'International Journal of Professional Business Review'
Abstract
ABSTRACTThe postmodern State has exponentially expanded its management of people's lives and has arrogated practically all spheres of action to itself. If it assumed the management of societies during times of normality, it must also do so during times of abnormality, such as disasters. The question arises as to who should act preventively to avoid or minimize them. Even if it is determined who, it is still necessary to ask whether there was the possibility of action. This study proposes a method that precedes public decision-making. To this end, a form of public moral resilience is proposed based on three factors. Using an empirical and logical method, a formal theory is proposed, establishing verification stages for three state pre-actions: duty, possibility, and imposition. This approach defines public responsibilities, co-participation of public entities, reinforces the legitimacy of public authorities, and practically implements the 4R resilience model: Robustness, Redundancy, Rapidity, and Resourcefulness.Keywords:Disasters, people, State, decision-making, public moral resilience.RESUMOO Estado pós-moderno ampliou de maneira exponencial a gestão da vida das pessoas e arrogou para si praticamente todas as esferas de atuação. Se assumiu a gestão das sociedades em momento de normalidade, também deve fazê-lo em momentos de anormalidades, como nos desastres. A pergunta que se coloca é quem deve agir de maneira preventiva para evitar ou minimizá-los. E mesmo que se descubra quem, ainda deve-se indagar se havia possibilidade de agir. O presente estudo propõe um método que antecede a tomada de decisão pública. Para tanto propõem-se uma forma de resiliência moral pública pautada em três fatores. Utilizando-se de um método empírico e lógico propõe-se uma teoria formal que estabelece etapas de verificação de três ações estatais: dever, possibilidade e impositividade. Com isso se consegue definir responsabilidades públicas, coparticipação de entes públicos, se reforça a legitimidade das autoridades públicas e se implementam de maneira práticas o modelo dos 4 R’s da resiliência: Robustez, Redundância, Rapidez e Desenvoltura.Palavras-chave: Desastres, pessoas, Estado, tomada de decisão, resiliência-moral públicaABSTRACTThe postmodern State has exponentially expanded its management of people's lives and has arrogated practically all spheres of action to itself. If it assumed the management of societies during times of normality, it must also do so during times of abnormality, such as disasters. The question arises as to who should act preventively to avoid or minimize them. Even if it is determined who, it is still necessary to ask whether there was the possibility of action. This study proposes a method that precedes public decision-making. To this end, a form of public moral resilience is proposed based on three factors. Using an empirical and logical method, a formal theory is proposed, establishing verification stages for three state pre-actions: duty, possibility, and imposition. This approach defines public responsibilities, co-participation of public entities, reinforces the legitimacy of public authorities, and practically implements the 4R resilience model: Robustness, Redundancy, Rapidity, and Resourcefulness.Keywords:Disasters, people, State, decision-making, public moral resilience.RESUMOO Estado pós-moderno ampliou de maneira exponencial a gestão da vida das pessoas e arrogou para si praticamente todas as esferas de atuação. Se assumiu a gestão das sociedades em momento de normalidade, também deve fazê-lo em momentos de anormalidades, como nos desastres. A pergunta que se coloca é quem deve agir de maneira preventiva para evitar ou minimizá-los. E mesmo que se descubra quem, ainda deve-se indagar se havia possibilidade de agir. O presente estudo propõe um método que antecede a tomada de decisão pública. Para tanto propõem-se uma forma de resiliência moral pública pautada em três fatores. Utilizando-se de um método empírico e lógico propõe-se uma teoria formal que estabelece etapas de verificação de três ações estatais: dever, possibilidade e impositividade. Com isso se consegue definir responsabilidades públicas, coparticipação de entes públicos, se reforça a legitimidade das autoridades públicas e se implementam de maneira práticas o modelo dos 4 R’s da resiliência: Robustez, Redundância, Rapidez e Desenvoltura.Palavras-chave: Desastres, pessoas, Estado, tomada de decisão, resiliência-moral pública
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