Os últimos anos de Oswald de Andrade foram marcados pela tentativa de realizar um projeto memorial e diarístico tendo por base uma dupla função: no primeiro caso um direcionamento para o passado, e no segundo, um direcionamento para o futuro. Este artigo procura analisar este segundo objeto, considerando a articulação proposta pelo autor entre escrita de criação e diário. Com isso, a sua morte biológica eminente encontra o fio condutor para uma sobrevida: a realização da obra através da demarcação afetiva de sua confissão sem renúncia
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