'Facultad de Agronomia/Instituto Nacional de Investigacion Agropecuaria'
Abstract
Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação)A agricultura atual busca atender a demanda de alimentos em qualidade e quantidade, para que seja possível garantir a segurança alimentar e o desenvolvimento econômico do país. Boas práticas agrícolas estão cada vez mais sendo utilizadas por meio das descobertas cientificas, com isso, o uso de turfa na agricultura é uma alternativa para a implantação do sistema de produção regenerativo. Este trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência agronômica do uso da turfa líquida na cultura do milho. O trabalho foi desenvolvido no Campo Demonstrativo e Experimental - CADEX da Universidade Federal de Uberlândia - UFU, no campus Monte Carmelo, por meio de dois ensaios em delineamento em blocos casualizados, sendo: Ensaio 1 (safra 2023/2024) 9 tratamentos e 4 repetições totalizando 36 parcelas, e o ensaio 2, (safra 2024/2025) em esquema fatorial de 9 tratamentos e 4 repetições, sendo 4 doses de turfa líquida, aplicadas em dois parcelamento (uma aplicação apenas na semeadura e duas aplicações, na semeadura e em V2, es um tratamento com dose zero (controle), totalizando em 36 parcelas. No ensaio 1, utilizou-se o híbrido SHS 7990 PRO3 e no ensaio 2 o híbrido LG 36745 PRO4, ambos com dupla aptidão. Foram avaliadas as características de crescimento da parte aérea, os componentes de produção e a produtividade. Os dados obtidos foram submetidos aos testes de pressuposições básicas homocedasticidade das variâncias e normalidade dos erros, respectivamente e em seguida as médias dos tratamentos foram submetidas a análise de variância e ao teste de Scott Knott (ensaio 1) e regressão polinomial (ensaio 2). No ensaio 1, apenas as variáveis respostas número de grãos da primeira espiga e número de grãos apresentaram diferenças significativas a 5% de probabilidade pelo teste F e teste de Scott Knott. No ensaio 2, para parcelamento e doses, as variáveis respostas número de espigas por planta e diâmetro da segunda espiga apresentaram diferenças significativas a 5% de probabilidade pelo teste F. No entanto, observou-se não houve interação dos fatores e somente a variável número de espigas por planta apresentou modelo matemático estatisticamente aceitável, porém, sem efeito agronômico positivo para as doses de turfa líquida. Dessa forma, independente da dose e da forma de aplicação não foi possível identificar efeitos positivos da turfa líquida na cultura do milho nas condições testadas
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