Neste artigo analisamos uma das várias redes de dizeres sobre a Pessoa com Deficiência. Investigamos as memórias da exclusão, especialmente nos sentidos dados aos sujeitos excluídos da normalidade para compreendermos os processos sócio-históricos que marcam tais categorizações. Verificamos sobretudo os sentidos no sintagma “deficiência” e como este se ramifica em sentidos outros em trechos da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, nosso corpus de análise. Por fim, pelos pressupostos teórico-metodológico da Análise do Discurso, buscamos estabelecer outros olhares possíveis cuja perspectiva analítica possa lançar luz à questão da deficiência como a historicidade da exclusão a qual se reproduz nas diversas enunciações em sociedade
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