Este artigo investiga a relação entre a construção da Rodovia Transamazônica, as políticas de colonização da Amazônia e a história da Escola Rui Barbosa, em Medicilândia-PA. O objetivo é analisar como a construção da Transamazônica e as políticas de colonização influenciaram a criação, evolução e manutenção da escola e o papel da mobilização comunitária nesse processo. A pesquisa segue uma abordagem qualitativa e participativa, baseada em relatórios do Tempo Comunidade, entrevistas e análise documental. Os resultados demonstram que, embora a infraestrutura precária e a ausência de suporte governamental representem desafios, a luta coletiva da comunidade foi essencial para garantir a continuidade da escola. A Escola Rui Barbosa se tornou um símbolo de resistência local, evidenciando a necessidade de políticas públicas que considerem as especificidades da educação do campo. Revela persistência de desafios estruturais e a importância do envolvimento popular na construção de estratégias para fortalecer a educação nas áreas rurais da Amazônia
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