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    Biological risk for the workers that act in services of prehospital care

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    Made available in DSpace on 2014-07-29T15:04:38Z (GMT). No. of bitstreams: 1 dissertacao elisangelo.pdf: 337742 bytes, checksum: e97ec8ce95e8cc32cd7effa2f9bfdd5d (MD5) Previous issue date: 2007-06-29Com os objetivos de avaliar a freqüência de acidentes com Material Biológico (MB) entre os profissionais que atuam no atendimento pré-hospitalar (APH), estabelecer o perfil desses acidentes e verificar a adesão das medidas de biossegurança por esses profissionais, realizou-se um estudo transversal com trabalhadores do APH da cidade de Goiânia-GO. Os dados foram obtidos pela aplicação de um questionário para caracterização sócio-demográfica e sobre a ocorrência de acidente com MB e os fatores de risco relacionados e as medidas preventivas utilizadas. Do total dos profissionais investigados, 57,62% têm menos de 30 anos, 57,02% são do sexo feminino, 71,18% têm jornada semanal de trabalho superior a 44 horas e 51,41% trabalham mais de cinco anos no APH. Enfermeiros, médicos e técnicos em enfermagem constituíram o grupo saúde (57,06%) e socorristas e condutores o grupo não-saúde (42,94%). A prevalência da ocorrência de acidentes variou de 41,24%, para o grupo não-saúde, a 58,41% para o grupo saúde. Quarenta e cinco acidentes foram classificados como graves, sendo que o sangue foi o MB envolvido em 86,30% dos casos. O descuido foi referido por 22,00% como a causa principal do acidente e 64,38% aconteceram durante a realização de procedimentos e 28,76% durante o manuseio de materiais após o uso. Referiram esquema vacinal completo contra hepatite B 73,44%. O grupo não-saúde apresentou a maior prevalência quanto ao não uso dos equipamentos de proteção individual (EPI). A não adesão ao uso dos EPI e o tempo de atuação, foram fatores associados à ocorrência do acidente entre o grupo saúde, enquanto que para o grupo não-saúde, a maior significância ocorreu entre as variáveis, jornada superior a 44 horas semanais, não uso de luvas e não imunização contra a hepatite B (p<0,05). Os resultados desse estudo evidenciam a necessidade de estruturação e implementação de um sistema efetivo de vigilância e controle acidentes com MB para todos os profissionais do APH (saúde e não-saúde), que possibilite o conhecimento dos acidentes e que forneça subsídios para os programas de educação permanente
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