Este artigo estuda a relação da afetividade com o aprendizado a partir das teorias de Henry Wallon, Liev Vigotsky, Jean Piaget e Paulo Freire, valendo se de revisão bibliográfica desses autores, documentos em fontes primárias da instituição estudada e da observação crítica do ensino e gestão da escola Vivendo e Aprendendo, uma escola infantil privada, de caráter associativo e com
projeto político pedagógico baseado explicitamente na atenção aos afetos como motor da aprendizagem e formação psíquica de alunas e alunos. Avaliou-se e verificou-se a efetividade dessa abordagem que ocorre de forma integral nas várias instâncias da escola, incluindo na relação família-escola
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