Hacia una etnoplanificación territorial sostenible: un estudio de caso en Paraty, Río de Janeiro

Abstract

Este artículo investiga la representación de los Pueblos y Comunidades Tradicionales en los instrumentos de planificación territorial, con especial atención al municipio de Paraty, Río de Janeiro. Analiza cómo el Plan Director Municipal y la Zonificación Ecológica Económica (ZEE) incorporan o descuidan los derechos y territorios de estos grupos. Se concluye que, a pesar del reconocimiento legal de los PCT, sus territorialidades suelen quedar invisibilizadas en los instrumentos de planificación, lo que refleja un modelo de desarrollo que prioriza los intereses económicos sobre la justicia socioambiental. Los resultados señalan brechas en la inclusión y el mapeo de las comunidades caiçara, quilombolas e indígenas en Paraty, lo que pone de relieve la necesidad de revisar las políticas de planificación territorial para garantizar el respeto de los derechos y formas de vida tradicionales.Este artigo investiga a representação de Povos e Comunidades Tradicionais nos instrumentos de planejamento territorial, com foco no município de Paraty, Rio de Janeiro. Analisa-se como o Plano Diretor Municipal e o Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) incorporam ou negligenciam os direitos e territórios desses grupos. Verifica-se que apesar do reconhecimento legal dos PCTs, suas territorialidades são frequentemente invisibilizadas nos instrumentos de planejamento, refletindo um modelo de desenvolvimento que prioriza interesses econômicos em detrimento da justiça socioambiental. Os resultados apontam para lacunas na inclusão e no mapeamento de comunidades caiçaras, quilombolas e indígenas em Paraty, evidenciando a necessidade de revisão das políticas de planejamento territorial para garantir o respeito aos direitos e modos de vida tradicionais.This article investigates the representation of Traditional Peoples and Communities in territorial planning instruments, focusing on the municipality of Paraty, Rio de Janeiro. It analyzes how the Municipal Master Plan and the Ecological Economic Zoning (ZEE) incorporate or neglect the rights and territories of these groups. It finds that despite the legal recognition of the PCTs, their territorialities are often rendered invisible in planning instruments, reflecting a development model that prioritizes economic interests over socio-environmental justice. The results point to gaps in the inclusion and mapping of Caiçara, Quilombola, and Indigenous communities in Paraty, highlighting the need to revise territorial planning policies to ensure respect for traditional rights and ways of life. &nbsp

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Last time updated on 08/10/2025

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