O isomorfismo nas práticas de sustentabilidade das empresas do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE): o que a análise léxica revela nos últimos anos?

Abstract

Objective: To investigate how Institutional Isomorphism is manifested in the sustainability reports of companies listed in the ISE (Corporate Sustainability Index) between 2020 and 2023. Method: This is a quantitative study that employed lexical analysis of sustainability reports to measure the disclosure of Environmental, Social, and Governance dimensions, as well as the overall ESG score, applying the Kruskal-Wallis test. Originality/Relevance: The measurement of ESG practices contributes to the literature on sustainable development and enhances the understanding of the application of isomorphism in the corporate context by examining whether there is convergence in ESG practices. Thus, it is relevant to the discussion on how and why companies adopt similar disclosure standards. Results: The findings reveal that there are no significant differences in companies’ ESG practices over time, indicating that firms maintain a stable and homogeneous pattern of sustainable disclosure between 2020 and 2023. This consistency in ESG practices demonstrates an ongoing corporate commitment to sustainability, reflecting an adaptation to stakeholder and investor demands rather than a reactive response to changing expectations or regulations. This provides a dynamic perspective on how the adoption of sustainable practices evolves in response to external factors such as legislation, social pressure, and investor requirements. Theoretical/Methodological Contributions: The theoretical contribution lies in the analysis of the adoption and disclosure of institutional isomorphism in ESG practices by the analyzed companies. Methodologically, the study contributes by implementing a lexical analysis of sustainability reports to measure ESG disclosure, enabling more precise quantification of the reported content.Objetivo: Investigar cómo se manifiesta el isomorfismo institucional en los informes de sostenibilidad de las empresas listadas en el ISE (Índice de Sostenibilidad Corporativa) entre 2020 y 2023. Método: Se trata de un estudio cuantitativo que empleó análisis léxico de los informes de sostenibilidad para medir la divulgación de las dimensiones Ambiental, Social y de Gobernanza, así como el puntaje ESG general, aplicando la prueba de Kruskal-Wallis. Originalidad/Relevancia: La medición de las prácticas ESG contribuye a la literatura sobre desarrollo sostenible y amplía la comprensión de la aplicación del isomorfismo en el contexto corporativo al examinar si existe convergencia en las prácticas ESG. Así, resulta relevante para la discusión sobre cómo y por qué las empresas adoptan estándares de divulgación similares. Resultados: Los hallazgos revelan que no existen diferencias significativas en las prácticas ESG de las empresas a lo largo del tiempo, lo que indica que las firmas mantienen un patrón estable y homogéneo de divulgación sostenible entre 2020 y 2023. Esta consistencia en las prácticas ESG demuestra un compromiso corporativo continuo con la sostenibilidad, reflejando una adaptación a las demandas de los stakeholders y de los inversionistas en lugar de una respuesta reactiva a expectativas o regulaciones cambiantes. Esto proporciona una perspectiva dinámica sobre cómo la adopción de prácticas sostenibles evoluciona en respuesta a factores externos como la legislación, la presión social y los requisitos de los inversionistas. Contribuciones Teóricas/Metodológicas: La contribución teórica radica en el análisis de la adopción y divulgación del isomorfismo institucional en las prácticas ESG por parte de las empresas analizadas. Metodológicamente, el estudio aporta al implementar un análisis léxico de los informes de sostenibilidad para medir la divulgación ESG, permitiendo una cuantificación más precisa del contenido reportado.Objetivo: Investigar como o Isomorfismo Institucional se manifesta nos relatórios de sustentabilidade das empresas do ISE entre 2020 e 2023. Método:  A pesquisa é quantitativa e utilizou análise léxica nos relatórios de sustentabilidade para mensurar o disclosure das dimensões Ambiental, Social, Governança e o escore ESG, aplicando o teste de Kruskal-Wallis. Originalidade/Relevância: A mensuração das práticas ESG adiciona uma contribuição às pesquisas sobre desenvolvimento sustentável e amplia o entendimento da aplicação de isomorfismo no contexto corporativo, ao verificar se há convergência nas práticas ESG. Assim, é relevante para o debate sobre como e por que empresas adotam padrões similares de divulgação. Resultados: Os resultados revelam que não há diferenças significativas nas práticas ESG das empresas ao longo do tempo, indicando que as empresas mantêm um padrão estável e homogêneo de divulgação sustentável entre 2020 e 2023. Esta consistência nas práticas ESG demonstra um compromisso contínuo das empresas com as práticas sustentáveis, refletindo uma adaptação às demandas de stakeholders e investidores, em vez de uma resposta reativa a mudanças nas expectativas ou regulamentos. Isso oferece uma perspectiva dinâmica sobre como a adoção de práticas sustentáveis evolui em resposta a fatores externos, como legislações, pressões sociais e exigências dos investidores. Contribuições téoricas/Metodologicas: A contribuição teórica reside na análise da adoção e evidenciação do isomorfismo institucional nas práticas ESG pelas emopresas analisadas. Metodologicamente, o estudo contribui ao implementar uma análise léxica dos relatórios de sustentabilidade para medir a evidenciação de práticas ESG e viabilizar uma quantificação mais precisa dos conteúdos divulgados

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Last time updated on 27/01/2026

This paper was published in Revista Ibero-Americana de Estratégia.

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