Introduction: systemic inflammation and hyperglycemia have been associated with a worse prognosis in ischemic stroke. The leukoglycemic index and the neutrophil-to-lymphocyte ratio are simple and accessible markers that could improve early risk stratification.
Objective: to evaluate the relationship between the leukoglycemic index and the neutrophil-to-lymphocyte ratio, measured within the first 24 hours of hospitalization, and mortality and functional disability in patients with ischemic stroke.
Methods: an analytical, cross-sectional study was conducted on 180 patients diagnosed with ischemic stroke treated at the "Captain Roberto Rodríguez Fernández" Provincial General Teaching Hospital in Morón, Ciego de Ávila, from 2023 to 2024. The following variables were analyzed: age, sex, comorbidities, plasma glucose, total white blood cell count, and neutrophil and lymphocyte differential. The outcomes were hospital mortality and functional status at discharge using the modified Rankin Scale. Mortality and disability percentages were calculated according to index categories, evaluating discriminative capacity using receiver operating characteristic curves and area under the curve. Odds ratios with 95.00 % confidence intervals were estimated.
Results: the mean age was 68.4 years (standard deviation ±11.2), and males predominated (56.70%). Hypertension and diabetes mellitus were the most frequent comorbidities. Mortality was higher in patients with a leukoglycemic index ≥2401 (85.80 %) and a neutrophil-to-lymphocyte ratio >3 (87.50%). Functional disability also increased in these groups (51.60 % and 57.10 %, respec tively). The combination of both indices improved predictive capacity compared to each marker separately.
Conclusions: the leukoglycemic index and the neutrophil-to-lymphocyte ratio are early predictors of mortality and disability in ischemic stroke. Their combined use constitutes a simple and low-cost tool for initial risk stratification.Introducción: la inflamación sistémica y la hiperglucemia se han asociado con peor pronóstico en el accidente cerebrovascular isquémico. El índice leucoglucémico y el índice neutrófilo/linfocito son marcadores simples y accesibles que podrían mejorar la estratificación temprana del riesgo.
Objetivo: evaluar la relación entre el índice leucoglucémico y el índice neutrófilo/linfocito, medidos en las primeras 24 horas de hospitalización y la mortalidad y discapacidad funcional en pacientes con accidente cerebrovascular isquémico.
Métodos: se realizó un estudio analítico y transversal en 180 pacientes con diagnóstico de accidente cerebrovascular isquémico atendidos en el Hospital General Provincial Docente “Cptán. Roberto Rodríguez Fernández” de Morón, Ciego de Ávila, desde 2023 a 2024. Se analizaron las variables: edad, sexo, comorbilidades, glucemia plasmática, recuento leucocitario total y diferencial de neutrófilos y linfocitos. Los desenlaces fueron mortalidad hospitalaria y estado funcional al egreso mediante la escala de Rankin modificada. Se calcularon porcentajes de mortalidad y discapacidad según categorías de los índices, al evaluar la capacidad discriminativa mediante curvas de características operativas del receptor y el área bajo la curva. Se estimaron razones de posibilidades con intervalos de confianza del 95,00 %.
Resultados: la edad media fue de 68,4 años (desviación estándar ±11,2), predominó el sexo masculino (56,70 %). La hipertensión arterial y la diabetes mellitus fueron las comorbilidades más frecuentes. La mortalidad fue mayor en pacientes con índice leucoglucémico ≥2401 (85,80 %) y con índice neutrófilo/linfocito >3 (87,50 %). La discapacidad funcional también aumentó en estos grupos (51,60 % y 57,10 %, respectivamente). La combinación de ambos índices mejoró la capacidad predictiva frente a cada marcador por separado.
Conclusiones: el índice leucoglucémico y el índice neutrófilo/linfocito son predictores tempranos de mortalidad y discapacidad en accidente cerebrovascular isquémico. Su uso conjunto constituye una herramienta sencilla y de bajo costo para la estratificación inicial del riesgo.Introdução: a inflamação sistêmica e a hiperglicemia têm sido associadas a um pior prognóstico no acidente vascular cerebral isquêmico. O índice leucoglicêmico e a relação neutrófilo-linfócito são marcadores simples e acessíveis que podem melhorar a estratificação precoce de risco.
Objetivo: avaliar a relação entre o índice leucoglicêmico e a relação neutrófilo-linfócito, medidos nas primeiras 24 horas de internação, e a mortalidade e a incapacidade funcional em pacientes com acidente vascular cerebral isquêmico.
Métodos: foi realizado um estudo analítico transversal com 180 pacientes diagnosticados com acidente vascular cerebral isquêmico e tratados no Hospital Geral de Ensino Provincial "Capitão Roberto Rodríguez Fernández", em Morón, Ciego de Ávila, entre 2023 e 2024. Foram analisadas as seguintes variáveis: idade, sexo, comorbidades, glicemia plasmática, contagem total de leucócitos e diferencial de neutrófilos e linfócitos. Os desfechos avaliados foram mortalidade hospitalar e estado funcional na alta hospitalar, utilizando a Escala de Rankin Modificada. As porcentagens de mortalidade e incapacidade foram calculadas de acordo com as categorias do índice, avaliando-se a capacidade discriminativa por meio de curvas ROC (Receiver Operating Characteristic) e área sob a curva. Razões de chances (odds ratios) com intervalos de confiança de 95% foram estimadas.
Resultados: a idade média foi de 68,4 anos (desvio padrão ±11,2), com predominância do sexo masculino (56,70 %). Hipertensão e diabetes mellitus foram as comorbidades mais frequentes. A mortalidade foi maior em pacientes com índice leucoglicêmico ≥2401 (85,80 %) e relação neutrófilo-linfócito >3 (87,50 %). A incapacidade funcional também aumentou nesses grupos (51,60 % e 57,10 %, respectivamente). A combinação de ambos os índices melhorou a capacidade preditiva em comparação com cada marcador isoladamente.
Conclusões: o índice leucoglicêmico e a relação neutrófilo-linfócito são preditores precoces de mortalidade e incapacidade no acidente vascular cerebral isquêmico. A sua utilização combinada constitui uma ferramenta simples e de baixo custo para a estratificação inicial do risco
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