RBNE - Revista Brasileira de Nutrição Esportiva
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    1337 research outputs found

    Relazione tra qualità della dieta, comportamento alimentare e problemi gastrointestinali nei corridori di strada in Brasile: uno studio trasversale

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    A corrida de rua, modalidade esportiva popular no Brasil, impõe elevadas demandas metabólicas que podem levar a sintomas gastrointestinais, comprometendo o desempenho. O objetivo foi investigar a relação entre a qualidade da alimentação, o comportamento alimentar e a prevalência de sintomas gastrointestinais em corredores de rua brasileiros. Trata-se de um estudo transversal observacional com 195 corredores. A coleta de dados foi online, utilizando questionários validados para avaliar a qualidade da dieta (QAS), o comportamento alimentar (TFEQ-R21, ECAP, Escala de Alimentação Emocional) e os sintomas gastrointestinais (Questionário de Sintomas gastrointestinais Relacionados ao Exercício, GSRS). A amostra foi majoritariamente feminina (53,8%), com idade média de 38,3 ± 12,0 anos. O padrão alimentar geral demonstrou alta qualidade nutricional (94,4% consumindo alimentos in natura ou minimamente processados). Contudo, 21,0% dos participantes relataram sintomas gastrointestinais frequentes (escore ≥ 3), sendo as mais prevalentes flatulências/gases (72,8%). A regressão linear múltipla identificou o descontrole alimentar (β=0.29, p=0.008) e o desconforto com suplementos (β=0.34, p=0.042) como preditores significativos da frequência de sintomas gastrointestinais. A análise de mediação revelou que a restrição cognitiva afeta os sintomas gastrointestinais indiretamente, através do aumento da intolerância a suplementos. Apesar de uma dieta de alta qualidade, aspectos do comportamento alimentar e a intolerância a suplementos energéticos são fatores cruciais que predizem a ocorrência de sintomas gastrointestinais. Intervenções nutricionais devem abordar o comportamento alimentar e a individualização da suplementação para otimizar a saúde gastrointestinal e o desempenho dessa população.Street running, a popular sport in Brazil, imposes high metabolic demands that can lead to gastrointestinal symptoms, compromising performance. The objective was to investigate the relationship between diet quality, eating behavior, and the prevalence of gastrointestinal symptoms in Brazilian recreational runners. This was a cross-sectional observational study with 195 runners. Data collection was online, using validated questionnaires to assess diet quality (QAS), eating behavior (TFEQ-R21, ECAP, Emotional Eating Scale), and gastrointestinal symptoms (Exercise-Related GI Symptoms Questionnaire, GSRS). The sample was predominantly female (53.8%), with a average age of 38.3 ± 12.0 years. The overall dietary pattern showed high nutritional quality (94.4% consuming whole or minimally processed foods). However, 21.0% of participants reported frequent gastrointestinal symptoms (score ≥ 3), with flatulence/gas being the most prevalent (72.8%). Multiple linear regression identified uncontrolled eating (β=0.29, p=0.008) and discomfort with supplements (β=0.34, p=0.042) as significant predictors of gastrointestinal symptom frequency. Mediation analysis revealed that cognitive restriction indirectly affects gastrointestinal symptoms through increased supplement intolerance. Despite a high-quality diet, aspects of eating behavior and intolerance to energy supplements are crucial factors predicting the occurrence of gastrointestinal symptoms. Nutritional interventions should address eating behavior and the individualization of supplementation to optimize the gastrointestinal health and performance of this population.El running en ruta, un deporte popular en Brasil, impone altas demandas metabólicas que pueden provocar síntomas gastrointestinales, comprometiendo el rendimiento. El objetivo fue investigar la relación entre la calidad de la dieta, el comportamiento alimentario y la prevalencia de síntomas gastrointestinales en corredores brasileños. Este es un estudio observacional transversal con 195 corredores. La recopilación de datos se realizó en línea, utilizando cuestionarios validados para evaluar la calidad de la dieta (QAS), el comportamiento alimentario (TFEQ-R21, ECAP, Escala de Alimentación Emocional) y los síntomas gastrointestinales (Cuestionario de Síntomas Gastrointestinales Relacionados con el Ejercicio, GSRS). La muestra fue predominantemente femenina (53,8%), con una edad media de 38,3 ± 12,0 años. El patrón dietético general demostró una alta calidad nutricional (94,4% consumía alimentos no procesados ​​o mínimamente procesados). Sin embargo, el 21,0% de los participantes reportaron síntomas gastrointestinales frecuentes (puntuación ≥ 3), siendo la flatulencia/gases el síntoma más prevalente (72,8%). La regresión lineal múltiple identificó la ingesta descontrolada (β=0,29, p=0,008) y la incomodidad con los suplementos (β=0,34, p=0,042) como predictores significativos de la frecuencia de síntomas gastrointestinales. El análisis de mediación reveló que la restricción cognitiva afecta los síntomas gastrointestinales indirectamente, a través de una mayor intolerancia a los suplementos. A pesar de una dieta de alta calidad, ciertos aspectos del comportamiento alimentario y la intolerancia a los suplementos energéticos son factores cruciales que predicen la aparición de síntomas gastrointestinales. Las intervenciones nutricionales deben abordar el comportamiento alimentario e individualizar la suplementación para optimizar la salud y el rendimiento gastrointestinal en esta población.A corrida de rua, modalidade desportiva popular no Brasil, impõe elevadas exigências metabólicas que podem levar a sintomas gastrointestinais, comprometendo o desempenho. O objetivo foi investigar a relação entre a qualidade da alimentação, o comportamento alimentar e a prevalência de sintomas gastrointestinais em corredores de rua brasileiros. Trata-se de um estudo transversal observacional com 195 corredores. A recolha de dados foi online, utilizando questionários validados para avaliar a qualidade da dieta (QAS), o comportamento alimentar (TFEQ-R21, ECAP, Escala de Alimentação Emocional) e os sintomas gastrointestinais (Questionário de Sintomas gastrointestinais Relacionados com o Exercício, GSRS). A amostra era maioritariamente feminina (53,8%), com uma média de idades de 38,3 ± 12,0 anos. O padrão alimentar geral demonstrou uma elevada qualidade nutricional (94,4% a consumir alimentos frescos ou minimamente processados). Contudo, 21,0% dos participantes relataram sintomas gastrointestinais frequentes (escore ≥ 3), sendo as mais prevalentes flatulências/gases (72,8%). A regressão linear múltipla identificou o descontrolo alimentar (β=0.29, p=0.008) e o desconforto com suplementos (β=0.34, p=0.042) como preditores significativos da frequência de sintomas gastrointestinais. A análise de mediação revelou que a restrição cognitiva afeta os sintomas gastrointestinais indiretamente, através do aumento da intolerância aos suplementos. Apesar de uma dieta de elevada qualidade, os aspetos do comportamento alimentar e a intolerância aos suplementos energéticos são fatores cruciais que predizem a ocorrência de sintomas gastrointestinais. As intervenções nutricionais devem abordar o comportamento alimentar e a individualização da suplementação para otimizar a saúde gastrointestinal e o desempenho desta população.La corsa su strada, sport molto diffuso in Brasile, impone elevate richieste metaboliche che possono causare sintomi gastrointestinali, compromettendo le prestazioni. L'obiettivo di questo studio era di indagare la relazione tra qualità della dieta, comportamento alimentare e prevalenza di sintomi gastrointestinali nei corridori brasiliani. Si tratta di uno studio osservazionale trasversale condotto su 195 corridori. La raccolta dei dati è stata effettuata online, utilizzando questionari validati per valutare la qualità della dieta (QAS), il comportamento alimentare (TFEQ-R21, ECAP, Emotional Eating Scale) e i sintomi gastrointestinali (Exercise-Related Gastrointestinal Symptoms Questionnaire, GSRS). Il campione era prevalentemente femminile (53,8%), con un'età media di 38,3 ± 12,0 anni. Il modello alimentare complessivo ha mostrato un'elevata qualità nutrizionale (il 94,4% consumava alimenti non trasformati o minimamente trasformati). Tuttavia, il 21,0% dei partecipanti ha riportato frequenti sintomi gastrointestinali (punteggio ≥ 3), con flatulenza/gas come sintomo più frequente (72,8%). La regressione lineare multipla ha identificato l'alimentazione incontrollata (β=0,29, p=0,008) e il disagio nei confronti degli integratori (β=0,34, p=0,042) come predittori significativi della frequenza dei sintomi gastrointestinali. L'analisi di mediazione ha rivelato che la restrizione cognitiva influenza indirettamente i sintomi gastrointestinali, attraverso una maggiore intolleranza agli integratori. Nonostante una dieta di alta qualità, alcuni aspetti del comportamento alimentare e l'intolleranza agli integratori energetici sono fattori cruciali che predicono la comparsa di sintomi gastrointestinali. Gli interventi nutrizionali dovrebbero concentrarsi sul comportamento alimentare e personalizzare l'integrazione per ottimizzare la salute e le prestazioni gastrointestinali in questa popolazione

    L'abuso di steroidi anabolizzanti è associato a disfunzioni del sistema nervoso autonomo.

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    The purpose of this study was to evaluate whether AAS abuse can induce cardiac autonomic dysfunction in trained individuals after a session. Employing a quasi-experimental design, 17 healthy men were divided into two groups: users of AAS (n=7), who reported self-administration for at least two years and non-users of AAS (n=10). All subjects performed an acute strength-training session consisting of three sets of 10 repetitions at 70% of 1RM for four exercises (bench press, leg press, seated row and leg extension), with an inter set rest interval of 60 seconds. HRV measurements were taken pre, post and during a 60-minute post-exercise recovery period. Results showed that AAS users had lower values for standard deviation of the NN intervals and root mean squared successive differences when compared to the non-AAS users Pre the resistance exercise. However, immediately after the resistance training, all indexes in the time domain, non-linear and symbolic analysis were similar between AAS and NAAS. We conclude that the use of AAS is consistent with a dysfunction of the autonomic system.El objetivo de este estudio fue evaluar si el uso de esteroides anabólicos androgénicos (EAA) puede inducir disfunción autonómica cardíaca en individuos entrenados después de una sesión de ejercicio. Utilizando un diseño cuasi-experimental, 17 hombres sanos fueron divididos en dos grupos: usuarios de EAA (n=7), que reportaron autoadministración durante al menos dos años, y no usuarios de EAA (n=10). Todos los participantes realizaron una sesión de entrenamiento de fuerza aguda que consistió en tres series de 10 repeticiones al 70% de 1RM, en cuatro ejercicios (press de banca, prensa de piernas, remo sentado y extensión de piernas), con un intervalo de 60 segundos entre series. Las mediciones de variabilidad de la frecuencia cardíaca (VFC) se tomaron antes, inmediatamente después y durante un período de recuperación de 60 minutos después del ejercicio. Los resultados mostraron que los usuarios de EAA presentaron valores más bajos para la desviación estándar de los intervalos NN y diferencias cuadráticas medias sucesivas en comparación con los no usuarios de EAA antes del ejercicio de resistencia. Sin embargo, inmediatamente después del entrenamiento, todos los índices en el dominio temporal, el análisis no lineal y el análisis simbólico fueron similares entre usuarios y no usuarios. Concluimos que el uso de EAA se asocia con disfunción del sistema nervioso autónomo.O objetivo deste estudo foi avaliar se o uso de esteroides androgênicos anabolizantes (AAS) pode induzir disfunção autonômica cardíaca em indivíduos treinados após uma sessão de exercício. Utilizando um delineamento quase-experimental, 17 homens saudáveis foram divididos em dois grupos: usuários de AAS (n=7), que relataram autoadministração por pelo menos dois anos, e não usuários de AAS (n=10). Todos os participantes realizaram uma sessão aguda de treinamento de força composta por três séries de 10 repetições a 70% de 1RM, em quatro exercícios (supino reto, leg press, remada sentada e extensão de pernas), com intervalo de 60 segundos entre as séries. As medições de variabilidade da frequência cardíaca (HRV) foram feitas antes, imediatamente após e durante um período de recuperação de 60 minutos após o exercício. Os resultados mostraram que os usuários de AAS apresentaram valores mais baixos para o desvio padrão dos intervalos NN e diferenças quadráticas médias sucessivas em comparação com os não usuários de AAS antes do exercício resistido. No entanto, imediatamente após o treino, todos os índices no domínio do tempo, análise não linear e análise simbólica foram semelhantes entre usuários e não usuários. Concluímos que o uso de AAS está associado a uma disfunção do sistema autonômico.O objetivo deste estudo foi avaliar se o uso de esteroides androgénicos anabolizantes (AAS) pode induzir disfunção autonómica cardíaca em indivíduos treinados após uma sessão de exercício. Utilizando um desenho quase-experimental, 17 homens saudáveis ​​foram divididos em dois grupos: utilizadores de AAS (n=7), que reportaram auto-administração durante pelo menos dois anos, e não utilizadores de AAS (n=10). Todos os participantes realizaram uma sessão aguda de treino de força composta por três séries de 10 repetições a 70% de 1RM, em quatro exercícios (supino, leg press, remada sentada e extensão de pernas), com um intervalo de 60 segundos entre séries. As medições da variabilidade da frequência cardíaca (HRV) foram feitas antes, imediatamente após e durante um período de recuperação de 60 minutos após o exercício. Os resultados mostraram que os utilizadores de AAS apresentaram valores mais baixos para o desvio padrão dos intervalos NN e diferenças quadráticas médias sucessivas em comparação com os não utilizadores de AAS antes do exercício resistido. No entanto, imediatamente após o treino, todos os índices no domínio do tempo, análise não linear e análise simbólica foram semelhantes entre utilizadores e não utilizadores. Concluímos que o uso de AAS está associado a uma disfunção do sistema autónomo.Lo scopo di questo studio era valutare se l'uso di steroidi androgeni anabolizzanti (AAS) potesse indurre disfunzione autonomica cardiaca in individui allenati dopo una sessione di esercizio. Utilizzando un disegno quasi sperimentale, 17 uomini sani sono stati divisi in due gruppi: utilizzatori di AAS (n=7), che hanno riferito di autosomministrazione per almeno due anni, e non utilizzatori di AAS (n=10). Tutti i partecipanti hanno eseguito una sessione di allenamento di forza acuta composta da tre serie da 10 ripetizioni al 70% di 1RM, in quattro esercizi (panca piana, leg press, rower seduto e leg extension), con un intervallo di 60 secondi tra le serie. Le misurazioni della variabilità della frequenza cardiaca (HRV) sono state effettuate prima, immediatamente dopo e durante un periodo di recupero di 60 minuti dopo l'esercizio. I risultati hanno mostrato che gli utilizzatori di AAS presentavano valori inferiori per la deviazione standard degli intervalli NN e differenze quadratiche medie successive rispetto ai non utilizzatori di AAS prima dell'esercizio di resistenza. Tuttavia, subito dopo l'addestramento, tutti gli indici nel dominio del tempo, nell'analisi non lineare e nell'analisi simbolica erano simili tra utilizzatori e non utilizzatori. Concludiamo che l'uso di AAS è associato a disfunzione del sistema nervoso autonomo

    La relazione tra qualità del sonno e abitudini alimentari nei fantini apprendisti

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    Introduction: Adequate sleep is vital for young athletes, and diet may play a role in sleep quality. This is especially relevant for apprentice jockeys who face unique physical and nutritional demands. Objective: To examine the relationship between dietary habits and sleep quality in apprentice jockeys at the Turkish Jockey Club Ekrem Kurt Apprentice Training Center. Materials and Methods: Twenty-four male apprentice jockeys (15-18 years) completed 7-day food and fluid intake records. Sleep quality was evaluated using the Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI). Anthropometric measurements were collected. Associations between nutrient intake and PSQI components were analyzed with Spearman’s correlation. Results: The mean PSQI score was 4.96 ± 2.84, and 41.7% of participants were poor sleepers. Total energy and macronutrient intake were not associated with overall PSQI. However, certain nutrients showed meaningful relationships with specific sleep components. Higher zinc intake, especially in the evening, was linked to better subjective sleep quality, while higher evening fat intake was associated with poorer sleep. Protein and fat intake showed negative correlations with subjective sleep quality. Evening carbohydrate proportion was related to fewer sleep disturbances. Conclusions: Although overall dietary intake did not affect global sleep quality, selected nutrients and meal timing were associated with specific aspects of sleep.Introducción: Un sueño adecuado es esencial para los atletas jóvenes, y la nutrición puede desempeñar un papel en la calidad del sueño. Esto es especialmente relevante para los jinetes aprendices, que enfrentan demandas físicas y nutricionales particulares. Objetivo: Examinar la relación entre los hábitos alimentarios y la calidad del sueño en jinetes aprendices en el Centro de Entrenamiento de Aprendices Ekrem Kurt del Jockey Club de Turquía. Materiales y Métodos: Veinticuatro jinetes aprendices varones (15-18 años) registraron su ingesta de alimentos y líquidos durante 7 días. La calidad del sueño se evaluó utilizando el Índice de Calidad del Sueño de Pittsburgh (PSQI). Se tomaron medidas antropométricas. Las asociaciones entre la ingesta de nutrientes y los componentes del PSQI se analizaron utilizando la correlación de Spearman. Resultados: La puntuación media del PSQI fue de 4,96 ± 2,84, y el 41,7% de los participantes reportaron mala calidad del sueño. La ingesta total de energía y macronutrientes no se asoció con el PSQI general. Sin embargo, algunos nutrientes mostraron relaciones significativas con componentes específicos del sueño. Una mayor ingesta de zinc, especialmente por la noche, se asoció con una mejor calidad subjetiva del sueño, mientras que una mayor ingesta de grasas nocturnas se asoció con una peor calidad. La ingesta de proteínas y grasas mostró correlaciones negativas con la calidad subjetiva del sueño. Una mayor proporción de carbohidratos por la noche se relacionó con menos trastornos del sueño. Conclusión: Si bien la ingesta dietética total no afectó la puntuación general del PSQI, ciertos nutrientes y el horario de las comidas mostraron una asociación con aspectos particulares del sueño.Introdução: O sono adequado é essencial para jovens atletas, e a alimentação pode desempenhar um papel na qualidade do sono. Isso é especialmente relevante para aprendizes de jóquei, que enfrentam exigências físicas e nutricionais particulares. Objetivo: Examinar a relação entre os hábitos alimentares e a qualidade do sono em aprendizes de jóquei do Centro de Treinamento de Aprendizes Ekrem Kurt do Jockey Club da Turquia. Materiais e Métodos: Vinte e quatro aprendizes de jóquei do sexo masculino (15-18 anos) registraram sua ingestão de alimentos e líquidos durante 7 dias. A qualidade do sono foi avaliada por meio do Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI). Medidas antropométricas foram coletadas. As associações entre ingestão de nutrientes e componentes do PSQI foram analisadas com a correlação de Spearman. Resultados: A pontuação média do PSQI foi de 4,96 ± 2,84, e 41,7% dos participantes apresentaram má qualidade de sono. A ingestão total de energia e macronutrientes não se associou ao PSQI global. No entanto, alguns nutrientes mostraram relações significativas com componentes específicos do sono. Maior ingestão de zinco, especialmente à noite, esteve associada a melhor qualidade subjetiva do sono, enquanto maior ingestão noturna de gordura esteve relacionada a pior qualidade. A ingestão de proteína e gordura apresentou correlações negativas com a qualidade subjetiva do sono. A maior proporção de carboidratos no período noturno esteve ligada a menos distúrbios do sono. Conclusão: Embora a ingestão alimentar total não tenha afetado a pontuação global do PSQI, nutrientes específicos e o horário das refeições mostraram associação com aspectos particulares do sono.Introdução: O sono adequado é essencial para os jovens atletas, e a alimentação pode desempenhar um papel na qualidade do sono. Isto é especialmente relevante para os aprendizes de jóquei, que enfrentam exigências físicas e nutricionais particulares. Objectivo: Examinar a relação entre os hábitos alimentares e a qualidade do sono em aprendizes de jóquei do Centro de Formação de Aprendizes Ekrem Kurt do Jockey Club da Turquia. Materiais e Métodos: Vinte e quatro aprendizes de jóquei do sexo masculino (15-18 anos) registaram a sua ingestão de alimentos e líquidos durante 7 dias. A qualidade do sono foi avaliada através do Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI). As medidas antropométricas foram recolhidas. As associações entre a ingestão de nutrientes e os componentes do PSQI foram analisadas com a correlação de Spearman. Resultados: A pontuação média do PSQI foi de 4,96 ± 2,84, e 41,7% dos participantes apresentaram má qualidade de sono. A ingestão total de energia e macronutrientes não se associou ao PSQI global. No entanto, alguns nutrientes mostraram relações significativas com componentes específicos do sono. Uma maior ingestão de zinco, especialmente à noite, esteve associada a uma melhor qualidade subjetiva do sono, enquanto uma maior ingestão noturna de gordura esteve relacionada com uma pior qualidade. A ingestão de proteína e gordura apresentou correlações negativas com a qualidade subjetiva do sono. A maior proporção de hidratos de carbono no período noturno esteve ligada a menos distúrbios do sono. Conclusão: Embora a ingestão alimentar total não tenha afetado a pontuação global do PSQI, os nutrientes específicos e o horário das refeições mostraram uma associação com aspetos particulares do sono.Introduzione: Un sonno adeguato è essenziale per i giovani atleti e l'alimentazione può influenzare la qualità del sonno. Ciò è particolarmente rilevante per i fantini apprendisti, che devono affrontare particolari esigenze fisiche e nutrizionali. Obiettivo: Esaminare la relazione tra abitudini alimentari e qualità del sonno nei fantini apprendisti presso il Centro di Formazione per Apprendisti Ekrem Kurt del Jockey Club di Turchia. Materiali e Metodi: Ventiquattro fantini apprendisti maschi (15-18 anni) hanno registrato l'assunzione di cibo e liquidi per 7 giorni. La qualità del sonno è stata valutata utilizzando il Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI). Sono state raccolte misurazioni antropometriche. Le associazioni tra l'assunzione di nutrienti e le componenti del PSQI sono state analizzate utilizzando la correlazione di Spearman. Risultati: Il punteggio medio del PSQI è stato di 4,96 ± 2,84 e il 41,7% dei partecipanti ha riportato una scarsa qualità del sonno. L'apporto energetico totale e l'assunzione di macronutrienti non sono risultati associati al PSQI complessivo. Tuttavia, alcuni nutrienti hanno mostrato relazioni significative con specifiche componenti del sonno. Un maggiore apporto di zinco, soprattutto di notte, è risultato associato a una migliore qualità soggettiva del sonno, mentre un maggiore apporto di grassi durante la notte è risultato associato a una qualità peggiore. L'assunzione di proteine ​​e grassi ha mostrato correlazioni negative con la qualità soggettiva del sonno. Una maggiore proporzione di carboidrati durante la notte è risultata associata a un minor numero di disturbi del sonno. Conclusione: sebbene l'apporto dietetico totale non abbia influenzato il punteggio complessivo del PSQI, specifici nutrienti e la tempistica dei pasti hanno mostrato un'associazione con particolari aspetti del sonno

    Confronto della massa grassa corporea in atleti di allenamento con i pesi mediante misurazioni delle pliche cutanee, ultrasuoni e bioimpedenza

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    Introdução: a avaliação da composição corporal é fundamental na área clínica, pois permite identificar riscos à saúde relacionados ao excesso de gordura corporal e direcionar condutas nutricionais adequadas. Objetivo: comparar o percentual de gordura corporal de praticantes de treinamento resistido por dobras cutâneas (DC), bioimpedância elétrica (BIA) e ultrassonografia (US). Materiais e Métodos: trata-se de um estudo transversal realizado com 27 indivíduos ativos, ambos os sexos, entre 20 e 40 anos. A coleta de dados consistiu na aplicação do questionário sobre nível de atividade física (IPAQ) e na avaliação antropométrica por meio do peso, estatura e medidas da composição corporal, em jejum. Utilizou-se um teste de Shapiro-Wilk para atestar a normalidade dos dados e um teste T pareado para comparar os métodos analisados no estudo. O erro típico de medida foi utilizado para medir a variação do percentual de gordura corporal apresentado pelo US em relação aos valores demonstrados pelas DC e BIA. O nível de significância adotado foi de p<0,05. Resultados: observou-se diferença estatística entre US com DC (p=0,03) e com BIA (p=0,01) para homens. Quanto às mulheres, observou-se diferença estatística entre US com BIA (p=0,01), mas não com DC (p=0,86). Conclusão: Conclui-se que, nos homens, a BIA apresentou os maiores valores de gordura corporal, seguida pelas DC e, por último, pelo US. Nas mulheres, a diferença ocorreu apenas entre BIA e US, sendo a BIA o método que apresentou maior percentual.Introduction: Body composition assessment is essential in the clinical field, as it allows identification of health risks related to excess body fat and guides appropriate nutritional strategies. Objective: To compare body fat percentage in resistance training practitioners using skinfold thickness (ST), bioelectrical impedance analysis (BIA), and ultrasound (US). Materials and Methods: This cross-sectional study was conducted with 27 active individuals, of both sexes, aged 20 to 40 years. Data collection included the application of the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) and anthropometric assessment through weight, height, and body composition measurements, with individuals fasting. The Shapiro–Wilk test was used to verify data normality, and a paired T test was applied to compare the methods analyzed in the study. The typical error of measurement was employed to assess the variation in body fat percentage estimated by US compared with values obtained from ST and BIA. The significance level was set at p<0.05. Results: In men, significant differences were found between US and ST (p=0.03) and between US and BIA (p=0.01). In women, a significant difference was found between US and BIA (p=0.01), but not between US and ST (p=0.86). Conclusion: In men, BIA showed the highest body fat values, followed by ST and then US. In women, the difference occurred only between BIA and US, with BIA being the method that showed the highest percentage.Introducción: La evaluación de la composición corporal es fundamental en el ámbito clínico, ya que permite identificar riesgos para la salud relacionados con el exceso de grasa corporal y orientar enfoques nutricionales adecuados. Objetivo: Comparar el porcentaje de grasa corporal en practicantes de entrenamiento de resistencia utilizando el grosor del pliegue cutáneo (GC), el análisis de impedancia bioeléctrica (AIB) y la ecografía (EE). Materiales y métodos: Este es un estudio transversal realizado con 27 individuos activos de ambos sexos, de entre 20 y 40 años. La recolección de datos consistió en la aplicación del Cuestionario Internacional de Actividad Física (IPAQ) y la evaluación antropométrica a través de mediciones de peso, altura y composición corporal, en estado de ayuno. Se utilizó una prueba de Shapiro-Wilk para evaluar la normalidad de los datos y una prueba t pareada para comparar los métodos analizados en el estudio. Se utilizó el error de medición típico para medir la variación en el porcentaje de grasa corporal presentado por EE en relación con los valores mostrados por GC y AIB. El nivel de significancia adoptado fue p<0,05. Resultados: Se observó una diferencia estadísticamente significativa entre la ecografía con contraste (p=0,03) y con bioimpedancia (p=0,01) en hombres. En mujeres, se observó una diferencia estadísticamente significativa entre la ecografía con bioimpedancia (p=0,01), pero no con contraste (p=0,86). Conclusión: En hombres, la bioimpedancia mostró los valores más altos de grasa corporal, seguida de la bioimpedancia y, por último, la ecografía. En mujeres, la diferencia se presentó únicamente entre la bioimpedancia y la ecografía, con la bioimpedancia mostrando el porcentaje más alto.Introdução: a avaliação da composição corporal é fundamental na área clínica, pois permite identificar riscos para a saúde relacionados com o excesso de gordura corporal e direcionar condutas nutricionais adequadas. Objectivo: comparar a percentagem de gordura corporal de praticantes de treino de resistência por pregas cutâneas (DC), bioimpedância eléctrica (BIA) e ecografia (US). Materiais e Métodos: trata-se de um estudo transversal realizado com 27 indivíduos ativos, ambos os sexos, entre os 20 e os 40 anos. A recolha de dados consistiu na aplicação do questionário sobre o nível de atividade física (IPAQ) e na avaliação antropométrica através do peso, altura e medidas da composição corporal, em jejum. Utilizou-se um teste de Shapiro-Wilk para atestar a normalidade dos dados e um teste T emparelhado para comparar os métodos analisados ​​no estudo. O erro típico de medida foi utilizado para medir a variação da percentagem de gordura corporal apresentada pelo US em relação aos valores demonstrados pelas DC e BIA. O nível de significância adoptado foi de p<0,05. Resultados: observou-se diferença estatística entre os US com DC (p=0,03) e com BIA (p=0,01) para os homens. Quanto às mulheres, observou-se diferença estatística entre as US com BIA (p=0,01), mas não com DC (p=0,86). Conclusão: Conclui-se que, nos homens, a BIA apresentou os valores de gordura corporal mais elevados, seguida das DC e, por último, da US. Nas mulheres, a diferença ocorreu apenas entre a BIA e a US, sendo a BIA o método que apresentou maior percentagem.Introduzione: La valutazione della composizione corporea è fondamentale in ambito clinico, in quanto consente di identificare i rischi per la salute correlati all'eccesso di grasso corporeo e di guidare approcci nutrizionali appropriati. Obiettivo: Confrontare la percentuale di grasso corporeo in soggetti che praticano allenamento con i pesi utilizzando la misurazione delle pliche cutanee (SF), l'analisi dell'impedenza bioelettrica (BIA) e gli ultrasuoni (US). Materiali e Metodi: Si tratta di uno studio trasversale condotto su 27 soggetti attivi di entrambi i sessi, di età compresa tra i 20 e i 40 anni. La raccolta dei dati è consistita nella somministrazione dell'International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) e nella valutazione antropometrica tramite misurazione di peso, altezza e composizione corporea, a digiuno. Il test di Shapiro-Wilk è stato utilizzato per valutare la normalità dei dati e il t-test per dati appaiati è stato utilizzato per confrontare i metodi analizzati nello studio. L'errore di misurazione tipico è stato utilizzato per misurare la variazione della percentuale di grasso corporeo presentata dagli ultrasuoni in relazione ai valori mostrati da SF e BIA. Il livello di significatività adottato è stato p<0,05. Risultati: Negli uomini è stata osservata una differenza statisticamente significativa tra US e DC (p=0,03) e con BIA (p=0,01). Nelle donne, è stata osservata una differenza statisticamente significativa tra US e BIA (p=0,01), ma non con DC (p=0,86). Conclusione: Negli uomini, BIA ha mostrato i valori di grasso corporeo più elevati, seguito da DC e infine da US. Nelle donne, la differenza si è verificata solo tra BIA e US, con BIA che ha mostrato la percentuale più alta

    Oxalis latifolia come potenziale modulatore dello stress ossidativo indotto dall'esercizio fisico.

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    O estresse oxidativo decorre do desequilíbrio entre espécies reativas de oxigênio (EROs) e os mecanismos antioxidantes endógenos, sendo intensificado durante exercícios físicos de alta intensidade. Esse processo compromete a integridade celular, desencadeia inflamação e reduz o desempenho físico. Nesse contexto, cresce o interesse por compostos bioativos, especialmente polifenóis, em razão de sua capacidade de modular vias antioxidantes e inflamatórias. Este estudo teve como objetivo investigar os efeitos dos polifenóis sobre o estresse oxidativo induzido por exercício físico intenso, com ênfase no potencial terapêutico da Oxalis latifolia. Foi conduzida uma revisão integrativa da literatura, incluindo artigos publicados entre 2019 e 2025 nas bases PubMed e Scopus, complementada por busca manual em listas de referências. Selecionaram-se 26 estudos que evidenciaram efeitos protetores dos polifenóis, principalmente por meio da ativação do fator nuclear relacionado ao fator eritroide 2 (Nrf2), responsável pela expressão de enzimas antioxidantes endógenas. Além disso, verificou-se a inibição da via inflamatória mediada pelo fator nuclear kappa B (NF-κB) e pela ciclooxigenase-2 (COX-2), o que resultou na atenuação da resposta inflamatória. Esses mecanismos culminam na redução de EROs, preservação tecidual e melhora do desempenho físico. Conclui-se que, embora faltem evidências experimentais específicas sobre a O. latifolia, sua composição fitoquímica respalda seu potencial terapêutico na mitigação do estresse oxidativo induzido pelo exercício.Oxidative stress results from an imbalance between reactive oxygen species (ROS) and endogenous antioxidant mechanisms, being intensified during high-intensity physical exercise. This process compromises cellular integrity, triggers inflammation, and reduces physical performance. In this context, there is growing interest in bioactive compounds, especially polyphenols, due to their ability to modulate antioxidant and inflammatory pathways. This study aimed to investigate the effects of polyphenols on oxidative stress induced by intense physical exercise, with an emphasis on the therapeutic potential of Oxalis latifolia. An integrative literature review was conducted, including articles published between 2019 and 2025 in the PubMed and Scopus databases, complemented by a manual search of reference lists. A total of 26 studies were selected, which demonstrated the protective effects of polyphenols, mainly through the activation of the nuclear factor erythroid 2-related factor 2 (Nrf2), responsible for the expression of endogenous antioxidant enzymes. Additionally, inhibition of the inflammatory pathway mediated by nuclear factor kappa B (NF-κB) and cyclooxygenase-2 (COX-2) was observed, resulting in the attenuation of the inflammatory response. These mechanisms culminate in the reduction of ROS, tissue preservation, and improvement of physical performance. It is concluded that, although specific experimental evidence on O. latifolia is still lacking, its phytochemical composition supports its therapeutic potential in mitigating exercise-induced oxidative stress.El estrés oxidativo resulta de un desequilibrio entre las especies reactivas de oxígeno (ROS) y los mecanismos antioxidantes endógenos, y se intensifica durante el ejercicio físico de alta intensidad. Este proceso compromete la integridad celular, desencadena inflamación y reduce el rendimiento físico. En este contexto, el interés en los compuestos bioactivos, especialmente los polifenoles, está creciendo debido a su capacidad para modular las vías antioxidantes e inflamatorias. Este estudio tuvo como objetivo investigar los efectos de los polifenoles sobre el estrés oxidativo inducido por el ejercicio físico intenso, con énfasis en el potencial terapéutico de Oxalis latifolia. Se realizó una revisión bibliográfica integradora, incluyendo artículos publicados entre 2019 y 2025 en las bases de datos PubMed y Scopus, complementada con una búsqueda manual en listas de referencias. Se seleccionaron veintiséis estudios que mostraron efectos protectores de los polifenoles, principalmente a través de la activación del factor nuclear eritroide-relacionado factor 2 (Nrf2), responsable de la expresión de enzimas antioxidantes endógenas. Además, se observó la inhibición de la vía inflamatoria mediada por el factor nuclear kappa B (NF-κB) y la ciclooxigenasa-2 (COX-2), lo que resultó en una atenuación de la respuesta inflamatoria. Estos mecanismos culminan en la reducción de ROS, la preservación tisular y la mejora del rendimiento físico. Se concluye que, si bien se carece de evidencia experimental específica sobre O. latifolia, su composición fitoquímica respalda su potencial terapéutico para mitigar el estrés oxidativo inducido por el ejercicio.O stress oxidativo decorre do desequilíbrio entre as espécies reativas de oxigénio (ERO) e os mecanismos antioxidantes endógenos, sendo intensificado durante o exercício físico de alta intensidade. Este processo compromete a integridade celular, desencadeia inflamação e reduz o desempenho físico. Neste contexto, cresce o interesse por compostos bioativos, especialmente polifenóis, devido à sua capacidade de modular vias antioxidantes e inflamatórias. Este estudo teve como objectivo investigar os efeitos dos polifenóis no stress oxidativo induzido pelo exercício físico intenso, com ênfase no potencial terapêutico da Oxalis latifolia. Foi conduzida uma revisão integrativa da literatura, incluindo artigos publicados entre 2019 e 2025 nas bases de dados PubMed e Scopus, complementada por pesquisa manual em listas de referências. Foram selecionados 26 estudos que evidenciaram efeitos protetores dos polifenóis, principalmente através da ativação do fator nuclear relacionado com o fator eritroide 2 (Nrf2), responsável pela expressão de enzimas antioxidantes endógenas. Além disso, verificou-se a inibição da via inflamatória mediada pelo fator nuclear kappa B (NF-κB) e pela ciclooxigenase-2 (COX-2), o que resultou na atenuação da resposta inflamatória. Estes mecanismos culminam na redução das ERO, preservação tecidular e melhoria do desempenho físico. Conclui-se que, embora faltem evidências experimentais específicas sobre a O. latifolia, a sua composição fitoquímica suporta o seu potencial terapêutico na mitigação do stress oxidativo induzido pelo exercício.Lo stress ossidativo deriva da uno squilibrio tra le specie reattive dell'ossigeno (ROS) e i meccanismi antiossidanti endogeni e si intensifica durante l'esercizio fisico ad alta intensità. Questo processo compromette l'integrità cellulare, innesca l'infiammazione e riduce le prestazioni fisiche. In questo contesto, l'interesse per i composti bioattivi, in particolare i polifenoli, sta crescendo grazie alla loro capacità di modulare le vie antiossidanti e infiammatorie. Questo studio mirava a indagare gli effetti dei polifenoli sullo stress ossidativo indotto dall'esercizio fisico intenso, con particolare attenzione al potenziale terapeutico di Oxalis latifolia. È stata condotta una revisione integrativa della letteratura, inclusi articoli pubblicati tra il 2019 e il 2025 nei database PubMed e Scopus, integrata da una ricerca manuale nelle bibliografie. Sono stati selezionati ventisei studi che hanno mostrato effetti protettivi dei polifenoli, principalmente attraverso l'attivazione del fattore nucleare eritroide-correlato 2 (Nrf2), responsabile dell'espressione di enzimi antiossidanti endogeni. Inoltre, è stata osservata l'inibizione del pathway infiammatorio mediato dal fattore nucleare kappa B (NF-κB) e dalla cicloossigenasi-2 (COX-2), con conseguente attenuazione della risposta infiammatoria. Questi meccanismi culminano nella riduzione delle ROS, nella preservazione dei tessuti e nel miglioramento delle prestazioni fisiche. Si conclude che, sebbene manchino prove sperimentali specifiche su O. latifolia, la sua composizione fitochimica supporta il suo potenziale terapeutico nel mitigare lo stress ossidativo indotto dall'esercizio fisico

    Integrazione di creatina e metformina durante l'allenamento a intervalli ad alta intensità: effetti sulle prestazioni di salto e sulla massa corporea nei ratti Wistar.

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    Investigar os efeitos da suplementação isolada de creatina ou em associação à metformina sobre as adaptações ao treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) em ratos Wistar, analisando o desempenho funcional de salto e a composição corporal. Vinte e quatro ratos Wistar foram distribuídos aleatoriamente em três grupos (n=8): Controle (veículo), Creatina (carga: 0,430 g·kg⁻¹ por 5 dias; manutenção: 0,143 g·kg⁻¹) e Creatina+ Metformina (mesmo protocolo de creatina associado a 250 mg·kg⁻¹ de metformina). As substâncias foram administradas diariamente via gavagem oral 60 minutos antes do exercício. O protocolo de HIIT consistiu em saltos aquáticos (4 séries de 10 repetições, 5 dias/semana, com 50-70% de sobrecarga) durante oito semanas. O desempenho foi avaliado semanalmente por testes de exaustão, e a massa corporal foi monitorada para ajuste das dosagens. Houve melhora significativa no desempenho de salto ao longo das oito semanas em todos os grupos (efeito de tempo: F = 6,77; p<0,01). No entanto, não foram observadas diferenças significativas entre os grupos para a contagem de repetições (efeito de grupo: F = 0,43; p=0,64; interação tempo × grupo: F = 1,04; p=0,41). De forma análoga, as alterações na massa corporal foram influenciadas apenas pelo tempo (p<0,01), sem efeitos de grupo significativos (p = 0,08). A suplementação com creatina, isolada ou combinada à metformina, não proporcionou benefícios ergogênicos adicionais às adaptações induzidas pelo HIIT em ratos saudáveis. Os resultados sugerem que as possíveis interações metabólicas entre os compostos não resultam em ganhos funcionais ou alterações na composição corporal neste modelo experimental.To investigate the effects of creatine supplementation, either isolated or in association with metformin, on adaptations to high-intensity interval training (HIIT) in Wistar rats, analyzing functional jumping performance and body composition. Twenty-four Wistar rats were randomly assigned to three groups (n=8): Control (vehicle), Creatine (loading phase: 0.430 g·kg⁻¹ for 5 days; maintenance: 0.143 g·kg⁻¹), and Creatine + Metformin (identical creatine protocol associated with 250 mg·kg⁻¹ of metformin). Substances were administered daily via oral gavage 60 minutes prior to exercise. The HIIT protocol consisted of water jumps (4 sets of 10 repetitions, 5 days/week, with 50-70% overload) for eight weeks. Performance was assessed weekly through exhaustion tests, and body mass was monitored for dosage adjustment. There was a significant improvement in jumping performance over the eight-week period across all groups (main effect of time: F = 6.77; p<0.01). However, no significant differences were observed between groups regarding repetition counts (group effect: F = 0.43; p=0.64; time × group interaction: F = 1.04; p=0.41). Similarly, changes in body mass were influenced solely by time (p<0.01), with no significant group effects (p=0.08). Creatine supplementation, whether isolated or combined with metformin, did not provide additional ergogenic benefits to the adaptations induced by HIIT in healthy rats. These results suggest that potential metabolic interactions between these compounds do not translate into functional gains or alterations in body composition within this experimental model.Para investigar los efectos de la suplementación con creatina sola o en combinación con metformina en las adaptaciones al entrenamiento de intervalos de alta intensidad (HIIT) en ratas Wistar, analizando el rendimiento de salto funcional y la composición corporal. Veinticuatro ratas Wistar se distribuyeron aleatoriamente en tres grupos (n = 8): Control (vehículo), Creatina (carga: 0,430 g·kg⁻¹ durante 5 días; mantenimiento: 0,143 g·kg⁻¹) y Creatina + Metformina (mismo protocolo de creatina asociado a 250 mg·kg⁻¹ de metformina). Las sustancias se administraron diariamente por sonda oral 60 minutos antes del ejercicio. El protocolo HIIT consistió en saltos acuáticos (4 series de 10 repeticiones, 5 días/semana, con una sobrecarga del 50-70%) durante ocho semanas. El rendimiento se evaluó semanalmente mediante pruebas de agotamiento y se monitoreó la masa corporal para ajustar la dosis. Se observó una mejora significativa en el rendimiento de salto durante las ocho semanas en todos los grupos (efecto del tiempo: F = 6,77; p < 0,01). Sin embargo, no se observaron diferencias significativas entre los grupos en cuanto al número de repeticiones (efecto del grupo: F = 0,43; p = 0,64; interacción tiempo × grupo: F = 1,04; p = 0,41). De igual forma, los cambios en la masa corporal se vieron influenciados únicamente por el tiempo (p < 0,01), sin efectos significativos del grupo (p = 0,08). La suplementación con creatina, sola o combinada con metformina, no aportó beneficios ergogénicos adicionales a las adaptaciones inducidas por el HIIT en ratas sanas. Los resultados sugieren que las posibles interacciones metabólicas entre los compuestos no resultan en ganancias funcionales ni cambios en la composición corporal en este modelo experimental.Investigar os efeitos da suplementação isolada de creatina ou em associação à metformina nas adaptações ao treino intervalado de alta intensidade (HIIT) em ratos Wistar, analisando o desempenho funcional de salto e a composição corporal. Vinte e quatro ratos Wistar foram distribuídos aleatoriamente por três grupos (n=8): Controlo (veículo), Creatina (carga: 0,430 g·kg⁻¹ durante 5 dias; manutenção: 0,143 g·kg⁻¹) e Creatina+ Metformina (mesmo protocolo de creatina associado a 250 mg·kg⁻¹ de metformina). As substâncias foram administradas diariamente através de gavagem oral 60 minutos antes do exercício. O protocolo de HIIT consistiu em saltos aquáticos (4 séries de 10 repetições, 5 dias/semana, com 50-70% de sobrecarga) durante oito semanas. O desempenho foi avaliado semanalmente por testes de exaustão, e a massa corporal foi monitorizada para ajuste das dosagens. Houve uma melhoria significativa no desempenho de salto ao longo das oito semanas em todos os grupos (efeito do tempo: F = 6,77; p<0,01). No entanto, não foram observadas diferenças significativas entre os grupos para a contagem de repetições (efeito de grupo: F = 0,43; p=0,64; interação tempo × grupo: F = 1,04; p=0,41). De forma análoga, as alterações na massa corporal foram influenciadas apenas pelo tempo (p<0,01), não havendo efeitos de grupo significativos (p = 0,08). A suplementação com creatina, isolada ou combinada com metformina, não proporcionou benefícios ergogénicos adicionais às adaptações induzidas pelo HIIT em ratos saudáveis. Os resultados sugerem que as possíveis interações metabólicas entre os compostos não resultam em ganhos funcionais ou alterações na composição corporal neste modelo experimental.Studiare gli effetti dell'integrazione di creatina, da sola o in combinazione con metformina, sugli adattamenti all'allenamento a intervalli ad alta intensità (HIIT) nei ratti Wistar, analizzando le prestazioni di salto funzionale e la composizione corporea. Ventiquattro ratti Wistar sono stati distribuiti casualmente in tre gruppi (n=8): controllo (veicolo), creatina (carico: 0,430 g·kg⁻¹ per 5 giorni; mantenimento: 0,143 g·kg⁻¹) e creatina + metformina (stesso protocollo di creatina associato a 250 mg·kg⁻¹ di metformina). Le sostanze sono state somministrate quotidianamente tramite sondino orale 60 minuti prima dell'esercizio. Il protocollo HIIT consisteva in salti in acqua (4 serie da 10 ripetizioni, 5 giorni/settimana, con un sovraccarico del 50-70%) per otto settimane. Le prestazioni sono state valutate settimanalmente mediante test di esaurimento e la massa corporea è stata monitorata per eventuali aggiustamenti del dosaggio. Si è osservato un miglioramento significativo nelle prestazioni di salto nel corso delle otto settimane in tutti i gruppi (effetto tempo: F = 6,77; p < 0,01). Tuttavia, non sono state osservate differenze significative tra i gruppi per il conteggio delle ripetizioni (effetto gruppo: F = 0,43; p = 0,64; interazione tempo × gruppo: F = 1,04; p = 0,41). Analogamente, le variazioni della massa corporea sono state influenzate solo dal tempo (p < 0,01), senza effetti di gruppo significativi (p = 0,08). L'integrazione con creatina, da sola o in combinazione con metformina, non ha fornito ulteriori benefici ergogenici agli adattamenti indotti dall'HIIT nei ratti sani. I risultati suggeriscono che le possibili interazioni metaboliche tra i composti non si traducono in guadagni funzionali o cambiamenti nella composizione corporea in questo modello sperimentale

    Extrato seco de ajuga turkestanica no ganho de massa magra em indivíduos saudáveis, do sexo masculino, praticantes de musculação, Rio Paranaíba-MG

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    Ganho de massa magra e perda de gordura são os principais objetivos de muitos praticantes de musculação. O uso de esteroides androgênicos anabolizantes (EAA), especialmente entre jovens, ainda é comum, apesar dos sérios riscos à saúde. Nesse cenário, surgem substâncias fitoterápicas com potenciais efeitos anabólicos, como o extrato da Ajuga turkestanica. Contudo, são escassos os estudos científicos envolvendo essa planta, motivando a realização deste trabalho. A pesquisa contou com 20 homens adultos, saudáveis e praticantes de musculação, que consumiram o extrato de Ajuga turkestanica por 8 semanas. Os participantes foram divididos em dois grupos: controle (placebo) e experimental (extrato). Ambos passaram por anamnese, avaliação antropométrica, análise do consumo alimentar e exames bioquímicos no início e ao final do estudo. A análise dos dados foi realizada com os softwares Excel e JAMOVI, utilizando ANOVA e teste t de Student, com significância de p ≤ 0,05. Ao longo das 8 semanas, não houve diferença estatística das variáveis antropométricas ou do consumo alimentar, exceto pelo colesterol. Em relação aos parâmetros bioquímicos, observou-se aumento de ureia e cortisol no grupo controle, o que não ocorreu no grupo experimental, sugerindo possível efeito anticatabólico do extrato. A suplementação com extrato seco de Ajuga turkestanica demonstrou ser segura para adultos jovens saudáveis, sem efeitos colaterais ou alterações em parâmetros hepáticos e renais. No entanto, a suplementação foi ineficaz para promover aumento de massa magra ou hipertrofia muscular nesses indivíduos.Gaining lean muscle mass and losing fat are the main goals of many individuals who practice weight training. The use of anabolic androgenic steroids (AAS), especially among young people, remains common despite the serious health risks. In this context, herbal substances with potential anabolic effects have emerged, such as the extract of Ajuga turkestanica. However, scientific studies involving this plant are scarce, which motivated the development of this study. The research involved 20 healthy adult men who practiced weight training and consumed Ajuga turkestanica extract for 8 weeks. Participants were divided into two groups: a control group (placebo) and an experimental group (extract). Both groups underwent anamnesis, anthropometric assessment, dietary intake analysis, and biochemical tests at the beginning and end of the study. Data analysis was performed using Excel and JAMOVI software, applying ANOVA and Student’s t-test, with significance set at p ≤ 0.05. Over the 8-week period, there were no statistically significant differences in anthropometric variables or dietary intake, except for cholesterol levels. Regarding biochemical parameters, an increase in urea and cortisol was observed in the control group, which was not seen in the experimental group, suggesting a possible anti-catabolic effect of the extract. Supplementation with Ajuga turkestanica dry extract proved to be safe for healthy young adults, showing no side effects or alterations in liver and kidney function parameters. However, the supplementation was ineffective in promoting lean mass gain or muscle hypertrophy in these individuals.Ganar masa muscular magra y perder grasa son los objetivos principales de muchos culturistas. El uso de esteroides anabólicos androgénicos (EAA), especialmente entre los jóvenes, sigue siendo común, a pesar de los graves riesgos para la salud. En este contexto, surgen sustancias fitoterapéuticas con potenciales efectos anabólicos, como el extracto de Ajuga turkestanica. Sin embargo, los estudios científicos sobre esta planta son escasos, lo que motiva este trabajo. La investigación incluyó a 20 hombres adultos sanos que practicaban culturismo y consumieron extracto de Ajuga turkestanica durante 8 semanas. Los participantes se dividieron en dos grupos: control (placebo) y experimental (extracto). Ambos grupos se sometieron a anamnesis, evaluación antropométrica, análisis del consumo de alimentos y pruebas bioquímicas al inicio y al final del estudio. El análisis de datos se realizó utilizando Excel y el software JAMOVI, mediante ANOVA y la prueba t de Student, con un nivel de significancia de p ≤ 0,05. A lo largo de las 8 semanas, no hubo diferencias estadísticamente significativas en las variables antropométricas ni en el consumo de alimentos, excepto en el colesterol. En cuanto a los parámetros bioquímicos, se observó un aumento de urea y cortisol en el grupo control, lo cual no ocurrió en el grupo experimental, lo que sugiere un posible efecto anticatabólico del extracto. La suplementación con extracto seco de Ajuga turkestanica resultó segura para adultos jóvenes sanos, sin efectos secundarios ni alteraciones en los parámetros hepáticos y renales. Sin embargo, la suplementación no fue efectiva para promover el aumento de masa muscular magra ni la hipertrofia muscular en estos individuos.O ganho de massa magra e a perda de gordura são os principais objetivos de muitos praticantes de musculação. O uso de esteróides androgénios anabolizantes (EAA), especialmente entre os jovens, ainda é comum, apesar dos graves riscos para a saúde. Neste cenário, surgem substâncias fitoterápicas com potenciais efeitos anabólicos, como o extrato de Ajuga turkestanica. Contudo, são escassos os estudos científicos envolvendo esta planta, motivando a realização deste trabalho. A investigação contou com 20 homens adultos, saudáveis ​​e praticantes de musculação, que consumiram o extrato de Ajuga turkestanica durante 8 semanas. Os participantes foram divididos em dois grupos: controlo (placebo) e experimental (extrato). Ambos foram submetidos a uma anamnese, avaliação antropométrica, análise do consumo alimentar e exames bioquímicos no início e no final do estudo. A análise dos dados foi realizada com os softwares Excel e JAMOVI, através de ANOVA e teste t de Student, com significância de p ≤ 0,05. Ao longo das 8 semanas, não se verificou diferença estatística das variáveis ​​antropométricas ou do consumo alimentar, exceto o colesterol. Em relação aos parâmetros bioquímicos, observou-se um aumento da ureia e do cortisol no grupo controlo, o que não se verificou no grupo experimental, sugerindo um possível efeito anticatabólico do extrato. A suplementação com extrato seco de Ajuga turkestanica demonstrou ser segura para adultos jovens saudáveis, sem efeitos secundários ou alterações dos parâmetros hepáticos e renais. No entanto, a suplementação foi ineficaz para promover o aumento da massa magra ou da hipertrofia muscular nestes indivíduos.L'aumento della massa muscolare magra e la riduzione del grasso corporeo rappresentano gli obiettivi principali di molti culturisti. L'uso di steroidi anabolizzanti androgeni (AAS), soprattutto tra i giovani, è ancora diffuso, nonostante i gravi rischi per la salute. In questo contesto, emergono sostanze fitoterapiche con potenziali effetti anabolizzanti, come l'estratto di Ajuga turkestanica. Tuttavia, gli studi scientifici su questa pianta sono scarsi, il che ha motivato il presente lavoro. La ricerca ha coinvolto 20 uomini adulti sani che praticavano bodybuilding e hanno assunto estratto di Ajuga turkestanica per 8 settimane. I partecipanti sono stati divisi in due gruppi: controllo (placebo) e sperimentale (estratto). Entrambi i gruppi sono stati sottoposti ad anamnesi, valutazione antropometrica, analisi del consumo alimentare e test biochimici all'inizio e alla fine dello studio. L'analisi dei dati è stata effettuata utilizzando i software Excel e JAMOVI, mediante ANOVA e test t di Student, con un livello di significatività di p ≤ 0,05. Nel corso delle 8 settimane, non si sono riscontrate differenze statisticamente significative nelle variabili antropometriche o nel consumo di cibo, ad eccezione del colesterolo. Per quanto riguarda i parametri biochimici, nel gruppo di controllo si è osservato un aumento dell'urea e del cortisolo, assente invece nel gruppo sperimentale, il che suggerisce un possibile effetto anticatabolico dell'estratto. L'integrazione con estratto secco di Ajuga turkestanica si è dimostrata sicura per giovani adulti sani, senza effetti collaterali o alterazioni dei parametri epatici e renali. Tuttavia, l'integrazione non è risultata efficace nel promuovere l'aumento della massa magra o l'ipertrofia muscolare in questi soggetti

    Sicurezza del consumo di caffeina nei soggetti ipertesi: una revisione sistematica

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    Introdução: A hipertensão arterial é um dos principais fatores de risco evitáveis para doenças cardiovasculares. Nesse contexto, muitos pacientes hipertensos têm o hábito de consumir cafeína. Portanto, essa revisão tem o objetivo de avaliar a segurança do consumo de cafeína por pacientes hipertensos. Materiais e métodos: Uma revisão sistemática foi realizada seguindo as recomendações propostas pelo PRISMA Statement. As bases de dados utilizadas para a busca dos artigos foram PubMed, BVS e SciELO. Os critérios de elegibilidade foram definidos através da estratégia PICOS: (P) adultos, ambos os sexos, diagnosticados com HAS; (I) consumo de cafeína; (C) placebo ou ausência de cafeína; (O) avaliação da PA; (S) ensaios clínicos randomizados. A escala PEDro foi utilizada para avaliar a qualidade metodológica dos artigos incluídos. Resultados: Inicialmente, 2346 estudos foram identificados. Após o processo de triagem, quatro estudos atenderam aos critérios de elegibilidade e foram incluídos nessa revisão. Destes, três estudos demonstraram aumento da pressão arterial em resposta a ingestão de cafeína por indivíduos hipertensos. Apenas um estudo demonstrou que a restrição de cafeína não tem impacto na pressão arterial média ao longo de um período de 24 horas. Conclusão: O consumo de altas doses de cafeína pode resultar em aumento agudo da pressão arterial em indivíduos hipertensos. No entanto, a restrição de cafeína parece não ser uma medida não medicamentosa para o controle da hipertensão.Introduction: High blood pressure is one of the main preventable risk factors for cardiovascular disease. In this context, many hypertensive patients have a habit of consuming caffeine. Therefore, this review aims to evaluate the safety of caffeine consumption by hypertensive patients. Materials and methods: A systematic review was conducted following the recommendations proposed by the PRISMA Statement. The databases used to search for articles were PubMed, BVS, and SciELO. Eligibility criteria were defined using the PICOS strategy: (P) adults, both sexes, diagnosed with hypertension; (I) caffeine consumption; (C) placebo or absence of caffeine; (O) blood pressure assessment; (S) randomized clinical trials. The PEDro scale was used to assess the methodological quality of the included articles. Results: Initially, 2346 studies were identified. After the screening process, four studies met the eligibility criteria and were included in this review. Of these, three studies demonstrated an increase in blood pressure in response to caffeine intake by hypertensive individuals. Only one study demonstrated that caffeine restriction has no impact on mean arterial pressure over a 24-hour period. Conclusion: Consuming high doses of caffeine can result in an acute increase in blood pressure in hypertensive individuals. However, caffeine restriction does not appear to be a non-pharmacological measure for controlling hypertension.Introducción: La hipertensión arterial es uno de los principales factores de riesgo prevenibles para las enfermedades cardiovasculares. En este contexto, muchos pacientes hipertensos tienen el hábito de consumir cafeína. Por lo tanto, esta revisión tiene como objetivo evaluar la seguridad del consumo de cafeína por parte de pacientes hipertensos. Materiales y métodos: Se realizó una revisión sistemática siguiendo las recomendaciones propuestas por la Declaración PRISMA. Las bases de datos utilizadas para la búsqueda de artículos fueron PubMed, BVS y SciELO. Los criterios de elegibilidad se definieron utilizando la estrategia PICOS: (P) adultos, ambos sexos, diagnosticados con hipertensión; (I) consumo de cafeína; (C) placebo o ausencia de cafeína; (O) evaluación de la presión arterial; (S) ensayos clínicos aleatorizados. La escala PEDro se utilizó para evaluar la calidad metodológica de los artículos incluidos. Resultados: Inicialmente, se identificaron 2346 estudios. Después del proceso de selección, cuatro estudios cumplieron los criterios de elegibilidad y se incluyeron en esta revisión. De estos, tres estudios demostraron un aumento en la presión arterial en respuesta a la ingesta de cafeína por individuos hipertensos. Solo un estudio demostró que la restricción de cafeína no tiene impacto en la presión arterial media durante un período de 24 horas. Conclusión: El consumo de altas dosis de cafeína puede provocar un aumento agudo de la presión arterial en personas hipertensas. Sin embargo, la restricción de cafeína no parece ser una medida no farmacológica para el control de la hipertensión.Introdução: A hipertensão arterial é um dos principais fatores de risco evitáveis ​​para as doenças cardiovasculares. Neste contexto, muitos doentes hipertensos têm o hábito de consumir cafeína. Assim sendo, esta revisão tem o objetivo de avaliar a segurança do consumo de cafeína por parte dos doentes hipertensos. Materiais e métodos: Foi realizada uma revisão sistemática seguindo as recomendações propostas pelo PRISMA Statement. As bases de dados utilizadas para a pesquisa dos artigos foram a PubMed, a BVS e a SciELO. Os critérios de elegibilidade foram definidos através da estratégia PICOS: (P) adultos, ambos os sexos, diagnosticados com HAS; (I) consumo de cafeína; (C) placebo ou ausência de cafeína; (O) avaliação da PA; (S) ensaios clínicos randomizados. A escala PEDro foi utilizada para avaliar a qualidade metodológica dos artigos incluídos. Resultados: Inicialmente, foram identificados 2346 estudos. Após o processo de triagem, quatro estudos cumpriram os critérios de elegibilidade e foram incluídos nesta revisão. Destes, três estudos demonstraram um aumento da pressão arterial em resposta à ingestão de cafeína por indivíduos hipertensos. Apenas um estudo demonstrou que a restrição de cafeína não tem impacto na pressão arterial média num período de 24 horas. Conclusão: O consumo de doses elevadas de cafeína pode resultar num aumento agudo da pressão arterial em indivíduos hipertensos. No entanto, a restrição de cafeína parece não ser uma medida não medicamentosa para o controlo da hipertensão.Introduzione: L'ipertensione arteriosa è uno dei principali fattori di rischio prevenibili per le malattie cardiovascolari. In questo contesto, molti pazienti ipertesi hanno l'abitudine di consumare caffeina. Pertanto, questa revisione mira a valutare la sicurezza del consumo di caffeina da parte di pazienti ipertesi. Materiali e metodi: È stata condotta una revisione sistematica seguendo le raccomandazioni proposte dalla Dichiarazione PRISMA. I database utilizzati per la ricerca degli articoli sono stati PubMed, BVS e SciELO. I criteri di eleggibilità sono stati definiti utilizzando la strategia PICOS: (P) adulti, entrambi i sessi, con diagnosi di ipertensione; (I) consumo di caffeina; (C) placebo o assenza di caffeina; (O) valutazione della pressione arteriosa; (S) studi clinici randomizzati. La scala PEDro è stata utilizzata per valutare la qualità metodologica degli articoli inclusi. Risultati: Inizialmente, sono stati identificati 2346 studi. Dopo il processo di screening, quattro studi hanno soddisfatto i criteri di eleggibilità e sono stati inclusi in questa revisione. Di questi, tre studi hanno dimostrato un aumento della pressione arteriosa in risposta all'assunzione di caffeina da parte di individui ipertesi. Solo uno studio ha dimostrato che la restrizione della caffeina non ha alcun impatto sulla pressione arteriosa media nell'arco di 24 ore. Conclusione: il consumo di dosi elevate di caffeina può provocare un aumento acuto della pressione sanguigna nei soggetti ipertesi. Tuttavia, la restrizione della caffeina non sembra essere una misura non farmacologica efficace per il controllo dell'ipertensione

    Profilo e conoscenze dei professionisti del bodybuilding in merito al digiuno intermittente

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    O estudo teve como objetivo analisar o perfil e o nível de conhecimento dos praticantes de musculação de Montes Claros-MG sobre o jejum intermitente. Trata-se de uma pesquisa descritiva, quantitativa e de corte transversal, realizada com 103 indivíduos, de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 18 anos. A coleta de dados ocorreu por meio de questionário estruturado, aplicado online, e analisado pelo software SPSS versão 29.0. Observou-se predominância do sexo feminino (58,3%) e alto nível de escolaridade (93,2% com ensino superior completo ou incompleto). A maioria dos participantes (99%) relatou conhecer o jejum intermitente, entretanto, 52,4% nunca o praticaram e 67% não receberam orientação profissional. As redes sociais foram a principal fonte de informação (36,9%), seguidas por profissionais de saúde (34%). O principal motivo para a adesão à prática foi o emagrecimento (29,1%), enquanto 76,7% declararam possuir nível de conhecimento baixo ou razoável sobre o tema. Os achados indicam que, apesar da ampla divulgação do jejum intermitente, a prática é realizada, em sua maioria, sem acompanhamento nutricional adequado, o que pode gerar riscos à saúde e comprometer o desempenho físico. Conclui-se que há necessidade de maior orientação profissional e de educação alimentar voltada para o uso seguro e consciente do jejum intermitente entre praticantes de musculação.The study aimed to analyze the profile and level of knowledge of weight training practitioners in Montes Claros-MG about intermittent fasting. It is about a descriptive, quantitative, and cross-sectional research conducted with 103 individuals of both sexes, aged 18 years or older. Data collection was carried out using a structured questionnaire, applied online and analyzed using SPSS software version 29.0. They were observed a predominance of female sex (58.3%) and a high level of education (93.2% with completed or incomplete higher education). Most participants (99%) reported to know about intermittent fasting, however 52.4% had never practiced it and 67% had not received professional guidance. Social media was the main source of information (36.9%), followed by healthcare professionals (34%). The main reason for adopting the practice was weight loss (29.1%), while 76.7% stated that they had a low or reasonable level of knowledge about the subject. The findings indicate that, despite the widespread promotion of intermittent fasting, the practice is mostly carried out without adequate nutritional guidance, which can lead to health risks and compromise physical performance. It is concluded that there is a need for greater professional guidance and food education focused on the safe and conscious use of intermittent fasting among weight training practitioners.Este estudio tuvo como objetivo analizar el perfil y el nivel de conocimiento de los practicantes de entrenamiento con pesas en Montes Claros-MG con respecto al ayuno intermitente. Es un estudio descriptivo, cuantitativo y transversal realizado con 103 individuos de ambos sexos, de 18 años o más. La recolección de datos se realizó mediante un cuestionario estructurado administrado en línea y analizado con SPSS versión 29.0. Se observó un predominio de mujeres (58.3%) y un alto nivel de educación (93.2% con educación superior completa o incompleta). La mayoría de los participantes (99%) reportó conocer el ayuno intermitente; sin embargo, el 52.4% nunca lo había practicado y el 67% no había recibido orientación profesional. Las redes sociales fueron la principal fuente de información (36.9%), seguidas por los profesionales de la salud (34%). La principal razón para adoptar la práctica fue la pérdida de peso (29.1%), mientras que el 76.7% declaró tener un nivel de conocimiento bajo o razonable sobre el tema. Los resultados indican que, a pesar de la amplia difusión del ayuno intermitente, esta práctica se lleva a cabo mayoritariamente sin la debida orientación nutricional, lo que puede conllevar riesgos para la salud y comprometer el rendimiento físico. Se concluye que es necesario brindar mayor orientación profesional y educación nutricional centrada en el uso seguro y consciente del ayuno intermitente entre los culturistas.O estudo teve como objetivo analisar o perfil e o nível de conhecimento dos praticantes de musculação de Montes Claros-MG sobre o jejum intermitente. Trata-se de uma pesquisa descritiva, quantitativa e de corte transversal, realizada junto de 103 indivíduos, de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 18 anos. A recolha de dados ocorreu através de um questionário estruturado, aplicado online, e analisado pelo software SPSS versão 29.0. Observou-se um predomínio do sexo feminino (58,3%) e um nível de escolaridade elevado (93,2% com o ensino superior completo ou incompleto). A maioria dos participantes (99%) referiu conhecer o jejum intermitente, no entanto, 52,4% nunca o praticou e 67% não recebeu aconselhamento profissional. As redes sociais foram a principal fonte de informação (36,9%), seguidas pelos profissionais de saúde (34%). O principal motivo para a adesão à prática foi a perda de peso (29,1%), enquanto 76,7% declararam ter um nível de conhecimento baixo ou razoável sobre o tema. Os achados indicam que, apesar da ampla divulgação do jejum intermitente, a prática é realizada, na sua maioria, sem um acompanhamento nutricional adequado, o que pode gerar riscos para a saúde e comprometer o desempenho físico. Conclui-se que há necessidade de uma maior orientação profissional e de uma educação alimentar orientada para a utilização segura e consciente do jejum intermitente entre os praticantes de musculação.Questo studio si proponeva di analizzare il profilo e il livello di conoscenza dei praticanti di allenamento con i pesi a Montes Claros-MG riguardo al digiuno intermittente. Si tratta di uno studio descrittivo, quantitativo e trasversale condotto su 103 individui di entrambi i sessi, di età pari o superiore a 18 anni. La raccolta dei dati è stata effettuata tramite un questionario strutturato somministrato online e analizzato utilizzando SPSS versione 29.0. È stata osservata una predominanza di donne (58,3%) e un elevato livello di istruzione (93,2% con istruzione superiore completata o incompleta). La maggior parte dei partecipanti (99%) ha dichiarato di conoscere il digiuno intermittente; tuttavia, il 52,4% non lo aveva mai praticato e il 67% non aveva ricevuto una consulenza professionale. I social media sono risultati la principale fonte di informazione (36,9%), seguiti dagli operatori sanitari (34%). La ragione principale per l'adozione della pratica è stata la perdita di peso (29,1%), mentre il 76,7% ha dichiarato di avere un livello di conoscenza basso o discreto sull'argomento. I risultati indicano che, nonostante la diffusa pratica del digiuno intermittente, questa viene per lo più attuata senza un'adeguata guida nutrizionale, il che può comportare rischi per la salute e compromettere le prestazioni fisiche. Si conclude che vi è la necessità di una maggiore consulenza professionale e di un'educazione nutrizionale incentrata sull'uso sicuro e consapevole del digiuno intermittente tra i praticanti di bodybuilding

    Associazione tra consumo di carboidrati e variabili fisiologiche nei corridori su strada

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    A corrida de rua é uma modalidade amplamente praticada por sua acessibilidade e pelos benefícios à saúde e ao desempenho físico. Aspectos fisiológicos e nutricionais, como o consumo de carboidratos, o comportamento glicêmico e o controle do peso corporal, influenciam diretamente o rendimento e a resposta orgânica ao exercício. Este estudo teve como objetivo avaliar a variação da glicemia, a perda de peso corporal e a percepção subjetiva de esforço (PSE) em corredores amadores, bem como investigar a associação dessas variáveis com o consumo de carboidratos prévio ao exercício. Trata-se de um estudo transversal realizado com 26 corredores de ambos os sexos, avaliados antes e após uma sessão de corrida. Foram mensurados peso corporal, glicemia capilar e PSE, além do consumo autorreferido de carboidratos. A média de perda de peso foi de 0,377 ±0,253 kg, sendo significativamente maior entre os homens. A glicemia apresentou média de 109 ±29,7 mg/dL antes da corrida e 105 ±21,2 mg/dL após, indicando discreta redução ao término da atividade. O consumo médio de carboidratos foi de 28,7 ±23,2 g, e a PSE foi ligeiramente maior entre as mulheres, sem diferença significativa. Verificou-se correlação moderada e inversa entre o consumo total de carboidratos e a variação glicêmica (r = -0,453; p=0,02), evidenciando efeito protetor da ingestão prévia de carboidratos sobre a estabilidade glicêmica. Conclui-se que o consumo adequado de carboidratos antes do exercício contribui para a manutenção da glicemia, redução da percepção de esforço e melhor resposta fisiológica durante a corrida de rua, reforçando a importância da orientação nutricional individualizada para praticantes dessa modalidade.Road running is a widely practiced sport due to its accessibility and health benefits. Physiological and nutritional factors, such as carbohydrate intake, glycemic response, and body weight control, directly influence performance and physiological responses to exercise. This cross-sectional study aimed to evaluate blood glucose variation, body weight loss, and perceived exertion (RPE) in amateur runners, as well as to investigate their association with pre-exercise carbohydrate consumption. Twenty-six runners of both sexes were assessed before and after a running session. Body weight, capillary glucose, RPE, and self-reported carbohydrate intake were measured. Average body weight loss was 0.377 ±0.253 kg, significantly higher in men. Blood glucose averaged 109 ±29.7 mg/dL pre-exercise and 105 ±21.2 mg/dL post-exercise, indicating a slight reduction. Mean carbohydrate intake was 28.7 ±23.2 g, and RPE was slightly higher in women, with no significant difference. A moderate inverse correlation was observed between total carbohydrate intake and glycemic variation (r = -0.453; p=0.02), suggesting a protective effect of pre-exercise carbohydrate consumption on glycemic stability. These findings indicate that adequate carbohydrate intake before running supports glucose maintenance, reduces perceived exertion, and improves physiological responses, highlighting the importance of individualized nutritional guidance for recreational runners.Correr en ruta es un deporte muy practicado debido a su accesibilidad y beneficios para la salud y el rendimiento físico. Aspectos fisiológicos y nutricionales, como el consumo de carbohidratos, el comportamiento glucémico y el control del peso corporal, influyen directamente en el rendimiento y la respuesta del cuerpo al ejercicio. Este estudio tuvo como objetivo evaluar la variación en la glucosa en sangre, la pérdida de peso corporal y la escala de esfuerzo percibido (RPE) en corredores aficionados, así como investigar la asociación de estas variables con el consumo de carbohidratos antes del ejercicio. Este es un estudio transversal realizado con 26 corredores de ambos sexos, evaluados antes y después de una sesión de carrera. Se midieron el peso corporal, la glucosa en sangre capilar y la RPE, además del consumo de carbohidratos autoinformado. La pérdida de peso promedio fue de 0,377 ± 0,253 kg, siendo significativamente mayor entre los hombres. La glucosa en sangre mostró un promedio de 109 ± 29,7 mg/dL antes de la carrera y 105 ± 21,2 mg/dL después, lo que indica una ligera reducción al final de la actividad. La ingesta promedio de carbohidratos fue de 28,7 ± 23,2 g, y el nivel de esfuerzo percibido (EEP) fue ligeramente mayor en mujeres, sin diferencias significativas. Se encontró una correlación inversa moderada entre la ingesta total de carbohidratos y la variación glucémica (r = -0,453; p = 0,02), lo que demuestra un efecto protector de la ingesta previa de carbohidratos sobre la estabilidad glucémica. Se concluye que un consumo adecuado de carbohidratos antes del ejercicio contribuye al mantenimiento de los niveles de glucosa en sangre, la reducción del esfuerzo percibido y una mejor respuesta fisiológica durante la carrera, lo que refuerza la importancia de una orientación nutricional individualizada para quienes practican este deporte.A corrida de rua é uma modalidade amplamente praticada pela sua acessibilidade e pelos benefícios para a saúde e desempenho físico. Os aspetos fisiológicos e nutricionais, como o consumo de hidratos de carbono, o comportamento glicémico e o controlo do peso corporal, influenciam diretamente o rendimento e a resposta orgânica ao exercício. Este estudo teve como objetivo avaliar a variação da glicemia, a perda de peso corporal e a perceção subjetiva de esforço (PSE) em corredores amadores, bem como investigar a associação destas variáveis ​​com o consumo de hidratos de carbono prévio ao exercício. Trata-se de um estudo transversal realizado com 26 corredores de ambos os sexos, avaliados antes e após uma sessão de corrida. Foram medidos o peso corporal, a glicemia capilar e a PSE, além do consumo autorreferido de hidratos de carbono. A média de perda de peso foi de 0,377 ±0,253 kg, sendo significativamente superior entre os homens. A glicemia apresentou uma média de 109 ±29,7 mg/dL antes da corrida e 105 ±21,2 mg/dL após, indicando uma ligeira redução no final da atividade. O consumo médio de hidratos de carbono foi de 28,7 ±23,2 g, e a PSE foi ligeiramente superior entre as mulheres, não havendo diferença significativa. Verificou-se uma correlação moderada e inversa entre o consumo total de hidratos de carbono e a variação glicémica (r = -0,453; p=0,02), evidenciando um efeito protector da ingestão prévia de hidratos de carbono na estabilidade glicémica. Conclui-se que o consumo adequado de hidratos de carbono antes do exercício contribui para a manutenção da glicemia, redução da perceção de esforço e melhor resposta fisiológica durante a corrida de rua, reforçando a importância da orientação nutricional individualizada para os praticantes desta modalidade.A corrida de rua é uma modalidade amplamente praticada pela sua acessibilidade e pelos benefícios para a saúde e desempenho físico. Os aspetos fisiológicos e nutricionais, como o consumo de hidratos de carbono, o comportamento glicémico e o controlo do peso corporal, influenciam diretamente o rendimento e a resposta orgânica ao exercício. Este estudo teve como objetivo avaliar a variação da glicemia, a perda de peso corporal e a perceção subjetiva de esforço (PSE) em corredores amadores, bem como investigar a associação destas variáveis ​​com o consumo de hidratos de carbono prévio ao exercício. Trata-se de um estudo transversal realizado com 26 corredores de ambos os sexos, avaliados antes e após uma sessão de corrida. Foram medidos o peso corporal, a glicemia capilar e a PSE, além do consumo autorreferido de hidratos de carbono. A média de perda de peso foi de 0,377 ±0,253 kg, sendo significativamente superior entre os homens. A glicemia apresentou uma média de 109 ±29,7 mg/dL antes da corrida e 105 ±21,2 mg/dL após, indicando uma ligeira redução no final da atividade. O consumo médio de hidratos de carbono foi de 28,7 ±23,2 g, e a PSE foi ligeiramente superior entre as mulheres, não havendo diferença significativa. Verificou-se uma correlação moderada e inversa entre o consumo total de hidratos de carbono e a variação glicémica (r = -0,453; p=0,02), evidenciando um efeito protector da ingestão prévia de hidratos de carbono na estabilidade glicémica. Conclui-se que o consumo adequado de hidratos de carbono antes do exercício contribui para a manutenção da glicemia, redução da perceção de esforço e melhor resposta fisiológica durante a corrida de rua, reforçando a importância da orientação nutricional individualizada para os praticantes desta modalidade

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