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    O DESAFIO DA PREVENÇÃO ÀS DROGAS NA SOCIEDADE ATUAL: ANÁLISE DE CINCO MODELOS DE PREVENÇÃO UNIVERSAL AO USO INDEVIDO DE DROGAS

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    O artigo apresenta uma análise de cinco modelos de programas de Prevenção Universal ao uso indevido de drogas, desenvolvidos por instituições de ensino, comunidades religiosas e instituições especializadas em prevenção. A análise foi desenvolvida por meio de pesquisa bibliográfica e documental, além da própria experiência dos autores em programas de prevenção. Firmado na coercitividade, o Programa baseado em Pressão do Grupo Social tem se mostrado ineficaz, sobretudo no contexto urbano, marcado pela individuação e pelo relativismo moral. O Programa baseado em Informação Científica, de índole positivista, mesmo sendo um avanço para o período, tem eficácia comprometida por se restringir a abordagens pedagógicas conteudistas e meramente informativas. O Programa baseado em Educação Afetiva auxilia o educando na construção de vínculos afetivos, sentimento de pertença e construção de sentido de vida. Seu ponto fraco está na tendência reducionista, que restringe o foco aos indivíduos e impossibilita perceber a influência dos condicionantes socioculturais sobre a questão. O Programa baseado no Oferecimento de Oportunidades e o Programa que Busca Mudanças nas Condições de Ensino ampliaram a atuação dos programas de prevenção, sendo potencialmente mais eficazes que os analisados anteriormente. Além de informar e educar afetivamente, modificam o cotidiano dos estudantes. O desafio maior do modelo de Oferecimento de Oportunidades é a atuação integrada dos atores sociais envolvidos, pela dificuldade de superar concepções disciplinares de gestão. O modelo que Busca Mudanças nas Condições de Ensino tem por desafio uma transformação do sistema educacional, que vai desde questões de infraestrutura à valorização e capacitação dos profissionais da educação. Conforme a pesquisa, o êxito dos programas de prevenção está condicionado ao caráter integral e multidisciplinar de suas ações, evitando perspectivas reducionistas de intervenção social

    O DESAFIO DA PREVENÇÃO ÀS DROGAS NA SOCIEDADE ATUAL: ANÁLISE DE CINCO MODELOS DE PREVENÇÃO UNIVERSAL AO USO INDEVIDO DE DROGAS

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    O artigo apresenta uma análise de cinco modelos de programas de Prevenção Universal ao uso indevido de drogas, desenvolvidos por instituições de ensino, comunidades religiosas e instituições especializadas em prevenção. A análise foi desenvolvida por meio de pesquisa bibliográfica e documental, além da própria experiência dos autores em programas de prevenção. Firmado na coercitividade, o Programa baseado em Pressão do Grupo Social tem se mostrado ineficaz, sobretudo no contexto urbano, marcado pela individuação e pelo relativismo moral. O Programa baseado em Informação Científica, de índole positivista, mesmo sendo um avanço para o período, tem eficácia comprometida por se restringir a abordagens pedagógicas conteudistas e meramente informativas. O Programa baseado em Educação Afetiva auxilia o educando na construção de vínculos afetivos, sentimento de pertença e construção de sentido de vida. Seu ponto fraco está na tendência reducionista, que restringe o foco aos indivíduos e impossibilita perceber a influência dos condicionantes socioculturais sobre a questão. O Programa baseado no Oferecimento de Oportunidades e o Programa que Busca Mudanças nas Condições de Ensino ampliaram a atuação dos programas de prevenção, sendo potencialmente mais eficazes que os analisados anteriormente. Além de informar e educar afetivamente, modificam o cotidiano dos estudantes. O desafio maior do modelo de Oferecimento de Oportunidades é a atuação integrada dos atores sociais envolvidos, pela dificuldade de superar concepções disciplinares de gestão. O modelo que Busca Mudanças nas Condições de Ensino tem por desafio uma transformação do sistema educacional, que vai desde questões de infraestrutura à valorização e capacitação dos profissionais da educação. Conforme a pesquisa, o êxito dos programas de prevenção está condicionado ao caráter integral e multidisciplinar de suas ações, evitando perspectivas reducionistas de intervenção social

    LIBERALISMO, INDUSTRIALIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO: AS IDEIAS ECONÔMICAS DE JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA

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    Effect of lung recruitment and titrated Positive End-Expiratory Pressure (PEEP) vs low PEEP on mortality in patients with acute respiratory distress syndrome - A randomized clinical trial

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    IMPORTANCE: The effects of recruitment maneuvers and positive end-expiratory pressure (PEEP) titration on clinical outcomes in patients with acute respiratory distress syndrome (ARDS) remain uncertain. OBJECTIVE: To determine if lung recruitment associated with PEEP titration according to the best respiratory-system compliance decreases 28-day mortality of patients with moderate to severe ARDS compared with a conventional low-PEEP strategy. DESIGN, SETTING, AND PARTICIPANTS: Multicenter, randomized trial conducted at 120 intensive care units (ICUs) from 9 countries from November 17, 2011, through April 25, 2017, enrolling adults with moderate to severe ARDS. INTERVENTIONS: An experimental strategy with a lung recruitment maneuver and PEEP titration according to the best respiratory-system compliance (n = 501; experimental group) or a control strategy of low PEEP (n = 509). All patients received volume-assist control mode until weaning. MAIN OUTCOMES AND MEASURES: The primary outcome was all-cause mortality until 28 days. Secondary outcomes were length of ICU and hospital stay; ventilator-free days through day 28; pneumothorax requiring drainage within 7 days; barotrauma within 7 days; and ICU, in-hospital, and 6-month mortality. RESULTS: A total of 1010 patients (37.5% female; mean [SD] age, 50.9 [17.4] years) were enrolled and followed up. At 28 days, 277 of 501 patients (55.3%) in the experimental group and 251 of 509 patients (49.3%) in the control group had died (hazard ratio [HR], 1.20; 95% CI, 1.01 to 1.42; P = .041). Compared with the control group, the experimental group strategy increased 6-month mortality (65.3% vs 59.9%; HR, 1.18; 95% CI, 1.01 to 1.38; P = .04), decreased the number of mean ventilator-free days (5.3 vs 6.4; difference, −1.1; 95% CI, −2.1 to −0.1; P = .03), increased the risk of pneumothorax requiring drainage (3.2% vs 1.2%; difference, 2.0%; 95% CI, 0.0% to 4.0%; P = .03), and the risk of barotrauma (5.6% vs 1.6%; difference, 4.0%; 95% CI, 1.5% to 6.5%; P = .001). There were no significant differences in the length of ICU stay, length of hospital stay, ICU mortality, and in-hospital mortality. CONCLUSIONS AND RELEVANCE: In patients with moderate to severe ARDS, a strategy with lung recruitment and titrated PEEP compared with low PEEP increased 28-day all-cause mortality. These findings do not support the routine use of lung recruitment maneuver and PEEP titration in these patients. TRIAL REGISTRATION: clinicaltrials.gov Identifier: NCT01374022
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