This article explores black ancestral midwifery as a traditional practice that connects black communities with their ancestral roots. It highlights the role of midwives as guardians of knowledge passed down from generation to generation, focusing on the care of women before, during and after childbirth. These practices not only preserve knowledge about the body and the use of medicinal herbs, but also symbolize a deep connection with nature and ancestors. A political ecology approach is used to analyze how midwifery, by combining ancestral knowledge and the natural environment, contributes to cultural preservation, body care and sustainability of black communities in the Colombian Pacific. In addition, it addresses the institutional recognition of midwifery as intangible cultural heritage, an important achievement in the fight against the stigmas that have affected this tradition.En este ensayo explora la partería ancestral negra como una práctica tradicional que conecta a las comunidades negras con sus raíces ancestrales. Se destaca el papel de las parteras como guardianas de saberes transmitidos de generación en generación, centrados en el cuidado de la mujer antes, durante y después del parto. Estas prácticas no solo preservan conocimientos sobre el cuerpo y el uso de hierbas medicinales, sino que también simbolizan una conexión profunda con la naturaleza y con los ancestros. Se hace uso del enfoque de la ecología política, para analizar cómo la partería, al combinar el conocimiento ancestral y el entorno natural, contribuye a la preservación cultural, el cuidado del cuerpo y la sostenibilidad de las comunidades negras del Pacífico colombiano. Además, se aborda el reconocimiento institucional de la partería como patrimonio cultural inmaterial, un logro importante en la lucha contra los estigmas que han afectado esta tradición.Este artigo explora a obstetrícia ancestral negra como uma prática tradicional que conecta as comunidades negras com suas raízes ancestrais. Ele destaca o papel das parteiras como guardiãs do conhecimento transmitido de geração em geração, com foco no cuidado das mulheres antes, durante e depois do parto. Essas práticas não apenas preservam o conhecimento sobre o corpo e o uso de ervas medicinais, mas também simbolizam uma profunda conexão com a natureza e os ancestrais. Uma abordagem de ecologia política é usada para analisar como a obstetrícia, ao combinar o conhecimento ancestral e o ambiente natural, contribui para a preservação cultural, o cuidado com o corpo e a sustentabilidade das comunidades negras no Pacífico colombiano. Além disso, aborda o reconhecimento institucional da obstetrícia como patrimônio cultural intangível, uma conquista importante na luta contra os estigmas que afetaram essa tradição
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