O presente artigo, inspirado na defesa da justiça cognitiva, aborda as relações dos currículos escolares convencionais com a reiterada produção de uma monocultura do saber que exclui, ignora e invisibiliza as demais formas de produção do conhecimento, provocando um desperdício de experiências nas salas de aula. Em contraposição ao império cognitivo da ciência moderna na educação escolar, defende-se a desmonumentalização dos currículos convencionais através da prática da ecologia de saberes, da educação popular e dos currículos em rede, um conjunto de aprendizagens coletivas que visam criar partilhadamente e partilhar criativamente o conhecimento, rumo não à uma competição contra os demais e sim ao encontro com eles.This article, inspired by the defense of cognitive justice, addresses the relationship between the conventional school curriculum and the repeated production of a monoculture of knowledge that excludes, ignores and makes invisible the other forms of knowledge production, provoking a waste of experiences in the classrooms. In contrast to the cognitive empire of modern science in school education, the demonumentalization of the conventional curriculum is defended through the practice of the ecology of knowledge and the networked curriculum, a set of collective learning that aim to create shared and creatively share knowledge, towards not to a competition against others, but to an encounter with them.Este artículo, inspirado en la defensa de la justicia cognitiva, aborda la relación entre los currículos escolares convencionales y la producción reiterada de una monocultura del saber que excluye, ignora e invisibiliza las demás formas de producción del saber, provocando un desperdicio de experiencias en las escuelas. Frente al imperio cognitivo de la ciencia moderna en la educación escolar, se defiende la demonumentalización de los currículos convencionales a través de la práctica de la ecología de saberes y los currículos en red, un conjunto de aprendizajes colectivas que apuntan a crear compartidamente y compartir creativamente el conocimiento, hacia no a una competencia con los demás, sino al encuentro con ellos
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