Universidade do Minho: LASICS (Laboratório de Sistemas de Informação para a Investigação em Ciências Sociais)

    As mídias sociais como ferramentas estratégicas em uma empresa de cemitérios e serviços funerários

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    O presente capítulo propõe-se a apresentar a percepção de gestores e funcionários acerca do uso das mídias sociais como ferramentas estratégicas em uma empresa do segmento de cemitérios e serviços funerários com atuação na região Nordeste do Brasil, sendo pioneira e inovadora no que se refere a maneira como ressignifica a morte em sua Comunicação Organizacional. Trata-se de um estudo de caso, com abordagem qualitativa e análise de conteúdo. Constatou-se que atualmente as mídias sociais e site institucional são direcionados ao público externo; enquanto o Google+ e a intranet suportam conteúdos destinados exclusivamente aos funcionários. Os gestores e funcionários avaliam positivamente a iniciativa da empresa em desmistificar sua atuação por meio das mídias sociais e entendem como sendo um investimento válido e necessário, que demanda um maior esforço como a promoção de novas ações com foco em gestão de pessoas

    Crescendo entre ecrãs: competências digitais de crianças de três a oito anos

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    As crianças portuguesas de três-oito anos estão a crescer em lares apetrechados com dispositivos móveis, individualizados, de pequeno porte e ecrãs tácteis, com aplicações diversificadas. Apesar desta ecologia digital, o primeiro inquérito nacional sobre como as crianças estão a crescer entre ecrãs (N= 656), realizado para a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), em 2016, contraria pressuposições de um boom tecnológico. Apenas 38% dos pais reportam que as crianças usam a internet e prevalece uma mediação centrada no controlo e na restrição. Este texto apresenta e discute resultados desse inquérito e do estudo qualitativo em 20 famílias cujas crianças acedem a meios digitais, centrando-se nas competências digitais. Estas incluem competências tradicionais (ler, escrever e contar), e outras relacionadas com acesso e uso das tecnologias digitais (Sefton-Green, Marsh, Erstad & Flewitt, 2016)

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    Imagens e palavras (palavras para imagens)

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    Do pós-colonialismo do quotidiano às identidades hifenizadas: identidades em exílios pátrios?

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    Na era de uma branda euforia pós-colonial de língua ou expressão portuguesa, muitas têm sido as refl exões de natureza literária, ensaística, antropológica, histórica e política no que diz respeito a um entendimento contextualizado do pós-colonialismo de ‘tradição’ portuguesa. No entanto, não obstante os esforços competentes e irrefutáveis emergentes da reflexão investigacional, as margens sociais, culturais e quotidianas deste tempo pós-descolonização têm permanecido mudas e silenciosas. Este trabalho pretende reflectir sobre este universo dos ‘calados’, que formam o corpus social e humano deste Portugal multicultural e pós-colonial. Paralelamente, para uma apresentação mais justa e adequada aos objectivos do presente Colóquio, e, simultaneamente, com a proposta do presente trabalho, serão apresentados dados compilados a partir de um trabalho de campo, in progress, no âmbito do projecto de pós-doutoramento da autora, sob o título African Mozambican Immigrants in the former ‘motherland’: The Portrait of a Postcolonial Portugal

    Diversidade e diálogo intercultural

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    ¿Qué es un lugar? Refl exiones antropológicas sobre lo cercano y lo remoto

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    Aun en tiempos “globalizados”, como son los de hoy, vivir en el mundo signifi ca vivir en un lugar concreto, signifi cativo, domesticado. En este trabajo analizaremos antropológicamente la forma como las personas en movimiento construyen los lugares en que habitan, los confl ictos a que esta producción de lugares puede conducir y los desafíos teóricos frente a la comunicación intercultural

    Nómadas digitais e a era dos sujeitos móveis: questões de mobilidade, comunicação e trabalho num estilo de vida location independent

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    Este artigo propõe que o surgimento desse estilo de vida a partir da construção de uma identidade global de trabalhador corresponderia às demandas do estágio atual do capitalismo (Bauman, 1998; Sennet, 2011), quais sejam, flexibilidade, adaptabilidade e fluidez, culminando em um apelo ao nomadismo (Maffesoli, 2001). Investiga-se também como as viagens permanentes que os nômades digitais buscam seriam uma resposta à ênfase na liberdade de escolha e à natureza efêmera da sociedade de consumo contemporânea (Lipovetsky, 2007), além de evidenciar características próprias da modernidade líquida (Bauman, 1999) ou condição pós-moderna (Harvey, 1989). Busca-se descobrir, então, que tipo de trabalhador (e, consequentemente, de consumidor) emerge dessa paisagem subjetiva e como a mobilidade se converte em privilégio na contemporaneidade em um momento em que os fluxos migratórios e as noções de lugar e fronteira vêm sendo amplamente discutidos pelo mundo ocidental
    Universidade do Minho: LASICS (Laboratório de Sistemas de Informação para a Investigação em Ciências Sociais) is based in PT
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