uma avaliação realizada junto às equipes de referência que responderam um questionário elaborado pela coordenação do Núcleo de Apoio à Saúde da Família - NASF, que atuou em parceria com os matriciadores. Respondido em dois momentos: julho e dezembro/2011, o instrumento revela o entendimento dos trabalhadores da atenção básica sobre a resolutividade do matriciamento, bem como se a metodologia empregada pela equipe de apoiadores foi adequada. Foi utilizada, ainda, como instrumento de avaliação, discussões realizadas entre os matriciadores através da análise dos registros dos encontros de matriciamento. A análise desses instrumentos apontam para a importância do apoio matricial na saúde mental e, embora tenham sido constatados problemas durante o processo, fica evidente que o cuidado digno aos portadores de sofrimento psíquico, com a construção da rede de serviços apropriada, passa pela efetivação de ações de Educação Permanente

    Guilhermino Cesar ensaistescritor : uma abordagem genética

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    Decisão n.º020/1991, de 27 de março de 1991 (CONSUN)

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    Termo Aditivo ao Convênio entre a UFRGS, através da Faculdade de Odontologia, e o Estado do Rio Grande do Sul, através da Secretaria da Saúde e do Meio Ambiente.tru

    Produção de uma liga de ferro-cromo de alto teor de carbono a partir das cinzas de aparas de couro

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    A presença de elevados teores de elementos metálicos nos resíduos industriais desperta o interesse no seu reaproveitamento. O setor coureiro-calçadista, por exemplo, importante no estado do Rio Grande do Sul, produz resíduos perigosos provenientes da etapa de curtimento do couro ao cromo. A possibilidade de utilização deste importante metal contido no resíduo se tornou realidade a partir da introdução, em nível piloto, de uma unidade de incineração. A cinza dos resíduos é utilizada, neste trabalho, como matéria-prima para a produção de uma liga ferro-cromo do tipo alto carbono (FeCrAC) – que tem amplo emprego na produção de aço-inoxidável; outros resíduos industriais do Estado também são utilizados neste processo extrativo. A cinza – denominada CIAC neste trabalho –, matéria-prima principal e fonte de cromo, contém ~50% Cr2O3. Outros resíduos empregados como insumos foram: finos de carvão vegetal da produção de carvão para a preparação de alimentos, sílica proveniente de operações de polimento de peças de ágata, carepa de produtos siderúrgicos e casca de ovos. O cálculo da carga foi realizado com a ajuda da termodinâmica computacional, pela simulação do processo de redução carbotérmica na temperatura de 1600 °C e pressão de 1 atm. A simulação utilizou algumas metas como diretrizes: i) obtenção de uma escória com a menor temperatura sólidus possível; (ii) obtenção de uma escória de baixa viscosidade; e, (iii) obtenção de teores apropriados de Cr e C na liga. Devido ao alto teor de P da CIAC, um procedimento experimental para a redução deste elemento foi estabelecido tendo por base (i) o uso de reagentes baratos e (ii) a sinergia que decorre da conjunção destes reagentes. Para a produção da liga ferro-cromo, seis tipos de experimentos foram realizados variando-se a composição da carga (fontes do cromo e ferro) e dois lotes diferentes da cinza. Os teores de Cr e C nas ligas FeCr obtidas nos experimentos variaram entre: 50 - 60 % Cr e 7 - 10% C, demonstrando a possibilidade de reutilização do cromo contido nas cinzas, para produção da liga FeCr.The presence of high levels of metals in industrial waste arouses interest in its reuse. The leather-footwear industry, for example, important in the state of Rio Grande do Sul, produces hazardous Cr-containing waste from the leather tanning stage. The possibility for reuse of this important metal contained in the residue became a reality with the introduction, in a pilot project, of an incineration plant. The ash waste is used in this work as a raw material for the production of high carbon ferro-chrome type (FeCrAC) - which has wide use in the production of stainless steel; other industrial waste are also used in this extraction process. Ash - called CIAC thereafter - the main raw material and source of chromium, contains ~ 50% Cr2O3. Other residues employed as inputs were: coal fines from coal production plant for food preparation, silica from polishing operations from pieces of agate mill, scale from steel products and egg shell. The reactor load calculation was carried out with the help of computational thermodynamics, the simulation being of the carbothermic reduction process at a temperature of 1600 °C and 1 atm pressure. The simulation used as targets some guidelines: i) production of a slag with a lower solidus temperature as possible, (ii) or a low viscosity slag, and (iii) to provide suitable amounts of C and Cr in the alloy. Due to the high P content of CIAC, an experimental procedure for the reduction of this element was established based on (i) the use of inexpensive reagents, and (ii) the synergy arising from the combination of these reagents. For the production of ferro-chromium six types of experiments were performed varying the charge composition (sources of Cr and Fe) and two different lots of ash. The Cr and C contents in FeCr alloy in the experiments varied between 50 - 60% Cr and 7 - 10% C, demonstrating the possibility for reuse of Cr contained in the ashes for the production of FeCr alloy
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