De acordo com o olhar de um antropólogo, a tecnologia e o homem despertam inúmeras questões a serem discutidas para que o homem, de acordo com sua natureza, não perca a própria humanidade. Este artigo explora as complexas interações entre o ser humano e a tecnologia, destacando os desafios de manter a humanidade em um mundo cada vez mais tecnológico. Byung-Chul Han (2021) discute a perda dos rituais devido ao uso intensificado das redes sociais, resultando na falta de contemplação e celebração de conquistas. Rebeca Bryant e Daniel Knight (2019) examinam como a tecnologia molda relações teleoafetivas, influenciando comportamentos através do contexto social. As redes sociais são um exemplo claro dessa influência, moldando e alterando modos de vida. Charles Chaplin, em “Tempos Modernos” (1936), criticou a mecanização do trabalho, destacando a perda de autonomia dos trabalhadores na Revolução Industrial. Trindade e Nosella (2010) discutem a substituição de trabalhos manuais por processos automatizados, consequência do avanço tecnológico impulsionado pelo capitalismo. A mídia, a ficção e os padrões sociais também desempenham um papel significativo na modelagem do comportamento humano nesta era tecnológica
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