O presente artigo analisa o papel do Supremo Tribunal Federal (STF) na defesa do
meio ambiente por meio do controle concentrado de constitucionalidade. A partir da
Constituição de 1988, o meio ambiente passou a ser reconhecido como direito
fundamental, exigindo do Estado medidas concretas para sua preservação. No
entanto, a efetividade dessa proteção jurídica enfrenta desafios constantes, como
retrocessos legislativos e falhas na implementação das decisões judiciais. O estudo
busca responder se o controle concentrado de constitucionalidade tem sido um
instrumento eficaz na defesa ambiental ou se suas limitações comprometem a atuação
do STF nesse campo. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, com revisão
bibliográfica e análise de jurisprudências relevantes, como a ADPF 760, ADI 4717,
ADPF 651 e ADI 4983. Conclui-se que, embora o STF tenha desempenhado um papel
relevante na tutela ambiental, sua atuação depende de fatores externos, como a
efetiva aplicação das suas decisões pelos demais poderes
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