journal article
The European Union in the face of US expansionism: strategic autonomy, deterrence and a new world order
Abstract
Las declaraciones estadounidenses sobre adquisición territorial de Groenlandia y expansión del Canal de Panamá revelan un giro unilateralista que desafía el orden internacional liberal y confronta directamente intereses de soberanía europea. Este análisis examina la configuración estratégica que exige respuesta de la Unión Europea, evaluando opciones disponibles mediante las lógicas de disuasión, negación y contención. Se argumenta que la UE enfrenta una encrucijada entre subordinación atlántica, neutralidad ambigua o construcción de autonomía estratégica real. Desde el realismo neoestructural y la teoría de interdependencia compleja, se propone que una estrategia de equilibrio interno (capacidades militares autónomas) combinada con balanceo externo (coaliciones con potencias medias) puede preservar la soberanía europea en el orden multipolar emergente.US declarations regarding the territorial acquisition of Greenland and the expansion of the Panama Canal reveal a unilateralist shift that challenges the liberal international order and directly confronts European sovereignty interests. This analysis examines the strategic configuration that demands a response from the European Union, evaluating the available options through the logics of deterrence, denial, and containment. It argues that the EU faces a crossroads between Atlantic subordination, ambiguous neutrality, or the construction of genuine strategic autonomy. Drawing on neo-structural realism and the theory of complex interdependence, it proposes that a strategy of internal equilibrium (autonomous military capabilities) combined with external equilibrium (coalitions with middle powers) can preserve European sovereignty in the emerging multipolar order.As declarações dos EUA sobre a aquisição territorial da Groenlândia e a expansão do Canal do Panamá revelam uma guinada unilateralista que desafia a ordem internacional liberal e confronta diretamente os interesses de soberania europeia. Esta análise examina a configuração estratégica que exige uma resposta da União Europeia, avaliando as opções disponíveis através das lógicas da dissuasão, da negação e da contenção. Argumenta-se que a UE se encontra numa encruzilhada entre a subordinação atlântica, a neutralidade ambígua ou a construção de uma genuína autonomia estratégica. Com base no realismo neoestrutural e na teoria da interdependência complexa, propõe-se que uma estratégia de equilíbrio interno (capacidades militares autónomas) combinada com um equilíbrio externo (coligações com potências médias) pode preservar a soberania europeia na ordem multipolar emergente- journal article
- RELACIONES INTERNACIONALES
- GEOPOLITICA
- AUTONOMIA ESTRATEGICA (RELACIONES INTERNACIONALES)
- DISUASION (ESTRATEGIA MILITAR)
- ORDEN MUNDIAL
- HEGEMONIA - ESTADOS UNIDOS
- ESTADOS UNIDOS - RELACIONES EXTERIORES - UNION EUROPEA
- UNION EUROPEA - RELACIONES EXTERIORES - ESTADOS UNIDOS
- Unión Europea
- autonomía estratégica
- disuasión
- Groenlandia
- realismo neoestructural
- orden multipolar
- seguridad europea
- European Union
- strategic autonomy
- deterrence
- Greenland
- neo-structural realism
- multipolar order
- European security
- União Europeia
- autonomia estratégica
- dissuasão
- Groenlândia
- neo-realismo estrutural
- ordem multipolar
- segurança europeia