Por que perseguir imagens que já ninguém reclama? Das cinzas de uma identidade. Chonguez, anacronismo e nostalgia nas reflexões lésbicas contemporâneas
¿Qué formas de resistencia pueden sostener aún para nuestras imaginaciones lésbicas algunas figuraciones identitarias que parecen apegadas al pasado? ¿qué lugar ocupa todavía allí -y aquí y ahora- la imagen de la lesbiana chonga en estos sures? El texto busca recuperar algunas preguntas sobre la potencia de la imaginación, la nostalgia y el anacronismo en los debates sobre las visibilidades e identidades lésbicas. Para ello, recuperamos en primer lugar algunos de los antecedentes que marcaron históricamente el largo e inconcluso debate entre formas de la visibilidad y estrategias de identidad. Posteriormente, nos detenemos en la recuperación de las potencias anacrónicas y las polémicas vinculadas a los problemas que trae fijar “una” representación de aquello que sería “la lesbiana o lo lésbico”. Luego, en ese andar, traemos la imagen de la lesbiana butch, chonga o masculina, que ha sostenido un status diferencial al oscilar entre los extremos de la hipervisibilización –la que sin dudas “es”– y la que ya pasó de moda. Indagando más allá de estos extremos utilizo la figuración del “viejo lesbiana/o”para ofrecer algunas puntas para el diálogo intergeneracional, el descalce identitario y las fugas sexo-genéricas meintras me pregunto ¿aué alianzas, qué gestos, qué pasados, presentes y futuros proyectamos en y con las imágenes cuando décimos, vemos y buscamos obstinadamente imágenes que ya nadie reclama?Que formas de resistência ainda podem sustentar as nossas imaginações lésbicas algumas figurações identitárias que parecem ligadas ao passado? Que lugar ainda ocupa ali – e aqui e agora – a imagem da lésbica chonga nestes sul? O texto procura recuperar algumas questões sobre o poder da imaginação, a nostalgia e o anacronismo nos debates sobre as visibilidades e identidades lésbicas. Para isso, recuperamos, em primeiro lugar, alguns dos antecedentes que marcaram historicamente o longo e inconclusivo debate entre formas de visibilidade e estratégias de identidade. Posteriormente, detemo-nos na recuperação dos poderes anacrónicos e das polêmicas ligadas aos problemas que traz fixar “uma” representação do que seria “a lésbica ou o lésbico”. Então, nessa caminhada, trazemos a imagem da lésbica butch, chonga ou masculina, que manteve um status diferencial ao oscilar entre os extremos da hipervisibilidade – aquela que sem dúvida “é” – e aquela que já saiu de moda. Indagando além desses extremos, utilizo a figura do “velho lésbico/a” para oferecer algumas pistas para o diálogo intergeracional, o descompasso identitário e as fugas sexo-gênero, enquanto me pergunto: que alianças, que gestos, que passados, presentes e futuros projetamos nas e com as imagens quando dizemos, vemos e buscamos obstinadamente imagens que ninguém mais reclama
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