This article proposes a reflection on the possible connection between studies on the myths of child labor, Vilani (2006) and Custódio (2009), and the Theory of Social Representations, Moscovici (1961). The objective is to establish a dialogue between these theories and analyze whether social representations can contribute to elucidating the genesis of child labor myths. As a hypothesis, there is a possibility of dialogue between the myths of child labor and the Theory of Social Representations. Child labor myths are socially shared ideas, based on common-sense values associated with labor, that seek to justify the exploitation of child and adolescent labor, mistakenly presenting it as an opportunity to overcome poverty, denial of rights, negligence, and social vulnerability. Thus, Moscovici (1961) explains that the Theory of Social Representations is socially constructed and collectively shared, aiming to make the unknown familiar, influencing behaviors and social attitudes toward a given phenomenon. To achieve this objective, a bibliographic research was conducted, exploring articles, books, theses, and other works related to the topic. Finally, it is concluded that there is room for further studies and dialogue between these theories, enabling a broader understanding of the formulation and dissemination of child labor myths.El presente artículo propone una reflexión sobre la posible conexión entre los estudios de los mitos del trabajo infantil, Vilani (2006) y Custodio (2009), y la Teoría de las Representaciones Sociales, Moscovici (1961). El objetivo es establecer un diálogo entre las teorías, además de analizar si las representaciones sociales pueden contribuir a esclarecer la génesis de los mitos del trabajo infantil. Como hipótesis, existe la posibilidad de diálogo entre los mitos del trabajo infantil y la Teoría de las Representaciones Sociales. Los mitos del trabajo infantil son ideas socialmente compartidas, basadas en valores del sentido común asociados al trabajo, que buscan justificar la explotación del trabajo de niños, niñas y adolescentes, presentándolo, de manera equivocada, como una oportunidad para superar situaciones de pobreza, negación de derechos, negligencia y vulnerabilidad social. Así, Moscovici (1961) explica que la Teoría de las Representaciones Sociales se construye socialmente y se comparte colectivamente, con el objetivo de hacer familiar lo desconocido, influyendo en los comportamientos y actitudes sociales frente a determinado fenómeno. Para alcanzar el objetivo, se realizó una investigación bibliográfica, explorando artículos, libros, tesis y otras obras relacionadas con el tema. Finalmente, se concluye que existe espacio para el fortalecimiento de los estudios y el diálogo entre las teorías, lo que permite ampliar la comprensión sobre la formulación y la propagación de los mitos del trabajo infantil.O presente artigo propõe reflexão sobre a possível conexão entre os estudos dos mitos do trabalho infantil, Vilani (2006) e Custódio (2009), e a Teoria das Representações Sociais, Moscovici (1961). O objetivo é estabelecer diálogo entre as teorias, além de analisar se as representações sociais podem contribuir para elucidar a gênese dos mitos do trabalho infantil. Em hipótese, existe a possibilidade de diálogo entre os mitos do trabalho infantil e a Teoria das Representações Sociais. Os mitos do trabalho infantil são ideias, socialmente compartilhadas, baseadas em valores do senso comum associados ao trabalho, que buscam justificar a exploração do trabalho de crianças e adolescentes, apresentando-o, equivocadamente, como uma oportunidade de superação de situações de pobreza, negação de direitos, negligência e vulnerabilidade social. Assim, Moscovici (1961) explica que a Teoria das Representações Sociais são construídas socialmente e compartilhadas coletivamente, com o objetivo de tornar o desconhecido familiar, influenciando comportamentos e atitudes sociais com relação a determinado fenômeno. Para alcançar o objetivo, realizou-se pesquisa bibliográfica, explorando artigos, livros, teses e demais obras relacionadas ao tema. Finalmente, conclui-se que há espaço para o aprofundamento dos estudos e diálogo entre as teorias, possibilitando ampliar a compreensão acerca da formulação e da propagação dos mitos do trabalho infantil
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