research article
Os instrumentos legais da diplomacia científica: Acordos bilaterais de cooperação do Brasil
Abstract
En la intersección de la política científica y la política exterior, encontramos la diplomacia científica. Aunque formalmente conceptualizada solo en los últimos veinte años, la diplomacia científica y sus prácticas han estado históricamente presentes en las estrategias de inserción internacional de los Estados. La producción de conocimiento científico y la mejora de las capacidades de innovación de los países están relacionadas con el ámbito internacional, tanto en la reproducción de las asimetrías Norte-Sur como en su superación. El tema de la Diplomacia Científica se puede clasificar como un tema de frontera, ya que introduce en el debate de las Relaciones Internacionales la discusión sobre un instrumento de soft power que puede ser relevante para los países emergentes en su afirmación como líderes del Sur Global y como un elemento para superar la relación de subordinación con los países centrales. Es un tema que profundiza la interfaz entre lo doméstico y lo internacional, al acercar la internacionalización de la ciencia como herramienta de fortalecimiento de la política exterior y dar espacio a los científicos y la producción científica para que actúen como diplomáticos, ampliando las posibilidades de cooperación y superación de conflictos a nivel global, más allá de las disputas entre Estados. En el artículo, analizamos el espacio de la diplomacia científica en la política exterior brasileña en su sentido más estricto, mapeando y examinando la serie histórica de acuerdos bilaterales de cooperación científico-tecnológica celebrados por Brasil con otros países. Las prácticas de la diplomacia científica han marcado una notable presencia en la política exterior, permitiendo una mayor conceptualización y periodización de su espacio en ella. Na intersecção entre a política científica e a política externa, encontramos a diplomacia científica. Embora formalmente conceituada somente ao longo dos últimos vinte anos, a diplomacia científica e suas práticas marcaram presença, historicamente, nas estratégias de inserção internacional dos Estados. A produção de conhecimento científico e o aprimoramento das capacidades de inovação dos países têm relação com o plano internacional, tanto na reprodução das assimetrias Norte-Sul, quanto em sua superação. O tema da Diplomacia Científica pode ser classificado como um tema de fronteira, à medida que introduz no debate das Relações Internacionais a discussão sobre um instrumento de soft power que pode ser relevante para os países emergentes na sua afirmação como lideranças do Sul Global e como elemento para superação da relação subordinada aos países centrais. Trata-se de um tema que aprofunda a interface entre o doméstico e o internacional, ao trazer a internacionalização da ciência como ferramenta de fortalecimento da política externa e dar espaço para que os cientistas, e a produção científica, possam atuar como diplomatas, ampliando as possibilidades de cooperação e superação de conflitos no âmbito global, para além das disputas entre os Estados. No artigo, analisamos o espaço da diplomacia científica na política externa brasileira em seu sentido mais estrito, mapeando e examinando a série histórica dos acordos bilaterais de cooperação científico-tecnológica celebrados pelo Brasil com outros países. Práticas de diplomacia científica têm marcado presença notável na política externa, permitindo uma maior conceitualização e periodização de seu espaço nela. At the intersection of science policy and foreign policy, we find science diplomacy. Although formally conceptualized only in the past twenty years, science diplomacy and its practices have historically played a role in states' strategies for international engagement. The production of scientific knowledge and the enhancement of countries' innovation capacities are closely linked to the international sphere, both in reproducing North-South asymmetries and in overcoming them. The topic of Science Diplomacy can be classified as a frontier issue, as it introduces into the debate on International Relations a discussion about a soft power instrument that can be particularly relevant for emerging countries in asserting themselves as leaders of the Global South and as a means to overcome their subordinate relationship with central countries. This is a subject that deepens the interface between domestic and international spheres by presenting the internationalization of science as a tool for strengthening foreign policy and creating space for scientists and scientific production to act as diplomats. In doing so, it expands the possibilities for cooperation and conflict resolution on a global scale, beyond traditional state disputes. In this article, we analyze the role of science diplomacy in Brazilian foreign policy in its most specific sense, mapping and examining the historical series of bilateral scientific and technological cooperation agreements signed by Brazil with other countries. Science diplomacy practices have played a notable role in foreign policy, allowing for a more precise conceptualization and periodization of its place within the broader foreign policy framework.- info:eu-repo/semantics/article
- info:eu-repo/semantics/publishedVersion
- Cooperação internacional
- Diplomacia científica
- Política Externa Brasileira.
- Cooperação Internacional
- Diplomacia Científica
- Pol´ítica Externa Brasileira
- International cooperation
- Science diplomacy
- Brazilian foreign policy.
- Cooperación internacional
- Diplomacia Científica
- Política Exterior Brasileña.