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    Estudo sobre a mosca-dos-chifres (Haemotobia irritans) em bovinos nelorados no Pantanal.

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    O Pantanal representa uma das regiões mais importantes do pais em termos de Pecuária de corte, com um rebanho estimado em cerca de 3,8 milhões de cabeças (Cadavid Garcia, 1986). Desde sua chegada a região em 1991 (Barros, 1992), a mosca-dos-chifres (Haematobia irritans) tem gerado uma significativa apreensão a classe produtora. A ocorrência inicial de níveis de infestação considerados prejudiciais e a crescente demanda por um programa de controle evidenciaram a necessidade de estudos na região. Desde 1993, pesquisas vem sendo desenvolvidas visando definir as épocas, níveis e duracao das infestações nos bovinos, com o objetivo de avaliar a magnitude do problema e propor um programa de controle adequado ao Pantanal. Paralelamente, tendo em vista a dificuldade de se estimar o nível de infestação nos bovinos, esta sendo verificada a viabilidade de se utilizar o comportamento dos animais como um indicador prático do nível de infestação do rebanho, possibilitando uma melhor avaliação e decisão, por parte do produtor, quanto a necessidade de tratamento.bitstream/item/63602/1/CPAP-PESQ.-AND.-14-95.pd

    Tratamento parcial do rebanho: revisão sobre sua utilização no controle da mosca-dos-chifres.

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    Métodos e estratégias alternativas de controle da mosca-dos-chifres são cada vez mais necessários para reduzir custos e impactos causados pelo controle químico. Entretanto, tais opções estão ainda em estudo, apresentam restrições à sua efetiva adoção ou demonstram limitada eficiência quando aplicadas isoladamente. Assim, visando reduzir o problema da resistência e da contaminação, além dos gastos com o controle, o tratamento de uma parcela do rebanho constitui uma estratégia alternativa de controle parasitário, a qual tem sido utilizada de forma empírica por alguns produtores. Este artigo apresenta uma abrangente revisão sobre esta estratégia, chamada de tratamento parcial do rebanho ou de tratamento seletivo, e sua possível utilização no controle da mosca-dos-chifres. São discutidos prós e contras, à luz do conhecimento atual, de modo a subsidiar reflexões e decisões sobre sua adoção no controle parasitário.bitstream/CPAP-2009-09/56783/1/DOC96.pdfFormato eletrônico

    Aspectos do controle da mosca-dos-chifres e manejo de resistência.

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    A mosca-dos-chifres é uma praga relativamente recente na bovinocultura brasileira, introduzida na região Centro-Oeste há pouco mais de uma década. Desde então, seu controle tem sido dependente do uso de produtos inseticidas, o que tem sido realizado, de modo geral, de forma abusiva e indiscriminada em todo o país. Ao longo dos anos, o controle químico deste e de outros ectoparasitas tem levado à seleção de populações resistentes, reduzindo a eficácia dos produtos, mantendo perdas na produtividade e encarecendo os custos do manejo sanitário e, em última análise, da produção.bitstream/CPAP/55970/1/DOC77.pdfFormato Eletrônic

    Resistência da mosca-dos-chifres a inseticidas: um problema à pecuária.

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    bitstream/CPAP/56440/1/ADM025.pdfFormato eletrônico

    Recomendações para prevenção e controle de bicheiras em bezerros no Pantanal.

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    Com quase 50 milhões de cabeças, os estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso possuem os maiores rebanhos bovinos do país. Embora a maior parte destes animais esteja distribuída no planalto, cerca de 3,5milhões de cabeças são mantidas na planície pantaneira. A bovinocultura tradicional no Pantanal se caracteriza por uma pecuária de corte extensiva, calcada em pastagens nativas e com ênfase na fase de cria e, secundariamente, de recria. Este artigo apresenta uma breve revisão sobre o problema das bicheiras (miíases) e recomendações técnicas enfocando a prevenção e tratamento de miíases umbilicais em bezerros recém-nascidos.bitstream/item/79511/1/COT35.pd

    Influência da distância na transferência de Tabanídeos (Mutucas) entre equinos.

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    O presente estudo, realizado na Fazenda Nhumirim, Pantanal Sul-Mato-Grossense, objetivou avaliar a influência da distância na transferência de tabanídeos entre equinos e inferir sobre o uso potencial de barreiras espaciais na redução da transmissão mecânica de patógenos por esses vetores.bitstream/CPAP-2010/57305/1/BP92.pd

    Jardins clonais e jardins de semente para a produçao de mudas de cajueiro

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    bitstream/CNPAT/7907/1/doc51.pd

    Jardins clonais e jardins de semente para a produção de mudas de cajueiro.

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    bitstream/CNPAT-2010/7342/1/Dc-051.pd

    Diagnóstico da resistência do carrapato-do-boi a carrapaticidas em Mato Grosso do Sul.

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    No Brasil, casos de resistência do carrapato-do-boi [Rhipicephalus (Boophilus) microplus] aos acaricidas organofosforados têm sido relatados a partir do início dos anos de 1970 e, aos piretróides, no fi nal dos anos de 1980. Desde então, as reclamações de produtores quanto a esse problema vêm se avolumando em todas as regiões pecuárias. Por isso, torna-se importante conhecer bem a real situação de sua resistência e caracterizar adequadamente seu controle a fi m de torná-lo mais efi ciente e reduzir seu custo. Este estudo objetivou avaliar a suscetibilidade de populações de R. (B.) microplus em relação a acaricidas de distintas classes e caracterizar seu controle no Estado de Mato Grosso do Sul. Para tanto, foram realizados bioensaios toxicológicos com carrapatos obtidos em bovinos de propriedades de gado de corte e de leite em onze das principais regiões produtivas do Estado: Três Lagoas, Dourados, Alto Taquari, Iguatemi, Baixo Pantanal, Campo Grande, Bodoquena, Paranaíba, Aquidauana, Nova Andradina e Cassilândia. A escolha das propriedades amostradas priorizou aquelas com histórico de problemas críticos no controle químico dos carrapatos, mas, na ausência deles em condições de realizar os testes com tal precedente histórico, as fazendas foram escolhidas por consulta conforme a disponibilidade de carrapatos. Nos testes de suscetibilidade foi utilizada a técnica de imersão de teleóginas (cinco minutos), com posterior avaliação de parâmetros biológicos. Na imersão foram utilizados doze acaricidas comerciais (totalizando sete princípios ativos pertencentes a quatro classes distintas): amitraz; diazinon; cipermetrina; clorpirifós + cipermetrina + citronelal; diclorvós (DDVP) + clorfenvinfós; cimiazole + cipermetrina; etion + cipermetrina; DDVP + clorpirifós; clorpirifós + cipermetrina; cipermetrina + clorpirifós + butóxido de piperonila + citronelal e cipermetrina + clorfenvinfós. Após a imersão (lotes de no mínimo 10 teleóginas por produto), as teleóginas foram secas e mantidas em câmara climatizada por 30 dias para a avaliação de parâmetros reprodutivos, tais como: peso da postura (no 16o dia), taxa de eclosão e efi ciência reprodutiva (no 40o dia). Foram considerados eficazes os produtos cuja efi cácia foi igual ou superior a 95%, critério este estabelecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para o registro de novos produtos. Em todas as propriedades foi verificada resistência a pelo menos um produto carrapaticida, havendo diversas propriedades com resistência de até 100% a um ou mais princípios ativos. Constatou-se que a efi cácia dos produtos piretróides nas populações amostradas foi, em geral, inferior a 70%, não sendo recomendado seu uso nas propriedades visitadas. Dentre os doze produtos avaliados, apenas dois produtos, DDVP 60% + clorfenvinfós 20% (97,68%) e Cipermetrina 15% + clorpirifós 25% + butóxido de piperonila 15% + citronelal 1% (100%), apresentaram efi cácia média superior a 95% e devem controlar satisfatoriamente as infestações pelo carrapato em condições de campo. Paralelamente, observou-se que os pecuaristas utilizam, também, produtos não autorizados ou sem registro ofi cial e efetuam diferentes combinações de produtos a seu dispor, incluindo produtos caseiros ou específi cos para uso agrícola, em função da ausência de um programa nacional de controle do carrapato bovino.bitstream/CNPGC-2009-09/12734/1/BP25.pd
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