A língua bifurcada: não binariedade, subversão e resistência contra a lgbtqiapnfobia e o capacitismo

Abstract

What happens when the subaltern speaks? Based on this questioning, this text points out possibilities to circumvent LGBTQIAPNphobia and ableism, through a snaking of oxumarê between the embarrassing bushes of paradise, with ways to establish unpredictable relationships from the palate of the rebel vipers-in-us: our forked, fissured tongue.¿Qué pasa cuando habla el subalterno? A partir de ese cuestionamiento, este texto apunta posibilidades de eludir la LGBTQIAPNfobia y el capacitismo, a través de un oxumarê serpenteante entre los vergonzosos arbustos del paraíso, con formas de establecer relaciones impredecibles desde el paladar de las víboras-rebeldes-en-nosotros: nuestra lengua bifurcada, fisurada.O que acontece quando o subalterno fala? Partindo desse questionamento, este texto aponta possibilidades de driblar a LGBTQIAPNfobia e o capacitismo, através de um serpentear de oxumarê entre os arbustos constrangedores do paraíso, com vias a instaurar relações imprevisíveis desde o palato das víboras rebeldes-em-nós: nossa língua bifurcada, fissurada

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This paper was published in Portal de Periódicos da UFBA.

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