27 research outputs found

    Mudança dos critérios Qualis!

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    Alimentação estimulante de abelhas suplementada com proteína e seu efeito na produção de mel

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    Em ensaio realizado na Estação Experimental de Zootecnia de Pindamonhangaba, SP, no período de outubro de 1979 a outubro de 1980, procuro-se verificar se a alimentação estimulante com xarope de açúcar, feita no período de seis a sete semanas anteriores à florada principal, pode proporcionar melhor resultado em aumento de produção de mel, quando adicionada de um suplemento protéico. A idéia subjacente é que, mesmo quando as abelhas dispõem de pólen para colher no campo, as quantidades obtidas diariamente podem não ser suficientes para suprir a demanda da colônia, intensificada em conseqüência da alimentação estimulante. Se tal acontecer, a expansão da ninhada será limitada por essa relativa escassez de pólen e a colônia deixará de atingir o pleno desenvolvimento e capacidade produtiva no momento da florada. O experimento, em blocos casualizados, Constou de quatro tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos foram: A = colônias alimentadas com xarope de açúcar mais suplemento protéico, feito de farinha de soja com 25% de pólen; B = colônias alimentadas com xarope somente; C = colônias alimentadas com o suplemento; e D = colônias testemunha não alimentadas. Os resultados, em produção de mel de uma florada foram: o tratamento B produziu 70% a mais do que o D e o tratamento A, 85% a mais do que o D. A análise estatística indicou serem significativas (P < 0.05) as diferenças entre A ou B e a testemunha. Concluiu-se que embora a alimentação estimulante somente com xarope aumente a produção de mel, a adição de um suplemento protéico proporciona resultado melhor e mais seguro (prevenção de prováveis períodos de escassez de pólen)

    Alimentação estimulante de abelhas suplementada com proteína e seu efeito na produção de mel

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    Em ensaio realizado na Estação Experimental de Zootecnia de Pindamonhangaba, SP, no período de outubro de 1979 a outubro de 1980, procuro-se verificar se a alimentação estimulante com xarope de açúcar, feita no período de seis a sete semanas anteriores à florada principal, pode proporcionar melhor resultado em aumento de produção de mel, quando adicionada de um suplemento protéico. A idéia subjacente é que, mesmo quando as abelhas dispõem de pólen para colher no campo, as quantidades obtidas diariamente podem não ser suficientes para suprir a demanda da colônia, intensificada em conseqüência da alimentação estimulante. Se tal acontecer, a expansão da ninhada será limitada por essa relativa escassez de pólen e a colônia deixará de atingir o pleno desenvolvimento e capacidade produtiva no momento da florada. O experimento, em blocos casualizados, Constou de quatro tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos foram: A = colônias alimentadas com xarope de açúcar mais suplemento protéico, feito de farinha de soja com 25% de pólen; B = colônias alimentadas com xarope somente; C = colônias alimentadas com o suplemento; e D = colônias testemunha não alimentadas. Os resultados, em produção de mel de uma florada foram: o tratamento B produziu 70% a mais do que o D e o tratamento A, 85% a mais do que o D. A análise estatística indicou serem significativas (P < 0.05) as diferenças entre A ou B e a testemunha. Concluiu-se que embora a alimentação estimulante somente com xarope aumente a produção de mel, a adição de um suplemento protéico proporciona resultado melhor e mais seguro (prevenção de prováveis períodos de escassez de pólen)

    Estudo comparativo de combustíveis para fumigador apícula

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    Procurou-se detectar possíveis diferenças na eficácia com que a fumaça oriunda de diferentes materiais induz a reação de ingurgitamento e a redução transitória da reação agressiva das abelhas quando manipulada. Os combustíveis ensaiados foram: maravalha, estopa embebida em lubrificantes minerais, aparas de làe madeira podre. O delineamento experimental em blocos casualizados abrangeu quatro tratamentos e nove repetições. A análise de variância revelou diferenças significativas a 1% entre os tratamentos. O teste de Tukey mostrou ser significativa a diferença entre a là(pior) e os demais

    Estudo comparativo de combustíveis para fumigador apícula

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    Procurou-se detectar possíveis diferenças na eficácia com que a fumaça oriunda de diferentes materiais induz a reação de ingurgitamento e a redução transitória da reação agressiva das abelhas quando manipulada. Os combustíveis ensaiados foram: maravalha, estopa embebida em lubrificantes minerais, aparas de lã e madeira podre. O delineamento experimental em blocos casualizados abrangeu quatro tratamentos e nove repetições. A análise de variância revelou diferenças significativas a 1% entre os tratamentos. O teste de Tukey mostrou ser significativa a diferença entre a lã (pior) e os demais

    Influência dos fatores metereológicos sobre a duração do período larva-imago e emergência de rainhas de abelhas africanizadas (Apis mellifera, Hymenoptera apidae)

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    Com o objetivo de avaliar os efeitos das condições meteorológicas sobre a duração do desenvolvimento e a taxa de emergência de abelhas-rainhas africanizadas em clima tropical, foram feitas correlações entre os dados referentes à duração do período de desenvolvimento larva-imago, à porcentagem de rainhas que emergiram com 12 dias ("precoces"), à porcentagem de emergência total de rainhas, coletados em 16 ciclos de produção realizados no período de agosto de 1990 a agosto de 1992, no Centro de Apicultura Tropical, em Pindamonhangaba, SP (Latitude 22º57'S, Longitude 45º27'W, altitude de 560m) com as condições meteorológicas reinantes durante as criações. Os dados meteorológicos utilizados foram: temperaturas máxima, média e mínima, pressão atmosférica, umidade relativa do ar, velocidade do vento, nebulosidade, evapotranspiração, índice pluviométrico e insolação. Houve correlação negativa entre a duração do período de desenvolvimento de rainhas e as temperaturas máxima ( r = -0,76) e média (r = -0,48) (p < 0,05) e entre o período de desenvolvimento e o índice pluviométrico (r = -0,53; p < 0,05). A correlação entre a porcentagem de emergência total de rainhas e a pressão atmosférica também foi negativa (r = -0,57; p < 0,05). Por sua vez, as correlações entre porcentagem de emergência total e as temperaturas máxima e média foram positivas (r = 0,63 e r = 0,53, respectivamente) (p < 0,05). Observou-se, ainda, que o índice pluviométrico correlacionou-se positivamente com as temperaturas máxima (r = 0,65), mínima (r = 0,68) e média (r = 0,67) (p < 0,05), ou seja, as chuvas foram sempre precedidas por elevação de temperatura, e que a pressão atmosféricas correlacionou-se negativamente com as temperaturas máxima (r = -0,71) e média (r = -0,85). Pode-se supor que o fator meteorológico de maior importância para essa fase do desenvolvimento da rainha é a temperatura. Quando a temperatura ambiente foi mais elevada, a duração do período larva-imago diminuiu, aumentando assim, a porcentagem de emergência de rainhas "precoces", o que torna recomendável a escolha dos períodos mais quentes do ano para esta atividade

    Influência de fatores meteorológicos sobre a porcentagem de fecundação de rainhas de abelhas africanizadas

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    Com o objetivo de avaliar os efeitos de condições ambientais sobre o sucesso da fecundação de abelhas-rainhas africanizadas (Apis mellifera L.) em clima tropical, foram feitas correlações entre as porcentagens de fecundação observadas em 16 ciclos de produção de rainhas, realizados no período de agosto de 1990 a agosto de 1992, no Centro de Apicultura Tropical, em Pindamonhangaba, SP (Latitude 22º57'S, Longitude 45º27'W, altitude de 560m) e os fatores meteorológicos observados durante os períodos de dez dias após a data de cada introdução de rainhas virgens nos núcleos de fecundação. Foram utilizados dados meteorológicos referentes a: temperaturas máxima, média e mínima, pressão atmosférica, umidade relativa do ar, velocidade do vento, nebulosidade, evaporação, índice pluviométrico e insolação. Os resultados mostraram que apenas a velocidade do vento de correlaciona (negativamente) com a porcentagem de fecundação de rainhas (r = - 0,43; p < 0,05), ou seja, quanto maior a velocidade do vento, menor foi a procentagem de fecundação das rainhas, o que torna recomendável a escolha de locais pouco sujeitos a ventos para instalação de apiários de produção de rainhas

    Tipos de núcleos utilizados na produção de abelhas-rainhas fecundadas

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    Após uma breve referência à origem, finalidades e condições gerais que os núcleos de fecundação devem preencher, o trabalho discute a importância e impacto dos núcleos na composição do custo de produção de abelhas-rainhas. Na revisão dos fatores que afetam o desempenho dos diferentes sistemas, são considerados a população, a idade das abelhas, o tempo prévio de orfandade, a idade da rainha introduzida, fatores meteorológicos, fluxo nectarífero, tipo de vegetação local, desenho e volume do abrigo (caixa) do núcleom estação do ano, sistema de manejo, presença e fase de desenvolvimento de cri (formas imaturas) e raça de abelhas, observando-se a existência de resultados contraditórios nos trabalhos publicados e importantes lacunas nos conhecimentos disponíveis, apontando para a necessidade de maior esforço de pesquisa na área, a fim de otimizar-se o processo de produção de rainhas, tanto em termos do rendimento como da qualidade do produto

    Longevidade de rainhas de abelhas africanas neotropicais (Apis mellifera L.)

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    Rainhas provenientes de várias colônias de abelhas africanizadas, representando uma amostragem da população local, criadas pelo método de Doolittle e fecundadas naturalmente, foram marcadas e introduzidas em 30 colônias populosas, sorteadas entre as 50 que compõem o apiário experimental do Centro de Apicultura Tropical em Pindamonhangaba, São Paulo. As introduções tiveram lugar entre 4 e 30-11-1986. Após a verificação da aceitação, as colméias foram manejadas na produção de mel, acompanhadas por observações diárias e revisões periódicas a fim de determinar a evolução de cada colônia até a morte ou desaparecimento da última das rainhas. As rainhas desapareceram com idades variando entre 6 e 44 meses, tendo como média de permanência nas colméias 21,57 ± 1.68 meses. Entre o segundo e terceiro ano de vida, nove desapareceram por enxameação e três por deserção das colônias, representando 41,4% das rainhas experimentais. Os resultados indicam que a substituição de rainhas africanas neotropicais deve ser feita a intervalos máximos de dois anos, porém, de preferência anualmente, quando 80% das rainhas originais ainda estão presentes no apiário

    Fluxo Nectarífero na Região de Pindamonhangaba, SP. I. periodos de secreção

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    O presente trabalho é o resultado de 20 anos de observação sobre o fluxo nectarífero na região de Pindamonhangaba, SP (Latitude 22°57€™S, Longitude 45°27€™ W e Altitude de 560m). O método utilizado nas avaliações foi o da pesagem de colmeias mantidas permanentemente sobre balanças, sendo registradas, periodicamente, as variações no seu peso. Pode-se verificar que a região estudada apresenta dois períodos de secreção nectarífera durante o ano, sendo o primeiro e mais importante, do início de fevereiro a meados de maio e o segundo, de menor intensidade, de meados de Julho a final de setembro. Os períodos de escassez ocorrem do início de junho a meados de julho e de outubro a janeiro (mais intenso e prolongado). Constatou-se ainda que esta situação permaneceu praticamente inalterada desde os primeiros levantamentos realizados na região
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