Este estudo visou validar ferramentas genômicas para manejo do Núcleo de Conservação de raças locais de equinos, ovinos e bovinos do Setor de Campo Experimental Fazenda Sucupira, em Brasília, DF. Para as três espécies do estudo, foram genotipadas 116 amostras no total, utilizando o EMBRAPA multispecies 65K Illumina Infinium 1 chip. Foram obtidos os índices de diversidade intrapopulacional por raça, além de análises de estrutura populacional e testes de exclusão de paternidade. Os índices de diversidade genética revelaram que o maior valor de heterozigosidade observada (HO) (0,46) foi observado nas raças equinas Pantaneiro e Campeiro, e o menor na raça bovina Junqueira (0,31). Todas as raças exibiram um coeficiente de endogamia (FIS) negativo, indicando variabilidade genética e ausência de endogamia. As matrizes IBD estimaram as relações de parentesco entre os animais de cada raça, confirmando alguns pedigrees conhecidos e indicando novos parentescos, que assistirão o manejo dos rebanhos. A análise de estrutura populacional em equinos (K=4) revelou a pureza da raça Campeiro, contrastando com a falta de estrutura definida na raça Pantaneiro. Em ovinos a raça Morada Nova demonstra maior pureza em comparação com a Bergamácia Brasileira (K=3). Em bovinos (K=4), as raças Curraleiro Pé-Duro e Pantaneiro não se diferenciaram completamente, provavelmente devido a sua origem comum. Os testes de exclusão de paternidade confirmaram a maioria dos dados de pedigree disponíveis na plataforma Alelo Animal, além de relevar duos/trios não registrados, cujas informações contribuirão no manejo dos rebanhos
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