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    A LIBERDADE NA FORMAÇÃO CURRICULAR DO ESTUDANTE DE GRADUAÇÃO

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    Este trabalho tem por objetivo verificar o grau de liberdade na formação acadêmica dos estudantes de graduação da Universidade Federal de Santa Catarina. A pesquisa caracteriza-se como um estudo de caso e a coleta de dados será por meio de identificação do número de disciplinas optativas que cada curso oferece na UFSC. Será analisada a estrutura curricular de cada curso de graduação da UFSC verificando qual a quantidade de horas/aulas de disciplinas optativas que o estudante poderá realizar. Para tanto, será utilizado o sítio eletrônico da UFSC. Estas quantidades serão ordenadas por curso e será verificado onde o grau de liberdade é maior, intermediário e menor. A pesquisa caracteriza-se como exploratória e descritiva. Foi feito um primeiro levantamento e descobriu-se que as disciplinas optativas, caracterizadas aqui de “liberdade condicionada” e “liberdade plena”, estão ainda muito aquém do limite de 20% da carga horária mínima do curso fixada pelo Conselho Nacional de Educação - CNE que permite a livre escolha ao estudante. A Universidade realmente restringe, impondo o limite de 20% de liberdade de escolha, mas, mesmo assim, a maioria dos cursos não o utiliza. A proposta da LDB de maior liberdade de escolha, permitindo um melhor aproveitamento dos inúmeros espaços acadêmicos ociosos que a universidade tem geralmente em grande quantidade, onde o estudante poderia participar de programas que interessasse para seus estudos e projetos. Nesse sentido, uma maior liberdade de escolha poderia gerar muitos resultados positivos, tanto do ponto de vista quantitativo quanto qualitativo, porque abrangeria mais estudantes com os mesmos recursos, já instalados e disponíveis

    Liberdade e Propriedade

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    Neste artigo são brevemente discutidas as origens e o significado da propriedade a partir dos conceitos de bem e Mal em Nietzsche e do Temer e da Angústia em Heidegger. No tocante à origem da Propriedade, foca-se não em seu significado posterior, mas em seu anterior, ou seja, naquilo que pode subjazer ao desejo de apropriar-se, o qual parece relacionar-se com a liberdade, ao mesmo tempo desejada e temida: desejada para si e temida para o outro. Por fim então se abordam propostas do que significa para a sociedade atual a propriedade em termos de sua organização social, com base nas conclusões da análise realizada neste artigo

    Liberdade de Expressão e o Caso Charlie Hebdo

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    Artigo apresentado como trabalho de conclusão de curso da Especialização de Relações Internacionais Contemporâneas pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)Com respaldo no âmbito internacional, a liberdade de expressão é uma temática polêmica que aguça reflexões e discussões. Pautado no caso Charlie Hebdo, o presente artigo apresenta a premissa do direito à liberdade de expressão e traz a hipótese dos excessos comunicativos que ferem esferas das relações interpessoais, afetam as relações internacionais e a segurança internacional. Além disso, o estudo levanta a hipótese de que os Estados, baseados na premissa da liberdade de expressão, tendem a desenvolver ações que viabilizem medidas restritivas ou ofensivas pautadas em questões como a segurança nacional e internacional Disso podem decorrer investimentos na proteção do território, do status social e economia nacional, questões ligadas diretamente aos eventos migratórios e à soberania

    Didáctica da Filosofia: Educação para a Autonomia da formação do Pensamento

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    Uma criança de seis anos pode ou não usar e compreender os conceitos abstractos de “liberdade”, “verdade” ou “justiça”? A resposta a esta questão pode, por um lado, ser orientada se tomarmos como exemplos as histórias infantis que as crianças conhecem, por outro, ser explorada se tomarmos a Filosofia como prática de aprendizagem básica para a formação e desenvolvimento de um pensamento correcto, crítico e criativo. Por exemplo, na história da Branca de Neve, de Jacob Grimm, uma criança pode ou não questionar se a Branca de Neve tem liberdade face às regras impostas pela sua madrasta. Uma criança de seis anos tem ou não capacidade para compreender a falta de liberdade da Branca de Neve dadas as circunstâncias oferecidas pela história? Já deve ter essa capacidade interrogativa da liberdade como bem supremo dos seres humanos, mas nas devidas proporções? O ensino da Filosofia nas crianças constitui, essencialmente, um projecto educativo que visa disponibilizar os instrumentos, métodos e modos de desenvolvimento do raciocínio e do pensamento. Através da prática do diálogo, do desenvolvimento cognitivo, afectivo e social das crianças e dos jovens, o programa explora as dimensões crítica, criativa, lógica, estética e ética, numa relação inevitável entre o pensamento, a linguagem e a acção. Quer o entendimento dos conceitos filosóficos (como “liberdade”, “verdade” ou “justiça”) quer a formulação e posterior resposta a perguntas do tipo “O que é a liberdade?” exigem a formação de um pensamento crítico, reflexivo e conceptual apurado, bem como a definição de critérios de valor e de juízo. Formar um pensamento crítico, reflexivo, lógico e normativo em crianças exige um programa curricular adaptado e acessível, de modo a tornar útil, no presente, métodos, ideias e questões de uma história da Filosofia com cerca de 2 500 anos. Um tipo de pensamento como este é facultado e estimulado pelo exercício da actividade filosófica. É precisamente este papel da Filosofia que é proposto como problemática a analisar, a discutir e a defender

    Hegel: história, liberdade e progresso

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    The objective of this work is to analyze and to present the Introduction of the work Lessons on the Philosophy of History, written by the German philosopher Georg Wilhelm Friedrich Hegel. Throughout the work, the chapters that constitute the Introduction of the work got the priority, since it is in these chapters that Hegel presents and defines the fundamental concepts that will be the key to reading the rest of the work. These concepts include: history, freedom, progress, reason, Spirit, human nature, family, society and State. In this sense, I have tried to elaborate an exposition, in which each of the concepts is exposed, according to the work, in order to be related to the others. In addition, I also made some considerations about the history, structure and context of the work

    Discussão sobre a liberdade na perspectiva da filosofia de Sartre no ensino médio

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    Anais do II Seminário Seminário Estadual PIBID do Paraná: tecendo saberes / organizado por Dulcyene Maria Ribeiro e Catarina Costa Fernandes — Foz do Iguaçu: Unioeste; Unila, 2014Este trabalho tem como objetivo apresentar a teoria do filósofo francês do século XX, Jean- Paul Sartre, conhecido como representante do existencialismo. Existencialismo é um termo aplicado a uma escola de filósofos dos séculos XIX e XX que, apesar de possuir profundas diferenças em termos de doutrinas, partilhavam a ideia que o pensamento filosófico começa com o sujeito humano, não meramente o sujeito pensante, mas o sujeito cotidiano, em seu aspecto individual. Tendo em vista isso, será tratado do conceito de Liberdade para o filósofo Sartre e de como a sua teoria é abordada em sala de aula na matéria de filosofia no ensino médio. Busca-se mostrar aos jovens que a liberdade sartreana não deve ser entendida como uma libertinagem, mas sim como uma liberdade que é acompanhada de responsábilidad

    A liberdade constitucionalmente prevista e sua relação com a medida socioeducativa de internação = Constitutionalized expected liberty and its relation to the socio educational measure of confinement regime

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    A abordagem do presente artigo propõe a articulação entre uma questão social de destaque na conjuntura atual, que é a dos adolescentes envolvidos com a prática de atos infracionais, e a previsão legal que perpassa um dos mecanismos de resposta a tais práticas do qual o Estado faz uso: a internação. Uma vez que tal medida se caracteriza pela privação de liberdade, o estudo parte de uma reflexão acerca da configuração da adolescência que cumpre medida de internação no Brasil e seus padrões recentes de envolvimento com a criminalidade. Objetiva relacionar os elementos assentados constitucionalmente no que tange à liberdade inscrita como direito fundamental inserindo também a contextualização histórica referente à afirmação deste direito aos elementos colocados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990, ao tratar da privação de liberdade do adolescente que pratica ato infraciona
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