A democracia, compreendida como um dever fundamental, constitui a base de sociedades comprometidas com os ideais de liberdade e igualdade. Nesse contexto, a participação ativa dos cidadãos no processo político é essencial para a construção da vida coletiva e para o pleno gozo dos direitos fundamentais. No entanto, a rápida evolução da inteligência artificial tem introduzido desafios complexos e potenciais ameaças à integridade da democracia, especialmente em relação aos processos eleitorais. Este artigo visa explorar os diferentes papeis que a inteligência artificial pode desempenhar nas eleições e campanhas políticas, bem como os riscos que essa tecnologia emergente pode trazer à democracia
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