Este texto visa trazer à discussão a noção de cultura na perspectiva do mundo contemporâneo, pensando-a no contexto escolar. Explora a ideia da escola como produtora de cultura(s), chamando a atenção para as muitas possibilidades que existem ao se considerar não uma ideia única ou mais verdadeira de cultura, mas uma multiplicidade. Faz referência à cultura como cultivo (Lòpez, 2008), como um lugar de acontecimento e de uso político, social, filosófico. Cultura na escola, neste caso, como cultivo da vida, da educação, das relações humanas. Entende-se que há uma urgência nesta temática, considerando as muitas culturas que habitam o espaço escolar e que, muitas vezes, estão apagadas ou invisibilizadas por um discurso hegemônico, eurocêntrico, excludente. Fica o convite a essa reflexão, juntamente com autores como Maximiliano Valerio Lòpez, Néstor García Canclini, Daniel Munduruku, Vera Maria Candau e Silvio Gallo, não para encontrar uma resposta única ou uma conclusão, mas para que essa reflexão possa se tornar mais frequente no ambiente escolar, provocando possíveis e importantes mudanças no modo de a escola conceber e se relacionar com o conceito de cultura em uma perspectiva plural
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